1
Gen. 3:15 E porei inimizade entre ti e a
mulher, e entre a tua semente e a sua
semente;
esta te ferirá a cabeça,
e tu lhe ferirás o calcanhar.
2
Apostasia no fim dos tempos.
Profetizando sobre a Segunda Vinda do
Salvador, o apóstolo Paulo ensinou: "
Ninguém, de nenhum modo, vos engane,
porque isto não acontecerá sem que
PRIMEIRO VENHA A APOSTASIA"(II
Tess. 2:3). Essa apostasia era uma profecia
que se consumaria entre o povo, e não fora
dele (Atos 20:29,30). Um dos fatos que
identifica a apóstasia é o esquecimento e a
adulteração do NOME do Criador no
hebraico, para usar outros nomes de entidades
religiosas pagãs (Jer. 23:26,27).
Os povos pagãos, como Babilônia, já tinham
o costume de profanar, pela mudança, os
nomes próprios(veja Dan. 1:7) de YHWH. Da
mesma forma, a Babilônia " mística no
Apocalipse, que representa todo o sistema
organizado para sustentar e manter a
apostasia, a abominação e a blasfêmia fazem
(Apo. 17:3,5). Foi esse sistema que fez as
mudanças dos nomes hebraicos, na tradução
da escrituras hebraicas para o latim.
Roma é a babilonia dos dias de hoje, seguido
por alguns paises e instituições. Roma na
criação da nova religião chamada
“cristianismo”, substitui nas escrituras
hebreias o nome “YHWH” por “deus” e
substituiu o nome de “Yahohsua” por “Jesus”,
um ato pagão como praticado na Babilônica.
A partir do cristianismo com bases romanas,
foram surgindo outras seitas religiosas.
Do cristianismo católico nasceu, o
protestantismo, e do protestantismo surgiram
várias filhas e irmãs de Roma, e cada uma
com uma nova doutrina, uma nova ideia, mas
todas seguem o mesmo nome e os mesmos
títulos.
Se há um ÚNICO NOME pelo qual podemos
ser salvos, então, mudar esse nome será uma
blasfêmia? É o cumprimento da apostasia?
Pois estaríamos invocando " outro nome", um
nome dado por homens, nomes que antes
eram usados à entidades espirituais pagãs.
Se o nome do Salvador é ÚNICO, e tem um
significado e um conteúdo, então devemos
nos esforçar para conhecer o VERDADEIRO
NOME, E NÃO AS MUDANÇAS FEITAS
PELO " PODER" DA APOSTASIA. NÃO
NOS INTERESSA O NOME DADO PELA
APOSTASIA, UM NOME DADO POR
HOMENS E ENTRE HOMENS, UM ATO
BABILONICO DE MUDAR OS NOMES
HEBRAICOS, BAAL ERA USADO NA
ANTIGUIDADE HOJE SE USA DEUS.
A palavra “deus” não existia na antiguidade, e
“deus” foi criada pelos religiosos romanos e
inseridos na biblia. DEUS=BAAL
Nome dado nó céu
Lucas 1: 26 E, no sexto mês, foi o anjo
Gabriel enviado por YHWH a uma cidade da
Galiléia, chamada Nazaré2
27 A uma virgem desposada com um homem,
cujo nome era José, da casa de Davi; e o
nome da virgem era Maria.
28 E, entrando o anjo aonde ela estava, disse:
YHWH é contigo; bendita és tu entre as
mulheres.
29 E ela vendo o anjo, turbou-se muito com
aquelas palavras, e considerava que saudação
seria esta.
30 Disse-lhe, então, o anjo: Maria, não temas,
porque achaste graça diante
31 E eis que em teu ventre conceberás e darás
à luz um filho, e Ele será chamado Yehoshua
(Salvador).
A verdade é que o mundo invocou e ainda
invoca um nome dado por homens, no estilo
babilonico de mudança de nomes, cometendo
uma falsa adoração, por um nome carregado
pela idolatria humana a suas próprias
criações, ou seja, criar um bezerro de ouro ou
um nome dado por homens é a mesma
idolatria.
Lembre que a " verdadeira adoração" é feita
em " espírito e EM VERDADE(escrituras)"(
João 4:24). Na mentira, e no erro, ou nas
mudanças ensinadas pela apostasia, não pode
3
haver adoração verdadeira. Só mediante a
REVELAÇÃO do nome, se adora
VERDADEIRAMENTE.
Paulo recebeu o verdadeiro NOME do Filho,
pois ele escutou em hebraico, ou seja, no
idioma materno do Salvador. Foi o próprio
Senhor que revelou o nome para Paulo
dizendo:"EU sou YEHOSHUA a quem tu
persegues". Isto é algo que a maioria tenta
ocultar, porém é um fato que não pode ser
negado. O Salvador foi um judeu, da tribo de
Judá(Heb. 7:14). Sua mãe e pai eram judeus e
israelitas. Ele foi criado e educado na
Galiléia, comarca israelita na Palestina,
consequentemente ELE TINHA UM NOME
HEBRAICO, e falava o hebraico e aramaico,
o anjo ao descer do céu e dar a boa noticia a
Maria, pronunciou um nome com palavra
hebraica, com um significado e um conteúdo
espiritual, é como uma assinatura, o que
chamamos uma assinatura falsa, estelionato,
adulteração.
A palavra “Jesus” veio do latim, derivada do
grego “Iesous”. Segundo os doutores cristãos,
foi feita por um processo de transliteração,
para adequar o nome hebraico para o grego e
latim, mas onde nas escrituras diz-se que o
nome dado nós céus seria alterado por um
nome dado por homens? O apostolo Paulo,
diz que em nenhum nome dado por homens
devamos buscar salvação! (Atos 4:12)
"Somente ao Eterno pertence o Nome que
salva! E o nome é Yehoshua"( Salmo 83:19)
Lembre-se que a Bíblia que usamos no Brasil
é uma tradução de versões gregas e
latinas(vulgar), portanto, nessa tradução não
aparece o nome original em hebraico, apenas
a Biblia de Jerusalém(cristã), traz o nome
Yeshua, pois é a tradução cristã mais proxima
dos originais. Todos os eruditos reconhecem
o fato de que o Nome do Salvador é um nome
de origem judaica, isto é, em hebraico, e veio
do céu, entregue a Miryam(Maria) por um
anjo, e não foi dado entre homens ou por
homens. Portanto, não pode ser igual ao nome
mudado e transliterado para o latim. O
Salvador não recebeu um nome em latim, já
que não era romano, nem grego. Seu nome
original, o nome que foi dado para salvação
era um nome hebraico.
O próprio apostolo Paulo, reforçava em suas
cartas a importância e o cuidado contra a
apostasia; Atos 4:12 E em nenhum outro há
salvação, porque também debaixo do céu
nenhum outro nome há, dado entre os
homens, pelo qual devamos ser salvos.
Em Isaías encontramos uma importante
profecia: " Por isso, o MEU POVO SABERÁ
O MEU NOME"(Isa. 52:6). O NOME é o
sinal do verdadeiro povo de YHWH, é um
selo da vontade do Criador, é a assinatura
original.
Sinal da restauração de Yisrael
Yehoshua está tomando dentre as nações: "
Um povo para o Seu NOME..."(Leia
atentamente Atos 15:14), em Oseias 2:16-17
diz que quando nos tornar-mos esposa, todos
os nomes baalins serão retirados da boca do
povo.
Em II Cronicas 7: 14 E se o meu povo, que
se chama pelo meu nome, se humilhar, e
orar, e buscar a minha face e se converter dos
seus maus caminhos, então eu ouvirei dos
céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a
sua terra. “Qual é o povo que se chama pelo
Nome de YHWH?.” Será o povo que usa a
assinatura falsa?
O Salvador ordenou a Seus discípulos que se
pregasse o arrependimento e a remissão dos
pecados no Seu Nome (Yehoshua), porque a
enfase de pregar no NOME DELE.
Os apóstolos anunciavam o nome ““Yehoshua
haMashiach” para salvação a todas as nações.
Mas as nações seguem Roma e não sabem
quem adoram. João 4: 22 Vós adorais o que
não sabeis; nós adoramos o que sabemos
porque a salvação vem dos judeus.
4
Os que ouvem e crêem neste ÚNICO NOME
são os verdadeiros filhos do Eterno e
membros de uma só família ( Efé.
2:19,3:14,15). A família de YHWH, nos
Céus e na Terra cultua o mesmo Nome.
João 4: 23 Mas a hora vem, e agora é, em que
os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em
espírito e em verdade; porque o Pai procura
a tais que assim o adorem.
Infelizmente, nem todos acreditam, muitos se
recusam a aceitar a verdade, e preferem
continuar na rebelião e na apostasia
babilônica, crendo no erro e na mentira,
invocando um nome falsificado, um nome
dado por homens.
Obs.: A Septuaginta (tradução grega) usou o nome
“Iesus” contra o original Yehoshua; Portanto Iesus é a
substituição grega do nome Yehoshua, troca feita da
mesma forma que os povos babilônicos faziam para
trocar os Nomes sagrados.
O fim dos nomes baalins!
Oseias 2: 16 E naquele dia, diz YHWH, tu me
chamarás: Meu marido; e não mais me
chamarás: Meu Baal (senhor).
17 E da sua boca tirarei os nomes dos Baalins,
e não mais se lembrará desses nomes
Oseias 2:16; O noivo está vindo buscar sua
noiva, e chamaremos Yehoshua de Meu
marido, esse texto aponta para Apocalipse,
para o fim dos tempos e a segunda volta do
Messias Yehoshua, em Oseias 2:17; diz-se
que TODOS os nomes baalins serão retirados
da boca do povo que se unirá ao Noivo
Yehoshua, em Atos 4:12 está escrito que em
nenhum nome dado entre os homens devamos
buscar salvação, por tanto fica muito claro o
sinal da apostasia, começando por um nome
falso, um nome grego-romano, um nome e
uma nova religião.
Mas muitos dizem, e as pessoas que são
curadas de câncer, de Aids, e tantas outras
doenças, outras são libertas de bebidas,
drogas e vícios, demônios que são expulsos, e
os milagres, e a prosperidade financeira e os
prodígios dentro das igrejas tudo em nome de
Jesus?
Para essas pessoas informamos o seguinte;
todos esses milagres, curas e prodígios
ocorrem dentro de igrejas evangélicas,
católicas, centro espírita, terreiro de macumba
e em várias outras religiões.
Leia João 7: 21 Nem todo o que me diz:
Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus,
mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que
está nos céus.
22 Muitos me dirão naquele dia: Senhor,
Senhor, profetizamos nós em teu nome? e
em teu nome expulsamos demônios? e em
teu nome fizemos muitas maravilhas?
23 E então lhes direi abertamente: Nunca vos
conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais
a iniqüidade.
(Esses são os que usam nomes falsos)
Afinal, de quem as escritura está falando neste
texto, algo é muito claro, essas pessoas dizem
que faziam todos esses milagres no Nome do
Senhor, porém o Senhor diz, que não conhece
esses que praticam a iniqüidade, ou seja,
blasfemar do Nome é também uma
iniquidade.
O texto deixa bem claro, que essas pessoas
usam um nome, mas o Senhor responde
dizendo que não as conhece, ou seja, se essas
pessoas o chamam por um nome falso, com
certeza são pessoas que não O conhecem e
nem conhecem Seu Nome. Pois é natural,
quando conhecemos alguém, quando somos
íntimos de alguém, com toda certeza também
sabemos o nome certo dessa pessoa. E o texto
ainda diz, que esses faziam milagres e
prodígios, e usavam um nome para isto.
Porque o Senhor diz que não os conhece?
A besta blasfema do Nome, e usa a
Babilonia, a prostituta, a adultera para
proferir este nome.
Apoc. 13: 4 E adoraram o dragão que deu à
besta o seu poder; e adoraram a besta,
dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem
poderá batalhar contra ela?
5 E foi-lhe dada uma boca, para proferir
grandes coisas e blasfêmias; e deu-se-lhe
poder para agir por quarenta e dois meses.
5
6 E abriu a sua boca em blasfêmias
contra YHWH, para blasfemar do seu
nome, e do seu tabernáculo, e dos
que habitam no céu.
7 E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos,
e vencê-los; e deu-se-lhe poder sobre toda a
tribo, e língua, e nação.
8 E adoraram-na todos os que
habitam sobre a terra, esses
cujos nomes não estão escritos
no livro da vida do Cordeiro que
foi morto desde a fundação do
mundo.
Foi o próprio Dragão, que blasfemou do
Nome. Roma é a besta de Satanas. Qual é o
nome que Roma usa pra ser adorado pelos
cristãos? Jesus! ( um nome mudado pelos
romanos)
Veja; Satanas cometeu sua primeira
iniqüidade, quando ainda era um anjo, ele
quis ser adorado no céu, quis ficar acima de
YHWH, e por isso foi expulso do céu, na terra
Satanas deseja ser adorado, ofereceu a
Yehoshua todas as nações, em troca de
adoração. Mas Roma presenteia Satanas com
adoração, com o uso de falsos nomes,
blasfemando contra YHWH.
Lucas 4:.7 Portanto, se tu me adorares, tudo
será teu.
8 E Yehoshua, respondendo, disse-lhe: Vai-te
para trás de mim, Satanás; porque está escrito:
Adorarás a YHWH teu Adonay, e só a ele
servirás.
A palavra TEOLOGIA e a o titulo DEUS.
ORIGEM e aplicação!
Nos anos de Moises, Josue, Davi e outros
homens que fizeram a história das escrituras,
os povos pagãos adoravam criações feitas
pelas mãos humanas, essas criações era a
representatividade de suas crenças religiosas,
esses povos criam nesses seres que eram tidos
por eles como seres superiores, acima da vida,
da morte, da chuva, do sol, da terra, de curar
enfermidades, de atender a pedidos e essas
atribuições fazia parte da vida e cultura desses
povos, esses seres eram tratados pelo titulo de
“Baal” que no portugues é “Senhor”, esses
senhores/baalins, era o ponto central da fé dos
povos pagãos na antinguidade, os
baais/senhores eram seus ídolos. Nos dias de
hoje a palavra que tem o mesmo significado
de “Baal” é a palavra “Deus”.
O titulo “Deus” é usado para se referir a
qualquer ser espiritual em qualquer religião,
considerado com poderes superiores aos
humanos, todas as religiões pagãs se referem
a suas entidades espirituais com o titulo
“Deus”, da mesma forma que todos os povos
pagãos se referiam suas entidades espirituais
por “Baal”.
Nosso objetivo neste breve e resumido estudo,
é mostrar pela história e provar que o termo
“Deus” é um termo que não deve ser usado
pelo povo de YHWH, pois é um titulo de
igual competência do titulo “Baal”, em
nenhum lugar nas escrituras originais YHWH
é chamado pelos seus servos de Baal.
Nos dias de hoje o temos “Deus”, está tão
culturizado na modernidade línguistica
religiosa, que poucos sabem sua origem,
significado e conteúdo. Se referir ao Criador
do universo, usando uma palavra impura,
suja, por uma palavra ou um titulo que é o
mesmo titulo dirigido aos baalins ou aos
deuses é blasfemo, pois como podemos
igualar o Eterno com qualquer coisa ou idéia
deste mundo. E em seguidas vezes se
encontra textos biblicos onde se diz que o
nome do Eterno é sagrado, é puro etc.
O inicio - conspiração Romana.
Era da prática do império romano, o
sequestro, adulteração e adaptação da
religiosidade, cultura e filosofia de outros
povos que eles consquistavam, e tudo que eles
roubavam eram inseridas a suas próprias
cultura e religiosidade. Os romanos eram
apreciadores de novidades, todos os povos
que eles conquistavam e exploravam eles
roubavam a filosofia, conhecimentos gerais,
medicina, religião, tudo que podiam
aproveitar e usurpar eles se ultilizavam.
6
Inicio - uso do termo Theologia
O uso do termo Theos + logos =
THEOLOGIA
O palavra ‘THEOS” que deu origem a
“teologia” e também ao titulo “DEUS”, vem
de origens pagãs e eram referencia a nomes de
entidades espirituais baalins(senhores
espirituais) + (idolos da religiosidade pagã), a
palavra deus/theos foi assimiliadap pelos
escritóres cristãos os chamados “Pais da
igreja”, e introduzidos durante a tradução dos
escritos judaicos para formarem a biblia
cristã. Vejamos neste pequeno resumo como
surgiu esses nomes baalins;
Originaria de dois termos gregos: theos
(recebeu mais tarde o sentido = (deus)
“Divindade” é uma forma contracta de
“divus”, ao lado da qual conservou-se o
adjetivo “deivus”, ou “divus” juntamente com
a forma “dium”, designação do "céu".
“Deivus” corresponde exatamente ao
Sânscrito “devas” = "brilhante" = "divino". O
adjetivo divinus deriva de divus. Existe
também o adjetivo dius, "divino") e logos
(palavra, estudo) a palavra teologia significa
de um modo amplo um discurso ou estudo
sobre o termo “Deus” , criado pelos em
Romanos para substiuir o termo hebreu
“YHWH”. Essa substituição tinha por
objetivo, adequar os textos judaicos a
realidade religiosa romana a fim de absorver
como filosofia os textos judaicos, e agregar ao
cristianismo valores romanos e não judaicos.
Dessa forma a biblia cristã, pode ser usada
para doutrinar a nova religião que passaria a
ser conhecida como cristianismo, dentro dos
moldes da religiosidade romana sem desfazer
de forma bruta os seus idolos/deuses, a nova
religião tinha o objetivo principal, em se
tornar uma religião universal(catolico =
universal ), pois o imperio romano almejava
dominar o mundo, e quem tivesse liderança
religiosa possuia um importante instrumento
de dominio popular. Com isso o poder do
imperador seria ainda maior, tendo em vista
que ele dominaria os povos também por esta
religião universal/mudial, o que era natural
aos reis desse período, onde os mesmos eram
considerados seres superiores aos demais
humanos. A partir da entidade/idolo Dyeus,
surgiu a expressão “Deus” e “Deuses”, como
sendo um ser superior aos outros humanos. A
partir desde período surge o uso e começa os
primeiros registros do titulo Deus e seus
derivados.
A palavra teologia, da Grécia antiga, é onde
encontramos esse termo ligado à filosofia.
Platão foi o primeiro filósofo a fazer uso da
palavra teologia. Com Platão o “logos” (logia)
tinha um sentido estritamente filosófico e
racional e se referia a palavra enquanto
opositora ao mito. Já o termo theos
significava “qualquer ser transcendente ou
realidade divina/espiritual/superior, que
pudesse ser imaginada pelos gregos, por isso
eles tinham seus ídolos com cabeça de touro,
de raposa, de leão, de águia e figuras humanas
como; Zeus, Isis, Minerva etc.”
Daí em diante, pensadores religiosos e
filosofos gregos, atribuiam o titulo “Theo”, a
mitos e entidades religiosas de sua cultura e
tradição, esse termo foi absorvido pelos
romanos como “Deus”, uma homenagem a
seu ídolo “Dyeus”, usada para substituir nas
escrituras hebraicas o nome do Criador;
“YHWH”. Essa substituição foi usada para
adulterar e usurpar, a identidade do “Eterno”
revelada aos hebreus, colocando uma
identidade pagã, mitológica e com
características religiosas mistas, conforme as
muitas entidades espirituais romanas pagãs,
profanando assim do Nome do Criador.
Portanto a palavra “teologia” e o titulo “deus”
não é de origem judaica.
Teologia um termo grego filosofico
Aristóteles ao fazer uso do termo teologia, em
sua filosofia, conceberá a teologia como
ciência que indaga sobre um ser
superior/brilhante. Lembrando que Aristóteles
era pagão e sua cultura era grega. Os
primeiros dados existentes sobre a religião
grega partiram de lendas, e é possível rastrear
7
a evolução de crenças antecedentes. No início
da filosofia grega, no século VI a. C.,
enquanto alguns pensadores, como Heráclito,
os Sofistas e Aristófanes, ironizavam as
crenças populares, outros, como Platão e
Aristóteles, desenvolviam conceitos
científicos sobre os idolos, porém isso não
afetava a religiosidade popular, especialmente
evidenciada nos festejos tradicionais.
Somente a partir do século IV a palavra
teologia é usada no universo literário cristão.
Foram os Padres da Igreja Católica que
começaram a chamar a reflexão sobre o Deus
cristão de teologia(estudo de deus), num
esforço de apagar o sentido supremo de
YHWH judaico. Santo Agostinho em sua
obra De Cevitate (Cidade de Deus) leva o uso
da palavra teologia a uma especificidade
religiosa romana. Para Agostinho a teologia
não se resume a um discurso genérico sobre a
divindade, como pensavam os gregos, mas
uma reflexão sobre a essência de um Criador
mistico da revelação do judaísmo entregue ao
cristianismo, surgindo assim a salvação por
meio igreja católica romana, como
representante oficial de “deus” na terra e
somente a igreja catolica com sua tradição.
O que mudaria na a reflexão cristã não é a
etimologia da palavra “teologia”, mas o seu
significado, pois para o cristianismo uma
palavra dirigida ao seu “deus” pode ser uma
palavra impura, pagã ou não, sem importar-se
da sua origem. A palavra logos deixou de ter
um sentido generico, mas aquela filosofia que
toma forma na identidade do cristo romano, o
dues filho Iesus, a terceira parte de um deus,
com características greco-romana, meio
misturado aos deuses já conhecidos. O theos
na concepção dos cristãos não se refere a
qualquer divindade, mas trata-se do deus da
Revelação bíblica cristã, exterminando assim
o Adonay judeu, YHWH tem no cristianismo
sua figura e significado judaico apagado.
Deus então recebe seu lugar na biblia, essa
reformulação, ganha respaudo pelos bispos no
“Concilio de Nicéia” e nos demais concilios
da igreja cristã, pois estes bispos haviam se
afastado de Jerusalem e se entregua a Roma e
as doutrinas e religiões romanas e gregas. Na
mesma linha do sistema romano, entraram os
protestantes e todos os demais derivados
cristãos, todas as variações estão conectados a
Roma e as idéias pagãs da cristandade.
No período da Escolástica, Tomás de Aquino
ao apropriar-se do pensamento de Aristóteles
passa a conceber a teologia como ciência
especulativa que faz uso de um saber racional
e científico.
No início da idade moderna a Reforma
Protestante, negando qualquer forma de
teologia especulativa, propõe uma teologia
prática. Lutero faz uso da palavra teologia
ligando-a com a história e com a vida de fé do
cristão.
Portanto, ao longo da história a palavra
teologia sofreu mudanças em seu significado,
principalmente quando o cristianismo
resignifica o uso do termo.
Referência bibliográfica: RITO, Honório.
Introdução à Teologia. Petrópolis: Vozes,
1998.
A palavra “DEUS” .
Panteão Proto-Indo-Europeu que era
governado por um ser supremo, uma entidade
religiosa, de nome Dyeus. Dyeus era
conhecido como o senhor do céu iluminado.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Religião_proto-indo-européia
"Deidades amplamente aceitas
Dyêus Pháter - acredita-se que tenha sido o
nome original do deus do céu iluminado e o
deus principal do panteão indo-europeu. Ele
sobreviveu no grego como Zeus (caso
genitivo Dius), no latim Júpiter, no sânscrito
Dyauás Pitar, no báltico Dievas, no
germânico Tiwaz (norueguês antigo Tyr, alto
alemão antigo Ziu), no armênio Astwatz e no
gaulês Dispater (também Deus Pater na
Vulgata)."
8
"O pesquisador Julius Pokorny nos apresenta
o personagem Dyeus, que é o deus do céu, do
dia, com uma posição que representa o
patriarcado. Etimologicamente ele é
conectado, ou seja, gerou os seguinte outros
deuses:
O Grego "Zeus Pater"
O Romano "Iuppiter"
O Irlandês "The Dagda"
O Gallo-Romano "Dis Pater"
O Védico "Dyaus Pitar"
Possivelmente Dionysos, e o Frigio Sabazios
(Saba Zeus)
Deus é uma forma contracta de divus, ao lado
da qual conservou-se o adjetivo deivus, ou
divus juntamente com a forma dium,
designação do "céu". Deivus corresponde
exatamente ao Sânscrito devas, "brilhante",
"divino". O adjetivo divinus deriva de divus.
Existe também o adjetivo dius, "divino".
O nome do Deus supremo, em Latim,
originalmente era Dious, forma esta que
permaneceu no nominativo Diou(s)piter,
Jou(s)piter, Jupiter. A Dious-piter, Jupiter,
corresponde o Sânscrito Djaus-pitar, o "Pai
Céu". O genitivo de Djaus é Divas. A forma
grega correspondente é Zeus, por Djeús;
genitivo Diós, por Difós. É controvertida a
origem comum da palavra grega Theós x
Deus porém é equiparada em sentido.
Da mesma raiz latina são também as
divindades da mitologia Diana, Janus, e Juno.
Juno era o nome da "Lua", invocada no início
de cada mês como Juno novella.
A idéia comum encerrada em todos esses
nomes, como também em dies, "dia", como
será visto mais adiante, é a de "brilhar".
Referência bibliográfica:
http://www.scb.org.br/estudos/relcriacatolic.htm
Os termos "El" e "Elohim" traduzidos
A opção de traduzir por "Deus" os termos
"El" e "Elohim" foi feita por Roma, quando
da produção da Vulgata. Sinceramente, nem
seria, do ponto de vista linguístico, a melhor
opção, pois acabou com todo o sentido dos
termos supracitados em outros estudos
nossos.
Por fim, gostaria de encerrar dizendo que eu
entendo que a maioria das pessoas chama a
YHWH de "Deus" por ignorância, e que Ele
olha para a sinceridade do coração.
Mas, temos a responsabilidade de agirmos
para com Ele em kedushah (santidade), e
creio que o libertar-se dos laços malignos de
Roma é parte fundamental dos planos de
YHWH para o Seu povo nos últimos tempos.
Basta lermos o famoso "Sai dela meu povo"
em Guilyana (Apocalipse. )
Referencia:
http://nyudraa.blogspot.com/2008/03/otermo-
deus-nas-escrituras.html
O INICIO DO TITULO “DEUS” NO
NOVO TESTAMENTO
A Septuaginta foi a primeira tradução Bíblica
hebraica para o grego, isso porque havia um
clima de desacordo entre os Judeus e os
gregos. Os Judeus respaudados pelas
escrituras sagradas sempre foram monoteístas,
mas entre os gregos existiam vários
baalins/deuses. O Panteão grego, que,
etimologicamente, deriva de pan (todo) e
theos (deus), literalmente significando o
templo dedicado a todos os baalins/deuses.
Aristóteles, o filósofo, para demonstra a
fragilidade da religião grega, afirmou:
"O homem fez os deuses à sua
semelhança e lhes deu seus
costumes".
É devido a Septuaginta que notamos a
demonstração de zelo pela sua religião, e, é
por meio dela que descobrimos os
equivalentes gregos dos nomes usados para
9
Deus no Antigo Testamento, como El,
Elohim, Eluon e YHWH.
Өєόζ (Theos) - Deus
O nome mais comum utilizado no Novo
Testamento após a septuagina é (Өєόζ -
Theos). Assim como as palavras hebraicas el,
elohim, eloah no Antigo Testamento, theos no
Novo Testamento pode significar "Deus" ou
"deuses".
Қύριοζ (Kurios) - Senhor
Podemos notar que no Novo Testamento a
tradução na Septuaginta de ambas as palavras
Adonai e do nome impronunciável YHWH
foi pela palavra grega Қύριοζ (Kurios -
Kuriov), "Senhor". Kurios/Adonai traz a idéia
básica da soberania de um deus, da suprema
posição do Criador, em todo o Universo que
criou, dentro da roupagem grega. E mais,
tanto o Pai (Deus) como o Filho (Jesus) são
chamados pelo termo grego Kurios.
πατήρ (Pater) - Pai
O noivo está voltando para receber a
noiva pura, e todos os nomes Baalins
serão retirados da boca do povo
eleito e aprovado. A restauração
começa por nós.
Hoshea(Oséias)
2:16 E naquele dia, diz YHWH, tu me
chamarás: Meu marido; e não mais me
chamarás: Meu Baal.
17 E da sua boca tirarei os nomes dos Baalins,
e não mais se lembrará desses nomes.
______________________________
Como Elohym se revela.
Em Atos 17.23 ao 29, Vemos Sha'ul
HaShaliach utilizando um termo para iniciar
seu discurso no areópago, que oferece uma
linha de raciocínio que expande o conceito
sobre o Eterno.
Quando ele diz "d... desconhecido" ,
certamente se referia a ignorância dos
atenienses quanto ao Elohim vivo de Israel e
verdadeiro, e aproveitou a oportunidade para
revelar o caminho da salvação, já que havia
naquele lugar, uma abertura para "novas
crenças" como lemos em Atos 17.21.
De fato há um Elohim desconhecido, oculto.
Os primeiros cabalistas (estudiosos das
escrituras hebraicas) espanhois designavam,
especulativamente, como "Raiz de todas
as raizes", "Unidade Indiferente" , "Grande
Realidade" e, principalmente, Ein sof
(infinito), ou seja, apresentavam um carater
impessoal deste aspecto do Elohim Vivo. O
próprio terno "Elohim Vivo" pode significar
(segundo Maimônides) apenas que Ele, O
Eterno, não está morto! Isto é, "Elohim Vivo"
é uma forma de dizer que ELE existe, e não
que Elohim esteja "preso" em um tempo entre
o nascer e o morrer, como nós e, portanto,
um ser finito.
Por volta do ano 1300, uma famosa doutrina
da época de um escritor anônimo, dava a idéia
de que o Elohim oculto em si mesmo,
enquanto ser absoluto, não é o sujeito de uma
revelação, portanto, os documentos da
revelação nos escritos canônicos da Bíblia e
na tradição rabínica se referem em última
análise a algum aspecto da manifestação de
YHWH a criação. Um dos primeiros
cabalistas de importância, Isaac o cego,
também define este aspecto de Elohim como:
"O que não é concebível pelo pensamento".
Sendo assim, estariamos completamente
dependentes de uma ação reveladora de
HaShem para que nossa relação com ELE se
estreitasse, ou mesmo, iniciasse... Não quero,
com isso, estar discutindo monergismos e
sinergismos a fins.
Mas qual é a importância de admitirmos este
aspecto do Eterno?
De certo modo, tal aspecto de YHWH é
descrito tanto na Torá quanto nos Nevi'im,
vide Shemô 33.20 onde o Eterno diz a Moshe
que ninguém poderá permanecer vivo ao vê-
Lo. E também Yeshayahu 55.9; que revela a
distância entre as ações e os pensamentos do
homem em relação as de YHWH. A
conscientizaçã o destes fatos não é, ao meu
10
ver, um obstáculo para o desenvolvimento da
nossa relação com Eterno, o Sagrado Bendito
Seja, mas uma oportunidade de intensificá-la,
pois somente reconhecendo o "abismo" entre
Criador e criatura, e o que ocasionou tal
"abismo", poderemos iniciar este processo de
conhecimento e intimidade com nosso Pai.
É nisso que identificamos a importância de
reconhecermos este aspecto de HaShem, esta
perplexidade diante da grandeza imensurável
de YHWH e nossa pequenez diante d'Ele
pode gerar em nós uma postura correta, pois
admitindo essa magnitude inalcansável de
YHWH somos levados a humildade que tanto
nos convém, e são justamente os humildes
que alcançam a chessed como disse Ya'acov
HaTsadik (Ya'acov4.6) . Por isso preces como
"mi anochi" e a oração de Menashe, falam
tanto nos corações de quem busca andar com
YHWH.
Sob este prisma, onde a grandeza imensurável
de YHWH não pode ser compreendida pela
nossa mente finita, textos como curintayah
alef 1.26 ao 29, ganham um sentido ainda
mais contundente, onde saber do plano de
salvação e poder participar dele, tornam-se
um privilégio inefável!!! O Que sabemos
hoje, é por causa do Eterno, que quiz que
soubéssemos destas coisas...não podemos
desprezar tão grandiosa revelação.
Alguns dos ícones da Fé, iniciaram um
profundo relacionamento com o Eterno, a
partir de uma revelação pessoal de YHWH a
eles, uma experiência mística (muitos ainda
têm um preconceito a esta palavra).
Vejamos, Foi o Eterno que se apresentou a
Avraham como El Shaday, foi O Eterno que
se apresentou a Moshe como YHWH e foi O
Eterno que se apresentou Sha'ul haShaliach
como Yeshua!! É por isso que cremos que é O
ETERNO que nos conduz a Torá e não o
inverso, pois certamente estes homens
possuíam algum conhecimento quer seja oral
ou escriturístico, mas tais conhecimentos não
foram suficientes, ou capazes, de levá-los a
um relacionamento mais profundo com
YHWH.
A CONSPIRAÇÃO DE INÁCIO: A
ORIGEM DO CRISTIANISMO
Por James S. Trimm
Traduzido por Sha'ul Bentsion
Muitos se enganam em pensar que
Constantino foi o principal responsável pela
corrupção e gentilização do Cristianismo.
Apesar de Constantino ter certamente
acrescentado e consolidado a apostasia do
Cristianismo primitivo, ele não foi o primeiro.
Foi na realidade Inácio de Antioquia que se
rebelou contra o Concílio de Jerusalém,
usurpou sua autoridade, segregou-se do
Judaismo, declarou que a Torá havia sido
abolida, substituiu o Shabat do sétimo dia
pela adoração no domingo e fundou uma nova
religião nãojudaica, a qual ele chamou de
"Cristianismo."
O ALERTA DE PAULO ACERCA DOS
BISPOS
Paulo disse aos efésios em sua última visita a
eles:
“Cuidai pois de suas almas e de todo o
rebanho sobre o qual a Ruach HaKodesh vos
constituiu supervisores, para apascentardes a
Kehilá de Elohim, que Ele adquiriu com seu
próprio sangue. Eu sei que depois da minha
partida entrarão no meio de vós lobos cruéis
que não terão pena do rebanho, e que dentre
vós mesmos se levantarão homens, falando
coisas perversas para desviar os talmidim,
para que os sigam.” (Atos 20:28-30)
Paulo parece indicar que após sua morte,
líderes começariam a se levantar dentre os
supervisores [bispos] em seu lugar, e levariam
pessoas a os seguirem e a se afastarem da
Torá. Na realidade, Paulo morreu em 66 DC e
o primeiro supervisor (bispo) de Antioquia a
tomar o cargo após a sua morte foi Inácio, em
98 DC.
Inácio cumpriu com precisão as palavras de
Paulo. Depois de tomar o cargo de bispo
sobre Antioquia, Inácio enviou uma série de
epístolas a outras congregações. Suas cartas
aos efésios, magnésios, trálios, romanos,
filadelfenos, e esmirneus, bem como sua carta
pessoal a Policarpo, todas sobrevivem até
hoje.
11
HEGÉSIPO RECONTA A APOSTASIA
O historiador e comentador nazareno antigo
Hegésipo (cerca de 180DC) escreve acerca do
tempo imediatamente após a morte de Shimon
(Simão), o qual havia sucedido a Ya'akov
HaTsadik (Tiago, o Justo) como Nassi
(“Presidente”) do Sanhedrin Nazareno, e que
morreu em 98 DC:
"Até aquele período (98 DC), a Assembléia
havia permanecido como uma virgem pura e
incorrompida: pois, se havia quaisquer
pessoas dispostas a alterar a regra completa
da
proclamação da salvação, elas ainda
vagavam em um lugar obscuro oculto ou
outro. Mas, quando o
bando sagrado de Emissários havia de várias
formas findado suas vidas, e a geração dos
homens
havia sido confiado ouvir à Sabedoria
inspirada com seus próprios ouvidos passou,
então a confederação do erro da iniquidade
tomou ascenção através da infidelidade dos
falsos mestres que, vendo que nenhum dos
emissários ainda sobrevivia, levantaram suas
cabeças para se opor à proclamação da
verdade, proclamando algo falsamente
chamado de conhecimento." (Hegésipo, o
Nazareno; c. 98 DC; citado por Eusébio em
Hist. Ecl. 3:32)
Hegésipo indica que a apostasia começou no
mesmo ano que Inácio se tornou bispo de
Antioquia!
INÁCIO SEPARA-SE DO CONCÍLIO DE
JERUSALÉM
Até o tempo de Inácio, qualquer disputa que
surgisse em Antioquia por fim era levada ao
Concílio de Jerusalém (tal como em Atos
14:26-15:2). Inácio usurpou a autoridade do
Concílio de Jerusalém, declarando a si
mesmo, o bispo local, como sendo a
autoridade final sobre a assembléia que o
havia feito bispo, e semelhantemente
declarando isto ser verdade acerca de todos os
outros bispos e suas assembléias locais. Inácio
escreve:
"...sujeitando-se ao seu bispo...
...andem juntos conforme a vontade de
Adonay.
Yehshua... é enviado pela vontade do Pai;
Assim como os bispos... são [enviados] pela
vontade de Yehshua haMashiach."]
(Carta de Inácio aos Ef. 1:9,11) "...seu
bispo... penso que felizes são vocês que se
unem a ele, assim como a igreja o é a
Yehshua haMashiach e Yehshua haMashiach
o é ao Pai...
Vamos portanto cuidar para que não nos
coloquemos contra o bispo, para que nos
sujeitemos a Adonay. Devemos olhar para o
bispo tal como olharíamos para o próprio
Senhor."(Carta de Inácio aos Ef. 2:1-4)
"...obedeça ao seu bispo..." (Carta de Inácio
aos Mag. 1:7)
"Seu bispo está presidindo no lugar de
Adonay... ...unam-se ao seu bispo..."
(Carta de Inácio aos Mag. 2:5,7)
"...aquele...que faz qualquer coisa sem o
bispo...
não é puro em sua consciência..."
(Carta de Inácio aos Tral. 2:5)
"...Não faça nada sem o bispo."
(Carta de Inácio aos Fil. 2:14)
"Cuidem para que vocês sigam o seu bispo,
Assim como Yehshua haMashiach ao Pai..."
(Carta de Inácio aos Esm. 3:1)
Ao exaltar o poder do ofício do bispo
(supervisor) e exigir a absoluta autoridade do
bispo sobre a assembléia, Inácio estava na
realidade fazendo uma jogada para obter o
poder, tomando a autoridade absoluta sobre a
assembléia de Antioquia e encorajando outros
supervisores não-judeus a fazerem o mesmo.
INÁCIO DECLARA QUE A TORÁ FOI
ABOLIDA
Além disso, Inácio afastou os homens da Torá
e declarou que a Torá havia sido abolida, não
somente em Antioquia, mas em todas as
assembléias de não-judeus para as quais
escreveu:
"Não sejam enganados por doutrinas
estranhas; nem por fábulas antigas sem valor.
Pois se continuarmos a viver conforme a Lei
Judaica, estamos confessando que não
recebemos a graça..." (Carta de Inácio aos
Mag. 3:1) "Mas se alguém pregar a Lei
Judaica a vocês, não lhe dêem ouvidos..."
(Carta de Inácio aos Fil. 2:6)
12
INÁCIO SUBSTITUI O SHABAT PELA
ADORAÇÃO DOMINICAL
Foi Inácio quem primeiro substituiu o Shabat
do sétimo dia pela adoração dominical,
escrevendo:
"...não mais observem os Shabatot, mas
observem o dia do Senhor, no qual também a
nossa vida floresce nEle, através da Sua
morte..." (Carta de Inácio aos Mag. 3:3)
INÁCIO DÁ UM NOME À SUA NOVA
RELIGIÃO
Tendo usurpado a autoridade de Jerusalém,
declarado a Torá abolida, e substituído o
Shabat pelo domingo, Inácio criou uma nova
religião. Inácio então cunha um novo termo,
nunca antes utilizado, para essa nova religião
que ele chama de "Cristianismo", a qual ele
mesmo deixa claro que é distinta do
judaismo. Ele escreve:
"vamos portanto aprender a viver conforme
as regras do Cristianismo, pois quem quer
que seja chamado por qualquer outro nome
além desse, esse não é de Adonay... "É
absurdo nomear Iesus Christus e Judaizar.
Pois a religião cristã não abraçou a judaica.
Mas a judaica [abraçou] a cristã..."
(UMA APOSTASIA COM ASSINATURA)
(Carta de Inácio aos Mag. 3:8,11)
CONCLUSÃO
Ao final do primeiro século, Inácio de
Antioquia havia cumprido o alerta de Paulo.
Ele abandonou o Judaismo e fundou uma
nova religião a qual chamou de
"Cristianismo." Uma religião que rejeitou a
Torá, dizendo que Jesus aboliu a lei e os
profetas, e substituiu o Shabat do sétimo dia
pela adoração dominical.
Yehoshua disse:
Mateus 5: 17 Não pensem que vim destruir a
lei ou os profetas: não vim abolir,
mas cumprir.
18 Porque em verdade vos digo que, até que o
céu e a terra passem, nem um jota ou um til se
omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido.
19 Qualquer, pois, que violar um
destes mandamentos, por menor que
seja, e assim ensinar aos homens, será
chamado o menor no reino dos céus; aquele,
porém, que os cumprir e ensinar será chamado
grande no reino dos céus.
20 Porque vos digo que, se a vossa justiça não
exceder a dos escribas e fariseus, de modo
nenhum entrareis no reino dos céus.
13
A
Humanidade
Do
Messias
Filho do Criador
14
A Humanidade do Messias
Por Sha'ul Bentsion
I - Introdução
Temos enfatizado bastante a
importância da revelação de que
Yehoshua é YHWH, que se limitou em
Sua glória, e se manifestou na condição
do Mashiach. Temos demonstrado que
as profecias apontam para esse fato, que
grupos judaicos da antigüidade criam
dessa maneira, de que é fundamental a
realização de que Israel tenha apenas
Um Rei, Um Salvador, Um Noivo, e
Um Senhor. Vimos ainda a tristeza e
decepção de YHWH quando o povo
pediu um rei apenas humano. (O rei
Saul é o exemplo)
Satan sabe que Melech HaMashiach (o
Rei Messias) é a chave e a fonte do
poder da restauração do povo de Israel,
e da reconciliação não somente da
humanidade para com YHWH, como
também das Casas de Efrayim e
Yehudá. Por isso, haSatan tem atacado
ferrenhamente a figura de Yehoshua,
através de anti-missioná rios, e daqueles
que tentam afirmar que Yehoshua foi
somente um homem, ou alguma espécie
de sub-deus (como se, por absurdo,
vivêssemos em meio a um panteão de
deuses, e não em uma fé monoteísta.)
Como um remanescente permanece
firme e não fez eco a tais questões,
haSatan tem se aproximado com uma
outra abordagem, mais sutil, porém com
o mesmo objetivo.
Se haSatan não conseguiu convencer a
alguns a reduzirem o status de
Yehoshua enquanto YHWH, então
passou a atacar o outro lado: o status de
Yehoshua enquanto homem.
Recentemente temos assistido no meio
nazareno (e também entre alguns
messiânicos) um ressurgimento da
doutrina gnóstica de que Yehoshua não
teria sido um ser humano comum, mas
teria apenas aparentado ser humano.
Infelizmente, alguns líderes têm
irresponsavelmente permitido que tal
doutrina circule, não percebendo a
gravidade de tais alegações. Este
pequeno artigo pretende demonstrar que
a dupla-natureza de Yehoshua, focando
mais especificamente a natureza
humana de Yehoshua, é fundamental
para a nossa fé. Sem ela, em vã é toda a
nossa fé, pois Yehoshua não teria
cumprido as profecias que o qualificam
como Mashiach.
II - O Veneno Romano: Bíblia ou
Agostinho?
A base da argumentação desses que
tentam reviver os ensinamentos do
gnosticismo é um tanto diferente do
gnosticismo clássico, embora as
conclusões sejam as mesmas. Enquanto
o gnosticismo original enxergava a
carne como algo não elevado o
suficiente para reter seres mais
evoluídos, esses neo-gnósticos fazem
uma verdadeira salada mista,
combinando o gnosticismo com a
doutrina católica do pecado original,
que surgiria muitos séculos depois.
15
Dizem os proponentes da doutrina de
que Yehoshua não teria sido um ser
humano como que Yehoshua não
poderia ter herdado um sangue ruim,
contaminado pelo pecado.
Evidentemente, a origem da doutrina de
que o "pecado contamina o sangue de
um bebê recém-nascido" não é bíblica.
A sua origem está em Agostinho, bispo
católico de Hipona no século IV. A
própria Enciclopédia Católica New
Advent admite que Sto. Agostinho foi o
primeiro proponente dessa crença.
Sobre ela, Agostinho escreveu: "a
luxúria transmite o pecado original
para a criança." (De Nup. et Concep.
1:23)
Agostinho tinha um propósito quando
formulou essa teoria. Agostinho tinha
muita dificuldade de entender o "yetser
hará" (inclinação ao mal), dado o corte
católico das raízes judaicas da fé, bem
como a de justificar a doutrina antibíblica
do batismo de infantes. Assim
sendo, a doutrina do pecado original
não foi formulada a partir de uma
simples análise das Escrituras, mas com
o propósito velado de tentar encontrar
algo que justificasse conceitos já
existentes.
Sobre os objetivos da doutrina de
Agostinho, o artigo da BBC de
Londres para a coluna "Religion and
Ethics" em 31/05/2005, entitulado "St.
Augustine and original sin", diz o
seguinte:
"Propósito da teoria
Agostinho desenvolveu sua idéia do
pecado original por diversas razões:
- para explicar a pressão praticamente
irresistível de se comportar mal, mesmo
nas pessoas santas;
- para justificar a necessidade de
batizar bebês o mais rápido possível
após o seu nascimento;
- para demonstrar que seres humanos
são totalmente dependentes da graça do
Eterno em sua bondade toda-poderosa;
- para derrotar as idéias de Pelágio,
um teólogo inglês;
A teoria de Agostinho
Agostinho via o pecado original
trabalhando de duas formas:
- culpa herdada por um crime;
- doença espiritual ou fraqueza;"
Como podemos ver, os propositores
dessa tese mesclaram essa formulação
católica de Agostinho do século IV,
com o gnosticismo que já afetava a
região do oriente-médio por volta do
primeiro século.
Tanto é fato que a formulação de
Agostinho é posterior, que as igrejas
católicas ortodoxas não reconhecem sua
formulação sobre o pecado original. A
"Orthodox Church of America", em
artigo denominado "St. Augustine &
Original Sin", publicado em seu website
(www.oca.org), afirma que, para eles, o
"pecado original" não é herdado pelo
ser humano em sua natureza, ao
contrário do que afirmam os neognósticos
agostinianos: "Contudo, o
Oeste [ie. o Catolicismo Romano]
também entende que os seres humanos
são, da mesma forma, 'culpados' do
pecado de Adão e Eva."
16
III - O Judaísmo e a Bíblia
Nem o Judaísmo nem a Bíblia ensinam
que o homem nasce com algum tipo de
contaminação por herança de sangue, ou
de semente. Na realidade, o homem
desenvolve uma natureza pecaminosa
por osmose, digamos assim. Ele vê seus
pais pecando desde o berço, recebe uma
criação imperfeita, vê o mal a todo
momento ao seu redor, e sofre tentações
desde que se entende por gente. Por essa
razão, desenvolve sua inclinação ao
mal.
Sobre isso, Alfred J. Kolatch relata no
"Livro Judaico dos Porquês":
"A doutrina do pecado original é
totalmente inaceitável para os judeus
(como o é para
segmentos cristãos como os Batistas e
Assembléias de Deus.) Os judeus crêem
que o homem entra no mundo livre do
pecado, com uma alma que é pura e
inocente e imaculada. Enquanto houve
alguns mestres judeus nos tempos
talmúdicos que criam que a morte era
uma punição trazida sobre a
humanidade em razão do pecado de
Adam, a visão predominante,
amplamente, era a de que o homem
peca porque ele não é um ser perfeito, e
não, conforme ensina o Cristianismo,
porque ele é inerentemente pecador."
Mais importante do que aquilo que o
Judaísmo tradicional ensina hoje é o
fato de que nunca, historicamente, o
Judaísmo creu que uma pessoa já nasce
contaminada por causa do pecado
original. Tal visão, como vimos, se
desenvolveu dentro do mundo católico.
A Bíblia também não ensina tal
doutrina, e diz isso claramente:
"A alma que pecar, essa morrerá; o
filho não levará a iniqüidade do pai,
nem o pai levará a iniqüidade do filho.
A justiça do justo ficará sobre ele e a
impiedade do ímpio cairá sobre ele." -
Yechezkel (Ezequiel) 18:20
O texto não poderia ser mais claro.
IV - O Ben Adam/Barnashá
Em diversas oportunidades, Yehoshua
se refere a si mesmo como "Ben Adam"
(no hebraico) ou como "Barnashá" (no
aramaico.) No hebraico, o termo
significa literalmente "filho de adão",
no aramaico, "filho do homem." Um
exemplo pode ser visto em Matitiyahu
(Mateus) 10:23:
"Quando pois vos perseguirem nesta
cidade, fugi para outra; porque em
verdade vos digo que não acabareis de
percorrer as cidades de Israel sem que
venha o Filho do homem."
No Tanach (Primeiro Testamento), o
termo sempre foi usado para se referir à
inferioridade da natureza humana (o
que, evidentemente, se enquadra
perfeitamente com o propósito de
YHWH, de "se esvair de Sua glória"),
conforme podemos ver em Iyov (Jó)
35:8:
"A tua impiedade faria mal a outro tal
como tu; e a tua justiça aproveitaria ao
filho do homem [ben Adam]"
Vemos que a expressão por si só já
seria suficiente para desbancar essa
teoria gnóstica de que Yehoshua não
teria sido um ser humano comum,
descendente de Adam. Afinal, Ele
próprio refere-se a si mesmo como
"filho de Adam." Se Ele não fosse
plenamente homem, se tivesse vindo
com algum tipo de "carne celestial",
17
como poderia referir-se a si mesmo
como "ben Adam"? Mesmo se
tomarmos a Yehoshua como sendo o
Adam Kadmon (o homem celestial), Ele
se refere a si próprio como "ben" Adam
(filho do homem.) Ou seja, uma
referência clara à Sua encarnação
enquanto homem comum.
É por isso que Rav. Sha'ul (Paulo) deixa
claro:
"Porque isto é bom e agradável diante
de Elohim nosso Salvador, que quer que
todos os homens se salvem, e venham
ao conhecimento da verdade. Porque há
um só Elohim, e um só Mediador entre
Elohim e os homens, Yehoshua
HaMashiach, homem." (Timoteus Alef/1
Timóteo 2:3-5)
Repare que Sha'ul (Paulo) fala que
Elohim é o Salvador (Mediador), mas
também se refere a Ele enquanto
homem. Fica clara a dupla-natureza de
Yehoshua nesse texto.
V - A Fragilidade da Carne
Em diversos momentos, Yehoshua
deixa clara a fragilidade de Sua carne,
algo que seria impossível se Ele viesse
apenas em aparência de carne, ou em
algum tipo de "carne celestial" (o que,
essencialmente, é o mesmo que dizer
que Ele não veio em carne, visto que
quando falamos da carne, obviamente
nos referimos à natureza humana.)
Vemos isso em Sua tentação:
"Então foi conduzido Yehoshua pela
Ruach ao deserto, para ser tentado pelo
acusador. E, tendo jejuado quarenta
dias e quarenta noites, depois teve
fome;" (Matitiyahu 4:1-2)
Ora, se Yehoshua não tivesse vindo em
carne, primeiramente não teria fome.
Em segundo lugar, a tentação de
haSatan não faria sentido algum, se Sua
carne não exibisse a mesma
possibilidade de fraqueza que todos nós
temos. Isso faria da tentação apenas um
showzinho para pregar uma peça em
haSatan – o que não faria qualquer
sentido dentro da lógica ou do propósito
de YHWH.
Vemos isso também quando Yehoshua
admite que Sua carne humana não
queria a morte:
"E, indo um pouco mais para diante,
prostrou-se sobre o seu rosto, orando e
dizendo: Meu Pai, se é possível, passe
de mim este cálice; todavia, não seja
como eu quero, mas como tu queres."
(Matitiyahu 26:34)
Novamente, o texto não faria sentido
algum se Yehoshua não tivesse vindo
em carne humana. Como poderia haver
um conflito de vontade entre Sua
Ruach, plenamente YHWH, e Sua
carne, se a mesma não fosse plenamente
humana? Fica absolutamente
incoerente.
VI - O Perigo do Gnosticismo
Fica clara a ingenuidade e
inconsistência dessa doutrina de que
Yehoshua seria apenas YHWH com
uma "aparência humana" mas sem vir
em carne humana. Mas existe uma
grande diferença entre uma doutrina ser
equivocada, e uma doutrina ser
perigosa. Onde está, afinal, o perigo de
tal doutrina?
Os principais problemas são dois:
1) Se Yehoshua não fosse, além de
YHWH, também plenamente homem,
18
não cumpriria todas as profecias
messiânicas. Assim como também não
as cumpriria se não fosse YHWH feito
carne. O ardil de haSatan está
justamente em tentar desfazer das claras
profecias que apontam para Yehoshua
HaMashiach.
2) Se Yehoshua não foi homem
comum, como poderia saber o que é
sofrer, ou ser tentado? A teoria do
pecado original nos distancia de
YHWH, podendo nos dar a idéia de que
"foi fácil para Yehoshua fazer tudo
aquilo" – dessa maneira, haSatan desfaz
do sofrimento de Yehoshua.
Vamos nos concentrar no primeiro
ponto, mostrando por meio das
profecias como Yehoshua precisava ser
100% homem.
VII - Semente de Avraham, Yitschak
e Ya'akov
"E disse Elohim: Na verdade, Sarah,
tua mulher, te dará um filho, e
chamarás o seu nome Yitschak, e com
ele estabelecerei a minha aliança, por
aliança perpétua para a sua Semente
depois dele." (Bereshit/Gênesis 17:19)
Como podemos ver no texto acima, a
promessa que YHWH dá a Avraham é a
de que a aliança se daria por meio da
semente de Avraham Avinu, e,
conseqüentemente, a semente de
Yitschak, etc.
Se Mashiach veio, como alegam os
gnósticos, "da pura semente de
YHWH", então não veio da semente dos
patriarcas. Assim sendo, a promessa de
YHWH a Avraham teria sido mentirosa,
ou Yehoshua não estaria qualificado na
condição de Mashiach.
A mesma promessa é repetida a
Ya'akov:
"Vê-lo-ei, mas não agora, contemplálo-
ei, mas não de perto; uma estrela
procederá de Ya'akov e um cetro subirá
de Israel, que ferirá os termos dos
moabitas, e destruirá todos os filhos de
Shet." (Bamidbar/Números 24:17)
VIII - Mashiach da Tribo de Yehudá
Em nosso artigo sobre "O Pai de
Yehoshua", demonstramos como a
associação tribal em Israel sempre se
deu por meio da semente, ie. da
descendência paterna. Mesmo se
admitíssemos que em um caso especial,
Mashiach seria nascido apenas do óvulo
de Miriyam (Maria), como crê o
Cristianismo tradicional, ainda assim
estaríamos longe do que alegam esses
neo-gnósticos. Eles também dizem que
o óvulo de Miriyam (Maria) era
"imundo" e que, por isso, óvulo e
semente teriam vindo diretamente de
YHWH. O problema é que, com isso,
Mashiach não tinha QUALQUER
descendência biológica do povo de
Israel. Mashiach não poderia ser
israelita, muito menos ainda pertencente
à tribo de Yehudá! Mais uma profecia
que Mashiach não poderia ter cumprido:
" O cetro não se arredará de Yehudá,
nem o legislador dentre seus pés, até
que venha o Ungido; e a ele se
congregarão os povos." (Bereshit
49:10)
Podemos entender que um anti-semita
tenha grandes anseios por dissossiar
Mashiach de Israel, ou da Casa de
Yehudá. Mas, que interesse poderia
alguém que diz seguir alguma forma de
Judaísmo ter em fazer tal alegação?
Creio que essa pergunta permanecerá
um mistério para todos nós.
19
IX - Semente de Yishai
"Porque brotará um rebento do tronco
de Yishai, e das suas raízes um renovo
frutificará." (Yeshayahu 11:1)
De forma poética, Yeshayahu nos faz
conhecer que Mashiach seria um
descendente de Yishai. Como podemos
ver, pela lógica supracitada, se
Mashiach veio de uma semente e de um
óvulo que não pertenceram à Casa de
Yishai, não cumpriu a profecia
supracitada.
X - Um Rei Das Entranhas de David
"Quando teus dias forem completos, e
vieres a dormir com teus pais, então
farei levantar depois de ti um dentre a
tua semente, o qual sairá das tuas
entranhas, e estabelecerei o Seu Reino.
Este edificará uma Casa ao Meu Nome,
e confirmarei o trono do seu reino para
sempre." (Sh'muel Beit/2 Samuel 7:12-
13)
Vemos aqui que YHWH promete a
David que um de seus descendentes
seria Rei eternamente. Mas não somente
isso, como ainda diz explicitamente que
tal descendente sairia de suas entranhas.
Isso não deixa qualquer dúvida.
O messias-gnóstico não poderia ser
nem Rei, pois o Reinado foi prometido
à semente de David, nem tampouco
cumpriu a profecia de ter vindo "das
entranhas de David."
XI - Profecia do Tanach: Mashiach
100% YHWH e 100% homem
Há uma clara profecia no Tanach que
diz que Mashiach seria tanto YHWH
quanto homem. Essa profecia-chave
para compreensão da identidade do
Mashiach é o que revela quem é o
Mashiach verdadeiro. Nem o messiasgnóstico
(que não veio em carne
humana) nem o messias-sub- deus
seriam capazes de cumprir essa
profecia, que nos identifica claramente a
identidade do verdadeiro Mashiach:
"Eis que vêm dias, diz YHWH, em que
levantarei a David um Renovo justo; e,
sendo rei, reinará e agirá sabiamente, e
praticará o juízo e a justiça na terra.
Nos seus dias Yehudá será salvo, e
Israel habitará seguro; e este será o
Seu Nome, com o qual Elohim o
chamará: YHWH Tsedekeinu."
(Yirmiyahu 23:5-6)
Vemos aqui algumas referências
claras a Mashiach:
- 100% YHWH
- 100% Homem
- Unificará as 2 Casas de Israel
- Promoverá a salvação
- Promoverá a justiça (Torá)
Não aceite imitações! Se um
personagem não se encaixa na profecia
supracitada, não pode ser declarado
Mashiach.
XII - A Origem da Doutrina
Gnóstica
Encerramos essa pequena exposição
com uma claríssima afirmação de
Yochanan, um dos emissários de
Yehoshua, sobre quem é o autor dessa
doutrina de que Yehoshua não teria
vindo com uma natureza humana/carne:
20
"Porque muitos enganadores saíram
contra Ele no mundo, os quais não
confessam que YehoshuaHaMashiach
veio em carne. Esse é o enganador, e o
falso mashiach." (Yochanan Beit/2
João 1:7)
As Escrituras não poderiam ser mais
claras! Yochanan já profetizava acerca
desses enganadores que sairiam ao
mundo promovendo a doutrina do falso
mashiach. Negar que Yehoshua veio em
carne é negar que Ele é o Mashiach de
Israel, e é negar as profecias a e Palavra
de YHWH. E, evidentemente, onde
YHWH é negado, impera aquele que é
iníquo.
XIII - Conclusão
Podemos perceber que tal doutrina é
muito mais do que simplesmente
equivocada: trata-se de um perigo real
entre nós. Se nossas conclusões sobre a
razão de tal perigo não forem
suficientes para alertar a todos, então
que pelo menos as palavras de
Yochanan não sejam ignoradas.
Uma doutrina que tem parte de suas
origens no gnosticismo tão combatido
por Yochanan, e parte na doutrina
católica do pecado original de
Agostinho de Hipona não pode ser
considerada bíblica, muito menos
saudável.
Que possamos ter a firmeza em nossos
corações sobre a identidade dAquele a
Quem temos servido. Sua identidade é
plenamente revelada em Yirmiyahu
(Jeremias) 23:5-6.
21
O que
É
salvação?
22
O Que é a Salvação?
Por James Trimm
Traduzido e Adaptado por Sha'ul
Bentsion
I – Introdução
Quantas vezes somos indagados:
"Você é salvo?" Ou quantas vezes
ouvimos falar do "plano de
salvação"? E, contudo, a verdade
impressionante é que a maioria das
pessoas que nos pergunta se
somos "salvos" ou se aproxima de
nós como o "plano de salvação"
sequer sabe o que é salvação ou
como "ser salvo." Este estudo
explicará, das próprias Escrituras, o
que a salvação real-mente é, e
como alguém pode ser "salvo."
Quando alguém te pergunta "você é
salvo?" A pergunta natural é "salvo
de quê?" "Salvar" é um verbo que
pede um objeto indireto. Contudo,
muitas pessoas que perguntam
"você é salvo?" não podem de fato
explicar o que querem dizer. De que
precisamos ser salvos? As
Escrituras, contudo, dão uma
resposta clara a essa pergunta. Na
época do nascimento do Messias,
sua mãe Miriyam (Maria), seguindo
as instruções de YHWH, dá ao
Messias o nome "Yehoshua" (a
forma masculina da palavra
hebraica para "salvação.")
Matitiyahu (Mateus) escreve desse
evento:
"ela dará à luz um filho, e ela o
chamará Yehoshua; porque ele
salvará o seu povo de todos os
seus pecados." (Mt. 1:21)
Aqui está a resposta à nossa
pergunta. O Messias veio para nos
salvar de todos os nossos pecados.
Assim, Yochanan (João) falou do
Messias, dizendo:
"No dia seguinte Yochanan viu a
Yehoshua, que vinha para ele, e
disse: Eis o Cordeiro de Elohim,
que tira o pecado do mundo."
(Yochanan 1:29)
O Messias veio nos salvar dos
nossos pecados, para remover o
pecado do mundo. É isso que a
"salvação" é, e é disso que
precisamos ser "salvos." Além
disso, esta não é uma idéia do
"Novo Testamento", esta é uma
idéia extraída diretamente do
Tanach ("Antigo Testamento"):
"Eis que a mão de YHWH não
está encolhida, para que não
possa salvar; nem agravado o
seu ouvido, para não poder ouvir.
Mas as vossas iniqüidades fazem
separação entre vós e o vosso
Elohim; e os vossos pecados
encobrem o seu rosto de vós,
para que não vos ouça."
(Yeshayahu/Isaías 59:1-2)
O homem precisa ser salvo do
pecado. Agora, analisemos por um
momento essas palavras, "salvar" e
"salvação." Essas palavras, no
português, possuem toda uma
bagagem a elas atribuída, e muita
teologia foi agregada a elas nos
últimos séculos, ao invés de fazerse
a leitura teológica a partir delas.
Como resultado, é interessante
traduzir essa mesma palavra
hebraica "yeshuá" por outras
palavras no português, que
descrevam o significado correto.
Outras possíveis traduções para
essa palavra são "livrar/livramento"
ou "resgate/resgatar." Existem duas
palavras aramaicas que são
comumente traduzidas como
"salvação" no texto aramaico do
"Novo Testamento," uma delas é
CHAYE, que significa "vida/vivificar"
e a outra é PURKANA, que vem da
23
raíz que significa "separar", e invoca
a imagem de alguém sendo
"resgatado" por ser "separado" de
uma ameaça. Neste caso,
precisamos nos separarmos do
pecado.
II - O que significa... "Pecado"
Agora que sabemos que "pecado" é
aquilo do qual o Messias veio nos
livrar (salvar), devemos entender
exatamente o que é o "pecado." Em
termpos simples, o pecado é não
observar a Torá, conforme o Tanach
("Antigo Testamento") nos diz:
"E, se alguma pessoa pecar, e
fizer, contra alguma das mitsvot
[mandamentos] de YHWH, aquilo
que não se deve fazer, ainda que
o não soubesse, contudo será ela
culpada, e levará a
suainiqüidade." (Vayicrá/Levítico
5:17) "Mas Yahu não teve cuidado
de andar com todo o seu coração
na Torá de YHWH Elohim de
Yisra'el, nem se apartou dos
pecados de Yarov'am, com que
fez pecar a Yisra'el."
(MelachimBeit/2 Reis 10:31) "Com
todo o meu coração te busquei;
não me deixes desviar das tuas
mitsvot [mandamentos.] Escondi
a tua palavra no meu coração,
para eu não pecar contra ti."
(Tehilim/Salmos 119:10-11)
Talvez a definição mais clara de
"pecado" seja dada no próprio
"Novo Testamento":
De fato, aquele porém que
comete pecado transgride a Torá,
pois todo pecado é transgressão
da Torá. (Yochanan Alef/1 João
3:4)
Em termos simples, o "pecado"
pode ser definido como
"transgressão da Torá." O Messias,
então, veio para nos resgatar
(salvar) da transgressão da Torá
(Mt. 1:21), e para "remover a
transgressão à Torá" (Jo. 1:29.) É
exatamente isso que a "salvação
bíblica é! Não confie em uma
palavra do que eu digo, examine por
você mesmo as Escrituras! Elohim
quer nos resgatar de transgredirmos
a Torá, removendo a transgressão à
Torá!
III - O Caminho da Salvação em
Romanos
Quantas vezes já ouvimos falar do
"Caminho da Salvação em
Romanos"? Contudo, uma
compreensão real do que são
"pecado" e "salvação" transforma
plenamente o entendimento do livro
de Ruhomayah/Romanos. Por
exemplo, em Ruhomayah/Romanos
6:1-2a, temos:
"Que diremos, pois? Permaneceremos
no pecado, para que
abunde a graça?
De modo nenhum..."
Significa:
"Que diremos, pois?
Permaneceremos transgredindo
a Torá, para que abunde a graça?
De modo nenhum..."
Sha'ul (Paulo) nos lembra que "o
salário do pecado é a morte' (Rom.
6:23a), e conforme o Tanach
("Antigo Testamento") atesta "a
alma que pecar, essa morrerá." (Ez.
18:4), isto é, o salário da
transgressão à Torá é a morte. Mas
ele continua:
"mas o dom gratuito de Elohim é
a vida eterna no Mashiach
Yehoshua nosso Senhor." (Rom.
6:23b)
24
Como o Messias veio para nos
salvar da transgressão à Torá, Ele
veio remover a transgressão à Torá,
e nos dar "vida."
IV - A Vida do Messias
Analisemos Ruhomayah (Romanos)
10:4. Essa é uma passagem que
também é mal compreendida.
Ela aparece na Almeida dizendo
que "Cristo é o fim da lei." A palavra
aramaica usada aqui para "fim" é
SAKEH. Por volta de 1893, quando
James Murdock S.T.D. (um cristão)
traduziu a Peshitta Aramaica para o
inglês (N. do T.: James Murdock
traduziu a Peshitta Ocidental, que é
corrigida segundo o grego, e não a
Peshitta Oriental, cujo texto é o
original, e justamente com o qual a
Peshitta Ocidental visava rivalizar,
em virtude da separação na
comunidade aramaica, parte da qual
seguiu no Catolicismo Romano), ele
traduziu essa palavra como
"objetivo." Ele anotou a palavra
original aramaica na margem e a
definiu ainda como "finalidade,
escopo, resumo." Essa palavra é
usada na literatura rabínica para
significar "contar", "somar" ou
"totalizar." No Talmud Babilônio,
essa paalvra é usada da seguinte
forma "... a SOMA dos pupilos de
um professor em uma classe
primária é de vinte e cinco." (b. Bat.
21a) O verbo-raíz desse substantivo
aramaico significa "calcular, contar,
somar" ou "buscar, esperar."
Com essa palavra aramaica, Sha'ul
(Paulo) não está dizendo que o
Messias é a DESTRUIÇÃO da Torá,
mas sim que o Messias é o objetivo,
a meta, o escopo, o resumo, a
contagem, o total, e a soma da
Torá! Sha'ul (Paulo) está dizendo
que o Messias é a Torá. O Messias
é a SOMATÓRIA da Torá. Rom
10:5 então continua, dizendo:
"Porque Moshe escreve que o
homem que pratica a justiça que
vem da Torá 'viverá por ela'. (Lev.
18:5)"
Lembre-se agora de que Sha'ul
(Paulo) acabara de dizer que o
Messias é a somatória da Torá, e
agora ele está citando a Torá para
provar que a "vida" vem da Torá!
Então, em Rom. 10:6-8, Sha'ul
(Paulo) continua, dizendo:
"E é a justiça que vem pela fé.
Assim [Moshe] diz: 'Não digas em
teu coração: Quem subirá ao céu'
(Dt. 30:12) e trará do alto ao
Mashiach? Ou: 'Quem descerá à
profundeza do She'ol e fará subir'
(Dt. 13:13) ao Mashiach dentre os
mortos? Mas que diz? 'A palavra
está perto de ti, na tua boca e no
teu coração;' (Dt. 30:14) isto é, a
palavra da fé, que pregamos."
Agora, os comentaristas cristãos
dizem que Sha'ul (Paulo) está
contrastando "a justiça que vem da
Torá" (Rom. 10:5) com "a justiça
que vem pela fé" (Rom. 10:6) para
provar que o Messias é o
"fim/destruição" da Lei, conforme
supostamente dito em Rom. 10:4.
Há vários problemas com essa
interpretação.
Para começar, já demonstramos
que o ponto de vista de Sha'ul
(Paulo) em Rom. 10:4 não é o de
que o Messias é a destruição da
Torá, mas que o Messias é o
objetivo e a somatória da Torá.
Em segundo lugar, Rom. 10:5 e
Rom. 10:6f ambos citam passagens
da Torá para provar os seus pontos.
Em terceiro lugar, esses
comentaristas distorcem
completamnete o ponto que Sha'ul
25
(Paulo) está enfatizando em Rom.
10:6-8.
Quando Sha'ul (Paulo) ensinava
aos bereanos, em Atos 17, nos é
dito que eles checavam "as
Escrituras" para ver se aquilo que
Sha'ul (Paulo) dizia podia ser
encontrado lá, e Sha'ul (Paulo)
disse que eles eram mais nobres do
que os outros que ele ensinara, por
fazerem isso. Agora, as únicas
Escrituras que eles tinham naquela
época eram as do Tanach ("Antigo
Testamento"), então os bereanos
olhavam as passagens que ele
citava no Tanach ("Antigo
Testamento") para verem se ele
estava aplicando as suas palavras
corretamente, conforme estão no
Tanach ("Antigo Testamento").
Então, sejamos bons bereanos e
analisemos a porção da Torá que
Sha'ul (Paulo) cita em Rom. 10:6-8
para vermos o que ela de fato diz,
em seu contexto, e para vermos
como Sha'ul (Paulo) a aplicou.
Sha'ul (Paulo) está citando Dt.
30:12-14. Para entendermos o
contexto, começaremos pelo
versículo 9, e estenderemos a
citação até o versículo 16:
"9 E YHWH teu Elohim te fará
prosperar em toda a obra das
tuas mãos, no fruto do teu ventre,
e no fruto dos teus animais, e no
fruto da tua terra para o teu bem;
porquanto YHWH tornará a
alegrar-se em ti para te fazer bem,
como se alegrou em teus pais,
10 Quando deres ouvidos à voz
de YHWH teu Elohim, guardando
as suas mitsvot (mandamentos) e
os seus estatutos, escritos neste
livro da Torá, quando te
converteres a YHWH teu Elohim
com todo o teu coração, e com
toda a tua alma.
11 Porque esta mitsvá
(mandamento), que hoje te
ordeno, não te é encoberto, e
tampouco está longe de ti.
12 Não está nos céus, para
dizeres: Quem subirá por nós aos
céus, que no-lo traga, e no-lo faça
ouvir, para que o cumpramos?
13 Nem tampouco está além do
mar, para dizeres: Quem passará
por nós além do mar, para que
no-lo traga, e no-lo faça ouvir,
para que o cumpramos?
14 Porque esta palavra está mui
perto de ti, na tua boca, e no teu
coração, para a cumprires.
15 Vês aqui, hoje te tenho
proposto a vida e o bem, e a
morte e o mal;
16 Porquanto te ordeno hoje que
ames a YHWH teu Elohim, que
andes nos seus caminhos, e que
guardes os seus mandamentos, e
os seus estatutos, e os seus
juízos, PARA QUE VIVAS, e te
multipliques, e YHWH teu Elohim
te abençoe na terra a qual entras
a possuir." (Dt. 30:9-16)
Agora, o primeiro, e mais
importante, ponto está em Dt.
30:12-13: É a Torá que não
precisamos fazer descer a nós.
Mas, na citação de Sha'ul (Paulo), é
o "Messias" quem não precisa ser
feito descer a nós. Sha'ul (Paulo)
está aplicando a sua lógica de que o
Messias é a somatória da Torá, a
partir de Rom. 10:4 (e assim
confirmando que estamos corretos
no nosso entendimento de SAKEH
em Rom. 10:4).
Além disso, quando Sha'ul (Paulo)
diz "A palavra está perto de ti, na
tua boca e no teu coração;' isto é, a
palavra da fé, que pregamos."
(Rom. 10:8), as Escrituras dizem
"Porque esta PALAVRA está mui
perto de ti, na tua boca, e no teu
26
coração, para a cumprires." (Dt.
30:14).
Então a "palavra de fé " em Rom.
10:8 é claramente a mesma
"palavra" de Dt. 30:14. Mas, em Dt.
30:14, essa "palavra" é
CLARAMENTE a Torá!
Em outras palavras, Rom. 10:8
pode ser entendido como "A TORÁ
está perto de ti, na tua boca e no
teu coração, a qual é a TORÁ da fé,
que pregamos."
Em quarto lugar, encontramos em
Dt. 30:15-16 um paralelo com o
significado de Lev. 18:5, que diz:
"Portanto, os meus estatutos e os
meus juízos guardareis; os quais,
observando-os o homem, viverá
por eles. Eu sou YHWH."
(Vayicrá/Levítico 18:5)
Podemos ver com clareza que
Sha'ul (Paulo) está citando essas
duas passagens em conjunto, e não
contrastando-as, porque elas
ensinam exatamente a mesma
coisa!
Finalmente, se voltarmos para Rom.
10:6, que cita Dt. 30:12, e olharmos
atentamente para a frase que Sha'ul
(Paulo) cita "quem subirá por nós
aos céus", no original hebraico de
Dt. 30:12, e se tomarmos a primeira
letra de cada palavra para
formarmos uma nova palavra (esta
é uma técnica conhecida como
"Notarikon"), então formamos a
palavra hebraica MILÁ (que pode
significar "palavra" ou "entrada" - N.
do T.: também usada para
circuncisão, figurativamente, por ser
a "entrada na aliança" realizada
pelo bebê), e se tomarmos a última
letra de cada palavra, encontramos
o Nome de YHWH. Então, ocultado
e inserido nessa frase do hebraico
está a expressão "Palavra de
YHWH"! O ponto principal de Sha'ul
(Paulo) é o de que tanto o Messias
quanto a Torá são a "Palavra de
YHWH"!
Agora, a medida que
Ruhomayah/Romanos continua,
lemos:
"9 Porque, se com a tua boca
confessares a nosso Senhor
Yehoshua, e em teu coração
creres que Elohim o ressuscitou
dentre os mortos, terás a vida;
10 pois o coração que crê nEle é
tornado justo, e a boca que O
confessa tem a vida.
11 Porque o Tanach diz: Ninguém
que nele crê será confundido.
12 Porquanto não há distinção
entre judeu e arameu; porque o
mesmo YHWH o é de todos, rico
para com todos os que o
invocam.
13 Porque: Todo aquele que
invocar o Nome de YHWH será
salvo." (Rom. 10:9-13)
Repare na progressão do
pensamento:
Ponto 1: O Messias é a somatória
da Torá (Rom. 10:4)
Ponto 2: A Torá traz vida. (Rom.
10:5-8)
"Porque Moshe escreve que o
homem que pratica a justiça que
vem da Torá 'viverá por ela.' (Lev.
18:5""...Vês aqui, hoje te tenho
proposto a VIDA e o bem, e a
morte e o mal; Porquanto te
ordenohoje que ames a YHWH
teu Elohim, que andes nos seus
caminhos, e que guardes os seus
mandamentos, e os seus
estatutos, e os seus juízos, PARA
27
QUE VIVAS..." (Dt. 30:15-16)
(Indicado por Rom. 10:6-8, que
cita Dt. 30:12-14)
Ponto 3: O Messias traz a vida
(Rom. 10:9-10)
9 Porque, se com a tua boca
confessares a nosso Senhor
Yehoshua, e em teu coração
creres que Elohim o ressuscitou
dentre os mortos, terás a VIDA;
10 pois o coração que crê nEle é
tornado justo, e a boca que O
confessa tem a VIDA. (Rom 10:9-
10)
Ponto 4: O "Nome de YHWH" traz
a vida (Rom. 10:13)
13 Porque: Todo aquele que
invocar o Nome de YHWH será
salvo." (Rom. 10:9-13, citando
Yo'el/Joel 2:32)
(Neste momento, devo acrescentar
que Sha'ul (Paulo) está claramente
escrevendo sua carta em aramaico.
No aramaico, "vida" e "salvação"
são a mesma palavra, por vezes
ambígüa, mas tanto no hebraico
quanto no grego, "vida" e "salvação"
são palavras diferentes.) Rom. 7:1-
7, traduzido do aramaico, diz:
1 Ou ignorais, irmãos (pois falo
aos que são instruídos na Torá),
que a Torá tem domínio sobre o
homem por todo o tempo que ele
vive?
2 Porque a mulher casada, pela
Torá, está ligada pela a seu
marido enquanto ele viver; mas,
se ele morrer, ela está livre do
marido pela Torá.
3 E se o marido está vivo e ela
tiver relações com outro homem,
ela se torna adúltera; mas, se ele
morrer, ela está livre pela Torá, e
assim não será adúltera caso se
case com outro marido.
Sha'ul (Paulo) faz uma ilustração a
partir da Lei Judaica (N. do T: e
também do casamento judaico.
Muitos cristãos ignoram o fato de
que o casamento judaico possui um
noivo, uma noiva e um contrato, e
que para Yisra'el, a Torá sempre foi
o contrato de casamento, então não
faria sentido a tradução cristã
convencional de que a mulher se
casou com a Lei.)
A mulher está atrelada ao marido
enquanto ele viver. Ela não pode se
casar enquanto ele for vivo (a não
ser, evidentemente, que ele se
divorcie dela), até que ele morra.
4 Assim também vós, meus
irmãos, fostes mortos [para o
pecado] pela Torá mediante o
corpo do Mashiach, para
pertencerdes a outro, àquele que
ressurgiu dentre os mortos a fim
de que demos fruto para Elohim.
Com relação à Torá, morremos com
o Messias, e somos libertos do
nosso marido anterior, O PECADO,
assim nos permitindo tornarmo-nos
noiva do Messias!
5 Pois, quando estávamos na
carne, as paixões dos pecados,
suscitadas através da Torá,
operavam em nossos membros
para darem fruto para a morte.
6 Mas agora fomos libertos por
este aspecto da Torá, havendo
morrido para aquilo em que
estávamos retidos, para
servirmos em novidade de
espírito, e não na velhice da letra.
A Torá nos permite sermos noiva ou
de YHWH, ou do pecado. Uma vez
que morremos com o Messias,
28
estamos livres do pecado, e
podemos agora nos tornarmos
noiva do Messias.
7 Que diremos então? É a Torá
pecado? De modo nenhum!
Contudo, eu não conheci o
pecado senão através da Torá;
porque eu não conheceria a
cobiça, se a Torá não dissesse:
Não cobiçarás.
Sha'ul (Paulo) está preocupado que
o leitor entenda equivocadamente a
sua ilustração como se fosse um
ensinamento de que o nosso noivo
anterior fosse a Torá, da qual
teríamos sido libertos para nos
ligarmos ao Messias. É claro que
não! - diz Paulo.
O pecado foi o nosso primeiro amor,
e nosso antigo marido, do qual a
Torá nos liberta, mas A TORÁ NÃO
É PECADO (ela simplesmente
reconhece que nos casamos ou
com o pecado ou com o Messias) e,
uma vez que A TORÁ NÃO É
PECADO, então a Torá NÃO é o
nosso antigo marido, e nós NÃO
estamos livres da Torá para nos
unirmos ao Messias. Na realidade, a
Torá é o instrumento que
justamente nos permite nos
casarmos com o Messias. Sem a
Torá, não existe casamento!
Conclusão
Então, o que é a salvação?
A salvação é ser livrado da
transgressão da Torá, e é a vida
que vem da Torá Viva, Yehoshua o
Messias.
29
Doutrina
da
Trindade
30
Origem da Doutrina da
Trindade Cristã
The New Encyclopædia Britannica diz:
“Nem a palavra Trindade, nem a
doutrina explícita, como tal, aparecem
no Novo Testamento, e nem Yahoshua
ou seus seguidores tencionaram
contradizer o Shema do Velho
Testamento, ou seja nem o Cristo nem
seus discipulos, pregaram, ou
escreveram uma só linha sobre a
trindade, mas se trata de uma doutrina
humana, vejamos a seguir:
‘Ouve, ó Israel: O Senhor, nosso
Elohym, é um só Senhor’ (Deut.
6:4).
A doutrina da trindade desenvolveu-se
gradualmente com o decorrer dos
séculos, enfrentando muitas
controvérsias. . . . Por volta do fim do
4.° século . . . a doutrina da Trindade
tomou substancialmente a forma que
desde então tem conservado.” —
(1976), Micropædia, Vol. X, p. 126. A
New Catholic Encyclopedia diz: “A
formulação de ‘um só Deus em três
Pessoas’ não foi solidamente
estabelecida, de certo não plenamente
assimilada na vida cristã e na sua
profissão de fé, antes do fim do 4.°
século. Mas, é precisamente esta
formulação que tem a primeira
reivindicação ao título o dogma da
Trindade. Entre os Pais Apostólicos,
não havia nada, nem mesmo
remotamente, que se aproximasse de tal
mentalidade ou perspectiva.” — (1967),
Vol. XIV, p. 299.
Em The Encyclopedia Americana
lemos: “O cristianismo derivou-se de
longe do judaísmo como uma sombra
torta e sem conteúdo provavél, e o
judaísmo era estritamente unitário [cria
que o Eterno é uma só pessoa]. O
caminho que levou de Jerusalém a
Nicéia dificilmente foi em linha reta. O
trinitarismo do quarto século de forma
alguma refletiu com exatidão o
primitivo ensino judaico cristão sobre a
natureza do Deus romano, criado
posteriormente, isso; foi, ao contrário,
um desvio do ensinamento da verdade
que era pregada pelos apostolos e
seguidores de Yehshua o Messias
judeu.” — (1956), Vol. XXVII, p.
294L. Segundo o Nouveau Dictionnaire
Universel: “A trindade platônica, que
em si é meramente um rearranjo de
trindades mais antigas, que remontam
aos povos anteriores, parece ser a
trindade filosófica racional de atributos
que deram origem às três hipóstases ou
pessoas divinas ensinadas pelas igrejas
cristãs. . . . O conceito deste filósofo
grego [Platão, do 4.° século AEC] sobre
a trindade divina . . . pode ser
encontrado em todas as religiões
[pagãs] antigas.” — (Paris, 1865-1870),
editado por M. Lachâtre, Vol. 2, p.
1467. trindade religiosa teve sua origem
no Egito, onde se estendeu até Roma no
ano 312 de nossa era. No Egito antigo,
os templos cultuavam uma trindade
entre o baal OSIRIS, a baalin virgem
ISIS e o filho Baal menino concebido
da virgem ISIS.
Estes templos se estendiam até Roma,
onde haviam cultos religiosos em
louvor à ISIS, mãe virgem com os seios
desnudos amamentando uma criança,
representada por uma estátua nos altares
romanos e Egípcios. No ano 312,
quando Irineu compilou o novo
testamento e implantou o cristianismo
catolico Romano, os templos de ISIS
foram saqueados e destruídos, sendo a
trindade substituída por templos
31
católicos Romanos, onde Maria, Mãe de
Iesus Christus ficou com o Trono de
ISIS, onde OSIRIS foi substituído por
Deus (substituindo YHWH), sendo
Iesus Christus o filho desta trindade que
nunca lhe pertenceu por ser espoliada
do Egito antigo, em detrimento a seus
deuses. A santíssima trindade pertence a
religião Egípcia; mas foi absorvida
pelos católicos e pelos protestantes.
Este fato se deu em função do domínio
Romano em campanhas de Guerra
contra os Egípcios! Então, baseado
neste conceito histórico e verdadeiro, é
que baseia-se em afirmar
verdadeiramente que a trindade romana
é pagã, e os catolicos roubaram do
Egito, e os protestantes estão dando
seguimento as criações e cópias
romanas.
REGISTROS
HISTÓRICOS
CONFIRMAM:
TRINDADE CELESTIAL É CRIAÇÃO DA
TRIÚNIDADE HUMANA EM ROMA.
FORMADA POR TRÊS PESSOAS:
TERTULIANO (inventou),
ATANÁSIO (defendeu) e
CONSTANTINO (decretou), [não são
três deuses, mas um só demônio que
inspirou o trio.]
Estudos claros e transparentes já foram
realizados com base exclusiva nas
escrituras, e deixam nitidamente
esclarecido a inexistência de uma
trindade na Divindade. Infelizmente as
igrejas cristãs sairam dos trilhos da
verdade e simplicidade do Evangelho e
adotou os deuses pagãos e do
cristianismo popular.
Através deste compêndio, buscamos na
História, localizar ONDE, QUANDO, e
QUEM instituiu o dogma da santíssima
trindade, em substituição ao Criador que
as escrituras ensina e a Seu único Filho.
As obras citadas ou copiadas, estão
informadas logo após a citação, para
facilitar ao leitor saber a verdadeira
origem e quais são as mesmas. O Texto
entre aspas " " são a citação, sendo que
os comentários estão sem aspas. Nas
citações, o negrito e o sublinhado não
constam nos originais.
Ao se realizar a busca para encontrar o
autor humano do herético dogma da
trindade (visto o verdadeiro autor ser
Satanás, para des-personalizar o
Eterno), descobrimos uma tríade ou
trindade satânica, formada por três
homens ao serviço do Inimigo.
Vamos aos fatos históricos:
A PATRÍSTICA E OS PADRES
DA IGREJA
"Patrística foi o nome dado ao
pensamento cristão do II ao III século,
até o começo da filosofia eclesiástica,
que vai do século IV ao século IX. Ela
recebeu esse nome (patrística) porque
representa o pensamento dos padres da
igreja, que construíram a teologia
católica" (História da Filosofia -
Padovani e Castanhola, Ed.
Melhoramentos, pg 147).
"A primeira síntese doutrinal
antecessora do credo, surgiu só no III
século, como os padres alexandrinos e
africanos: Orígenes, Tertuliano,
Gregório e Naziazeno" (Idem pág 149)
"A patrística agostiniana, no século IV,
surgiu em conseqüência da necessidade
de se defender a igreja dos ataques
arianos" (Idem pág 153)
32
A PRIMEIRA OBRA EM
DEFESA DA TRINDADE
"Tertuliano (150-230) é o criador da
língua latina cristã" (História de Roma -
Ed. Vozes,pg 371). Como criador da
língua, ele cunhou o termo trindade,
para expressar uma idéia bizarra para
dar ar de mistério a sua invencionice. A
primeira obra que cita a trindade e faz
apologia da mesma, é sua obra,
chamada de "TRATADO DE
PRAXEAM", onde "Tertuliano expõe
em linguagem vigorosa, firme e clara, a
doutrina sobre a santíssima trindade.
Desvia-se porém da ortodoxia, quando
se perde em especulações individuais"
(História de Roma - Ed. Vozes,pg
371,372).
Tertuliano lançou assim, em seu tratado,
a criação da palavra, do significado
controverso dela, e o primeiro marco da
introdução da trindade no cristianismo.
Sua obra foi muito questionada pelos
padres da época.
O PRIMEIRO CONCÍLIO
ECUMÊNICO
"Constantino resolveu convocar o I
Concílio ecumênico, isto é, universal,
da igreja. Convidou todos os bispos a se
reunirem em Nicéia e promoveu fundos
para os gastos. Compareceram 318
bispos de várias partes, mostrando como
já estava desenvolvida a igreja. No dizer
de Duran, Ário reafirmou seu conceito
de que Iesous Christus era um ser
'criado', 'divino' por participação, mas
não igual ao pai. Hábeis argumentos o
levaram a admitir que se cristo fosse
criatura e tivesse um começo, nesse
caso podia mudar, e se podia mudar,
podia passar da virtude para o vício. As
respostas foram lógicas, honestas e
lúcidas. Atanásio, o eloqüente e
belicoso, que o bispo Alexandre trouxe
com uma espada teológica tornou claro
que 'se o Cristo e o espírito santo não
eram da mesma substancia que o pai,
então o politeísmo triunfaria. Ele
(Atanásio) admitiu a dificuldade de
representar três pessoas distintas em
uma só, mas argumentou que a razão
deve-se curvar diante do mistério da
trindade." (Historia da Civilização - 3ª
Parte, "De César à Cristo", pág 361).
Atanásio temia o politeísmo e então
como meio de "defender" o
cristianismo, introduziu-o dentro o
cristianismo o politeísmo disfarçado de
monotéismo.
"Para a igreja, porém, o ponto de
'consubstanciação' contra mera
similaridade do Pai e do Filho, era vital
tanto a luz da teologia quanto da
política: se cristo não era o Criador,
toda a estrutura da igreja estaria
ameaçada e se fosse permitido aos
cristãos duvidarem desse ponto, a
confusão poderia destruir a unidade da
igreja; portanto, o seu valor como
suporte para o estado" (Historia da
Civilização - 3ª Parte, "De César à
Cristo", pág 361).
Notemos que havia mais interesses
políticos em jogos que a busca da
verdadeira doutrina bíblica.
AS DELIBERAÇÕES DO
CONCÍLIO E O CREDO
NICENO
Até o concílio de Nicéia (Ao contrário
do Sínodo, pois o sínodo é regional, e o
Concílio é mundial - mesmo que não
compareça representantes de todo
mundo) não havia uma filosofia nem
disciplina eclesiástica definida quanto à
páscoa cristã, ao repouso dominical
como culto ao Sol comum deus, e nem
tão pouco sobre o trinitarismounitarista.
No "Concílio de Nicéias, em
325, se confirmou o domingo como dia
do senhor, homenageando a
ressurreição de Cristo", "a santíssima
33
trindade como conceito de Deus, a
comemoração do natal em 25 de
dezembro", e "a páscoa no 1º domingo
de lua cheia da primavera" (Caderno
Vozes nº 50 pg 41, Editora Vozes).
Além das deliberações acima citadas,
impostas por Constantino á igreja em
Nicéia, Constantino também mandou
lavrar o credo conforme seu
entendimento, que,originalmente dizia:
" 'Creio em um Deus, o pai, todo
poderoso, que fez todas as coisas (...) e
em um só senhor, Iesus Christus, o filho
de Dious, gerado (...) mas não feito,
sendo da mesma substancia que o pai
(...) que desceu e se fez carne, se fez
homem, sofreu (...) ali desceu aos
infernos para pregar aos mortos (...)
levantou-se de novo no terceiro dia,
subiu ao céu e julgará os vivos e os
mortos (...) e também no espírito santo.'
Esse credo original é diferente do credo
hoje em uso, foi feito revisão em 362 e
em 381." (Historia da Civilização - 3ª
Parte, "De César à Cristo", pág 362).
Apesar de Constantino ter legislado na
igreja, a união da igreja e do estado
ainda não estava completamente
sacramentada. Mas desde o momento
que Constantino impôs seu credo,
perseguições começaram a se levantar
contra os que não o aceitavam.
Quando Constantino se mudou para
Bizâncio e a batizou com seu nome,
Constantinopla, "foi um duro golpe para
a igreja romana. Infelizmente, do ponto
de vista de Roma, o vitorioso era a seita
dos arianos". "Isto dividiu a igreja e
grande parte dela, no oriente, preferiu
seguir o imperador" e o seu credo.
Da época do apostolo Paulo até a época
de Constantino, os cristão foram
perseguidos por que Guardavam o
sábado, não seguia as trindades pagãs e
nem eram politeístas, não existia a
trindade cristã, não comemoravam o
natal e nem datas natalícias. Até o ano
de 303 foram decretados quatro Editos
contra os cristãos (Historia de Roma -
Editora Vozes pág 342).
A CONVERSÃO DE
CONSTANTINO E A UNIÃO DA
IGREJA COM O ESTADO
"Em 311, em um Edito inesperado, que
traz o nome de Galério Licínio e
Constantino, sustou a perseguição. O
Edito de Milão em 313 pôs fim a
perseguição dos cristãos" (idem pág
346).
"Constantino se converteu a um
cristianismo ambíguo e só foi batizado
ás portas da morte". "A iconografia, ou
ilustrações por imagens partiu de
Constantino", "que consolidou o
símbolo do peixe", e "das imagens"
(Idem pág 363).
"Apesar de Constantino ter promulgado
o credo de Nicéia" (Caderno Vozes n.
50,pg 41 - Editora Vozes) "esperou até
o fim de sua vida, quando não tinha
mais forças para pecar, para ser
batizado" (Vida Sexual dos Papas, pág
30)
"A organização e sobrevivência da
igreja requeria certas rigidez de
doutrina, e valorizou aquela unidade
fundamental da fé, que iria dar a igreja
medieval o nome de católica, isto é,
universal". "Formou por meio de
Constantino as alianças do imperador
com a fé triunfante, já tão triturada e
misturada a cultura romana". "Uma
nova civilização baseada em uma nova
religião, iria agora se reerguer das
34
ruínas de uma cultura exausta e de um
credo moribundo, começava a idade
média" (Historia da Civilização - 3ª
Parte, "De César à Cristo", pág 362).
O estado passou a se subordinar a igreja
e a igreja ao estado, impondo as crenças
em que a população poderia crer, e ter
um domíno politico mais efetivo. "Em
386, em Trier, Alemanha, os bispos
executaram Priscillian e seus seguidores
por duvidarem da trindade". "Em 550 o
imperador Justiniano matou multidões
de judeus messianicos e cristãos gentios
dissidentes para impor sua ortodoxia
cristã (Perseguições Religiosas -
Ediouro - pág 53).
Foi "em 380, o imperador Teodósio
proclama oficialmente o cristianismo
como a única religião do estado. Em 12
anos todos os outros cultos diferentes do
católico são definitivamente proibidos"
(Lado negro do Cristianismo).
Mas foi somente no governo de
Justiniano, que governou de 527 a 565,
que foi acumulada a função de Chefe de
Governo e chefe da igreja, essa união
recebeu o nome de "Cesaropapismo".
Justiniano instituiu assim o papado,
onde figurava como bispo principal e
chefe tanto do Estado quando da igreja,
ou seja o papa é o governante de Roma
como estado e é o governante de igreja
católica. Atualmente o papa Bento XVI
também acumula essas funções,
oriundas de Justiniano. (Historia Geral -
Antonio Pacheco e Pedro Bastos,pg 46).
Como podemos observar, o dogma da
trindade foi arquitetado por
TERTULIANO em seu ADVERSUS
PRAXEAM, foi defendido por
ATANÁSIO, e foi instituído por
CONSTANTINO.
CONSTANTINO não arquitetou o
dogma da santíssima trindade, mas o
implantou no seu império.
TERTULIANO INVENTOU,
ATANÁSIO DEFENDEU E
CONSTANTINO OBRIGOU OS
CRISTÃOS A ACREDITAR NESSE
DOGMA.
Essa trindade de homens, sob o
comando de Satanás, perverteu o
cristianismo primitivo, praticado pelos
judeus messianicos e cristãos gentilicos
e abriu as portas para que Justiniano, em
527, instituísse o papado e se tornasse o
primeiro papa com poderes ilimitados
no âmbito civil e religioso, sem precisar
de consultar nenhum governo para
impor seus dogmas.
AS IMPLICAÇÕES NA VIDA
PRÁTICA
Como ficou mostrado, o dogma da
santíssima trindade foi criado pelo
padre Tertuliano, que pela primeira vez
o cita em sua obra. Foi Advogado por
Atanásio (que quando apertado, alegou
que a razão deveria se curvar ao
mistério da santíssima trindade - pois
tinha o apoio de Constantino), e foi
oficialmente decretado por Constantino.
Foram feitas algumas alterações no
credo de Constantino, mas o ponto é
que Constantino também mudou outras
doutrinas cristãs e preparou o terreno
para a igreja mudar também, afastando
de vez o judaismo e apagando todos os
traços do Criador revelando aos
hebreus, nascendo assim “DEUS”e
apagando YHWH.
Dentre as principais mudanças feitas
por Constantino, destacamos:
· Substituição do Sábado para o
Domingo dia do Deus Sol;
· Instituição de comemorar o Natal em
35
25 de dezembro, nascimento do Messias
que nas escrituras apontam pra outra
data, muito diferente da data cristã
romana;
· Aplicação do dogma da santíssima
trindade, feito por Tertuliano e
defendido por Atanásio;
· Invenção do pecado original, e
conseqüente batismo de Crianças;
· Santificação de feriados religiosos, em
homenagem a pessoas e eventos;
· Santificação de pessoas que foram
perseguidas e mortas pelo império
romano, abrindo as portas para Roma
cristã adorar santos.
· Criação de intermediário entre
Dious(deus) e os homens, com a
inclusão dos padres e dos santos.
Convém salientar que Constantino foi
peça chave para a criação da igreja
católica, tanto política quando
religiosamente, e usaram a figura de
Iesous Chistus como o fundador do
cristianismo, mais uma grande mentira,
o Cristo judeu não criou nenhuma nova
religião e nem mudou seu nome para
Iesous ou Jesus, isso é o sinal da
apostasia.
E agora irmão, que faremos?
Como única referencia bíblica deste
estudo histórico sobre o dogma da
santíssima trindade, vejamos o que diz
Mateus 15: 8-9.
"Este povo honra-me com os lábios; o
seu coração, porém, está longe de mim.
Mas em vão me adoram, ensinando
doutrinas que são preceitos de homem."
Que possamos adorar ao nosso Criador,
único e mantenedor do Universo, e a
seu filho primogênito, Yehoshua o
Messias, mantendo a comunhão com a
verdade. Não três deuses, mas um
Senhor e seu filho unigênito. Que
deixemos de lado esse deus trindade,
criado por uma trindade de homens -
Tertuliano, Atanásio e Constantino - e
nos firmamos em YHWH vivo.
Jeremias 23
1 Ai dos pastores que destroem e
dispersam as ovelhas do meu
pasto, diz o YHWH.
2 Portanto assim diz YHWH o
Senhor de Israel, contra os
pastores que apascentam o meu
povo: Vós dispersastes as minhas
ovelhas, e as afugentastes, e não
as visitastes; eis que visitarei
sobre vós a maldade das vossas
ações, diz YHWH.
3 E eu mesmo recolherei o
restante das minhas ovelhas, de
todas as terras para onde as tiver
afugentado, e as farei voltar aos
seus apriscos; e frutificarão, e se
multiplicarão.
4 E levantarei sobre elas pastores
que as apascentem, e nunca mais
temerão, nem se assombrarão, e
nem uma delas faltará, diz o
Senhor
5 Eis que vêm dias, diz YHWH,
em que levantarei a Davi um
Renovo justo; e, sendo rei, reinará
e agirá sabiamente, e praticará o
juízo e a justiça na terra.
6 Nos seus dias Judá será salvo, e
Yisrael habitará seguro; e este será
o seu nome, com o qual Senhor o
chamará: YHWH JUSTIÇA
NOSSA.
36
7 Portanto, eis que vêm dias, diz
YHWH, em que nunca mais dirão:
Vive o Senhor, que fez subir os
filhos de Israel da terra do Egito;
8 Mas: Vive o Senhor, que fez
subir, e que trouxe a geração da
casa de Israel da terra do norte, e
de todas as terras para onde os
tinha arrojado; e habitarão na sua
terra.
Falsos profetas
9 Quanto aos profetas, já o meu
coração está quebrantado dentro
de mim; todos os meus ossos
estremecem; sou como um
homem embriagado, e como um
homem vencido de vinho, por
causa do Senhor, e por causa das
suas santas palavras.
10 Porque a terra está cheia de
adúlteros, e a terra chora por causa
da maldição; os pastos do deserto
se secam; porque a sua carreira é
má, e a sua força não é reta.
11 Porque tanto o profeta, como o
sacerdote, estão contaminados; até
na minha casa achei a sua
maldade, diz YHWH.
12 Portanto o seu caminho lhes
será como lugares escorregadios
na escuridão; serão empurrados, e
cairão nele; porque trarei sobre
eles mal, no ano da sua visitação,
diz YHWH.
13 Nos profetas de Samaria bem
vi loucura; profetizavam da parte
de Baal, e faziam errar o meu
povo Israel.
14 Mas nos profetas de Jerusalém
vejo uma coisa horrenda:
cometem adultérios, e andam com
falsidade, e fortalecem as mãos
dos malfeitores, para que não se
convertam da sua maldade; eles
têm-se tornado para mim como
Sodoma, e os seus moradores
como Gomorra.
15 Portanto assim diz o Senhor
dos Exércitos acerca dos profetas:
Eis que lhes darei a comer losna, e
lhes farei beber águas de fel;
porque dos profetas de Jerusalém
saiu a contaminação sobre toda a
terra.
16 Assim diz o Senhor dos
Exércitos: Não deis ouvidos às
palavras dos profetas, que entre
vós profetizam; fazem-vos
desvanecer; falam da visão do seu
coração, não da boca de YHWH.
17 Dizem continuamente aos que
me desprezam: O Senhor disse:
Paz tereis; e a qualquer que anda
segundo a dureza do seu coração,
dizem: Não virá mal sobre vós.
18 Porque, quem esteve no
conselho de YHWH, e viu, e
ouviu a sua palavra? Quem esteve
atento à sua palavra, e ouviu?
19 Eis que saiu com indignação a
tempestade do Senhor; e uma
tempestade penosa cairá
cruelmente sobre a cabeça dos
ímpios.
20 Não se desviará a ira de
YHWH, até que execute e cumpra
os desígnios do seu coração; nos
últimos dias entendereis isso
claramente.
21 Não mandei esses profetas,
contudo eles foram correndo; não
lhes falei, contudo eles
profetizaram.
22 Mas, se estivessem estado no
meu conselho, então teriam feito o
37
meu povo ouvir as minhas
palavras, e o teriam feito voltar do
seu mau caminho, e da maldade
das suas ações.
23 Porventura sou eu Senhor de
perto, diz YHWH, e não também
teu Senhor de longe?
24 Esconder-se-ia alguém em
esconderijos, de modo que eu não
o veja? diz YHWH. Porventura
não encho eu os céus e a terra? diz
YHWH.
25 Tenho ouvido o que dizem
aqueles profetas, profetizando
mentiras em meu nome, dizendo:
Sonhei, sonhei.
26 Até quando sucederá isso no
coração dos profetas que
profetizam mentiras, e que só
profetizam do engano do seu
coração?
27 Os quais cuidam fazer com que
o meu povo se esqueça do meu
nome pelos seus sonhos que cada
um conta ao seu próximo, assim
como seus pais se esqueceram do
meu nome por causa de Baal.
28 O profeta que tem um sonho
conte o sonho; e aquele que tem a
minha palavra, fale a minha
palavra com verdade. Que tem a
palha com o trigo? diz YHWH.
29 Porventura a minha palavra
não é como o fogo, diz o YHWH,
e como um martelo que esmiuça a
pedra?
30 Portanto, eis que eu sou contra
os profetas, diz YHWH, que
furtam as minhas palavras, cada
um ao seu próximo.
31 Eis que eu sou contra os
profetas, diz YHWH, que usam
de sua própria linguagem, e
dizem: Ele disse.
32 Eis que eu sou contra os que
profetizam sonhos mentirosos, diz
YHWH, e os contam, e fazem
errar o meu povo com as suas
mentiras e com as suas
leviandades; pois eu não os enviei,
nem lhes dei ordem; e não
trouxeram proveito algum a este
povo, diz YHWH.
33 Quando, pois, te perguntar este
povo, ou qualquer profeta, ou
sacerdote, dizendo: Qual é o peso
de YHWH? Então lhe dirás: Este
é o peso: Que vos deixarei, diz o
YHWH.
34 E, quanto ao profeta, e ao
sacerdote, e ao povo, que disser:
Peso do YHWH, eu castigarei o
tal homem e a sua casa.
35 Assim direis, cada um ao seu
próximo, e cada um ao seu irmão:
Que respondeu YHWH? e que
falou YHWH?
36 Mas nunca mais vos lembrareis
do peso de YHWH; porque a cada
um lhe servirá de peso a sua
própria palavra; pois torceis as
palavras do Deus vivo, do YHWH
dos Exércitos, o nosso Deus.
37 Assim dirás ao profeta: Que te
respondeu YHWH, e que falou
YHWH?
38 Mas, porque dizeis: Peso de
YHWH; assim o diz YHWH:
Porque dizeis esta palavra: Peso
de YHWH, havendo-vos
ordenado, dizendo: Não direis:
Peso de YHWH.
Quem Somos Somos judeus e efraimitas nazarenos, observantes da Torá e crentes no Mashiach Yeshua, vivendo a fé do primeiro século. * Não somos cristãos * Não somos missionários * Não convertemos judeus * Não somos judeus tradicionais ou ortodoxos * Não nos preocupamos em agradar a homens * Somos 100% pró-Israel * Pregamos o amor entre os povos, e a adoração a YHWH, o Único e Verdadeiro Elohim
domingo, 29 de maio de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
imortalidade da alma é pagã
História da adoração – A imortalidade da alma se espalha
Capítulo 19
Sobre o assunto da imortalidade da alma, povos e religiões tem crenças diferen-tes. Mas o que os identifica é a crença de que existe uma alma que não morre, ao contrá-rio do que HELOHIM ensina. De Babilônia veio a doutrina, e com a confusão das lín-guas se espalhou na formação das nações do mundo. Assim se desenvolveu uma religi-ão falsa baseada na mentira de Lúcifer aplicada a Eva e seu marido: “É certo que não morrereis” Gên 3:4.
No Irã e no Império Persa os mortos eram enterrados com suas melhores roupas para disporem na outra vida. Os egípcios tinham na imortalidade da alma uma crença fundamental. Osíris era o deus principal do além da vida. Por isso preservavam os cor-pos dos mortos para permitir reencarnação, se fosse o caso. Na Grécia, Pitágoras (ma-temático) defendia que a alma era imortal. Tales de Milleto, o primeiro filósofo conhe-cido achava que a alma era imortal, e ela existia também nos animais e nas plantas, até nas rochas, no vento e no imã. Assim também Sócrates e Platão, e os outros filósofos defendiam existir uma alma imortal. Na Índia é aceita em todas as religiões como no budismo, jainismo, siquismo, hinduísmo, assim em toda Ásia Oriental. “A lei do karma, da causa e efeito, combinada com a imortalidade da alma e a possibilidade de reencar-nação funcionavam perfeitamente como lei moral, anunciando a recompensa ou a puni-ção na próxima vida.” O budismo por exemplo, prega um ciclo de mortes e de renasci-mentos de aperfeiçoamento até atingir a Paz. Com variações às crenças na Índia, na China, Japão e no Tibet aceita-se a imortalidade. No Xintoísmo, por exemplo, se acredi-ta que a alma sobrevive à morte. Os enlutados fazem cerimônias para pacificar a alma do morto que não fosse boa pessoa. Eles tem um culto aos espíritos dos antepassados, e com o tempo a alma pode se tornar um deus e vir a ser um guardião ancestral.
“Para o taoísmo o objetivo da vida é harmonizar a atividade humana com Tao, o “caminho da natureza”. Tao é o princípio governante do Universo, não teve princípio nem terá fim e se a pessoa conseguir viver de modo natural (conforme com a natureza) participa de Tao e se torna eterna, como ele. Os taoístas fazem experiências de medita-ção, exercícios respiratórios e dieta severa em busca do equilíbrio físico e mental que resulta da combinação das forças opostas yin e yang (feminina e masculina).”
O confucionismo, de Kung Fu Tse, preocupa-se com o Além. Faz culto aos an-tepassados e cerimônias em que envolvem os mortos. Até entre os judeus se infiltrou a crença na imortalidade da alma. Filo, um filósofo judeu, influenciado por Platão do qual era discípulo, defendeu a idéia de que na morte a alma retorna ao seu estado pré-natal original. Ela volta ao mundo espiritual. Os rabinos do Talmude (livro das tradições ju-daicas escrito após o século II dC) acreditavam na continuidade da vida da alma após a morte do corpo. Criam na preexistência da alma. A Cabala ensina até a reencarnação.
O judaísmo de YESHUA cria na ressurreição da carne e não na imortalidade da alma. Mas a partir de meados do segundo século da era cristã, a filosofia grega platônica influenciou muitos líderes da igreja, como Orígenes (185–254) e Agostinho de Hippona (354–430), esse neoplatônico. E a crença na imortalidade invadiu o cristianismo, e não foi revogada pelo protestantismo, senão pelo adventismo, no século XIX.
No islamismo, surgido com Maomé em 632 dC, o Corão registra que a alma é imortal, que continua viva após a morte e que as almas premiadas viverão num paraíso após a morte do corpo e as condenadas vão para o inferno.
Assim a mentira que nos fez cair em desgraça continua fazendo o mesmo efeito ao lon-go dos séculos e dos milênios. Se muitas leis não pegam, essa mentira pegou! Satanás é um mestre na mentira, e as pessoas, em maciça maioria acreditam nela. A imortalida-de da alma é uma crença antiga, talvez até de antes do dilúvio. Todos os povos da antiguidade, incluindo os hebreus, criam que numa alma independentemen-te de matéria e que vivia além do corpo. A crença se originou a partir da Babilô-nia dos tempos de Ninrod. O Professor Morris Jastrow Jr., da Universidade de Pensilvânia, EUA, diz que os babilônios antigos criam que a morte era uma pas-sagem para outra espécie de vida que continuava após a morte do corpo. Por isso enterravam objetos junto com o morto, para que os usassem no além. Tal prática se espalhou para muitos lugares do mundo, entre muitos povos. Há eru-ditos a dizer que Ninrod era representado como retornando em reis e imperado-res posteriores, desde que sua esposa, Semíramis teve um filho que teria sido a sua reencarnação. É quase certo que a idéia de uma alma imortal como doutrina venha daqueles tempos. De qualquer forma, essa idéia já fora pregada por sata-nás no Jardim do Éden, como está em Gên. 3:4, quando ele disse: “é certo que não morrereis.” Não é de admirar que cedo se tenha tornado uma crença de to-dos os povos pagãos mundo afora, e que perdure até os nossos dias.
Em Babilônia de Ninrod se fundou um império global contra HELOHIM. Por-tanto, satanás não deixaria por menos, senão em logo introduzir a doutrina falsa que é a base de seu esquema de adoração. Ou seja, se HELOHIM promete a vida eterna a quem O ama, e O obedece, afinal o que satanás tem a prometer? Ele precisa prometer algo em contrafação, para que as pessoas creiam nele, e o ado-rem, mesmo que não percebam o que fazem. Ele passou a prometer algo parale-lo ao que HELOHIM diz, que existe uma alma distinta do corpo, e que essa alma nunca morre, mas vai sendo aperfeiçoada sucessivamente. E o que mais satanás poderia propor? Ele tem que criar um atrativo para as pessoas se ligarem a ele como adoradores. Jamais alguém seguiria ensinamentos falsos só para morrer. As pessoas crêem nessa doutrina sem saberem que ela é falsa, crêem porque ela parece ser bem mais atraente que aquilo que HELOHIM diz. Esse foi o princípio pelo qual Eva deu atenção à serpente, ela acreditou que, diferente do que DEUS dizia, se comesse daquele fruto, não morreria, mas seria ainda mais inteligente, conhecendo o bem e o mal.
A imortalidade da alma é a base doutrinária da rebelião de Lúcifer, e o funda-mento das demais mentiras. Sempre que ele entra em ação em uma situação nova, a primeira coisa que tenta fazer crer é que a alma não morre. E sabe por-quê? Pelo fato de que assim é mais fácil crer nas demais mentiras dele. Veja bem, o que HELOHIM requer, que é muito lógico, é que nos arrependamos para que sejamos perdoados pelo sangue de YESHUA, e salvos por Ele, viveremos eternamente. Isso requer esforço, decisão, mudança de vida e obediência. Não é tão fácil como o simplismo de satanás.
O que satanás ensina é bem mais simples. Ele diz que nós não morremos, que, após a morte do corpo a alma subsiste. E para que a alma não sofra, basta que nessa terra sejamos pessoas boas. Mas se não formos boas, depois da morte re-zas resolvem tudo. Portanto, aquilo que satanás faz crer é bem mais simples que a explicação de HELOHIM. Se a pessoa não morre, ela não tem necessidade de um completo arrependimento, nem de ser santificada, isto é, separado do mun-do, para pela transformação vir a ser totalmente obediente a HELOHIM. Basta ser mais ou menos boa.
As pessoas do mundo inteiro preferem a conotação de alma que não correspon-de à definição bíblica. E os líderes religiosos não se importam em esclarecer o erro, pois eles mesmos estão confundidos, e persuadidos pela mentira de Lúcifer. Tanto o mentiroso original, quanto esses líderes, tem o mesmo inte-resse, manter adeptos sob seu poder, mesmo que seja por meio de um engano fatal. Mas a Bíblia não diz em lugar algum que “temos” uma alma, mas sim, que “somos” uma alma vivente. A simplicidade da expressão bíblia é substituída pela falsidade. As pessoas preferem aceitar que nunca morrem, pois isso é mais con-fortável às suas mentes. É bem mais comprometedor aceitar que, pecando se morre, e que para não morrer, precisa ser transformado por YESHUA, e depois, precisa obedecer aos Seus mandamentos.
Enfim, todas as crenças pagãs crêem em alguma forma de alma imortal, va-riando de uma crença para outra. História da adoração – A alma, evo-lução do conceito I
Capítulo 20
Alma é uma palavra derivada do latim anǐma, que se refere ao princípio que produz o movimento ao que é vivo. Dessa palavra derivam outras, como animal, que se move; animador, que vivifica a um ambiente. Esse conceito é coerente com o que diz a Bíblia. Em Gênesis 2:7, onde diz que alma vivente é a soma de matéria com a respiração. Essa soma produz um ser vivo capaz de se mover.
No entanto, para as religiões, com raras exceções, alma é uma essência vital que nunca morre, e que se separa com a morte apenas do corpo. O fundamento dessa forma de crer se explica por meio de uma passagem bíblica que encontramos em Gênesis 3:4, quando a serpente, que serviu de canal mediúnico a Lúcifer, disse a Eva: “é certo que não morrereis”. Para quase todas as formas de fé, valeu essa palavra, não a que HE-LOHIM pronunciou em Gênesis 2:17, “no dia em que dela comeres, certamente mor-rerás.” O conceito de alma que a maioria das pessoas aceita não vem das escrituras ins-piradas por HELOHIM, mas da mentira mais bem sucedida de todos os tempos, a de Gên 3:4, refinada pela antiga filosofia grega.
“As conotações que o termo "alma" geralmente transmite à mente da maioria das pessoas provêm primariamente, não do uso dos escritores bíblicos, mas da antiga filosofia grega. Os antigos escritores gregos aplicavam psy.khé de vários modos, e não eram coerentes, suas filosofias pessoais e religiosas influenciando seu uso do termo. Segundo os léxicos grego-inglês, fornecem definições tais como "o Eu consciente" ou "ser vivente (humano ou animal)". Até mesmo em obras gregas não-bíblicas, o termo era usado para animais. O termo hebraico para alma é né.fesh. Num sentido literal, exprime a idéia de um "ser que respira" e cuja vida é sustentada pelo sangue. Os termos das línguas originais (hebraico: né•fesh; grego: psy•khé), segundo usados nas Escrituras, mostram que a “alma” é a pessoa, o animal ou a vida que a pessoa ou o animal usufrui.”
As pessoas do mundo inteiro preferem a conotação de alma que não corresponde à definição bíblica. E os líderes religiosos não se importam em esclarecer o erro, pois eles mesmos estão confundidos, e persuadidos pela mentira de Lúcifer. Tanto o mentiroso original, quanto esses líderes, tem o mesmo interesse, manter adeptos sob seu poder, mesmo que seja por meio de um engano fatal. Mas a Bíblia não diz em lugar algum que “temos” uma alma, mas sim, que “somos” uma alma vivente. A simplicidade da expressão bíblia é substituída pela falsidade. As pessoas preferem aceitar que nunca morrem, pois isso é mais confortável às suas mentes. É bem mais comprometedor aceitar que, pecando se morre, e que para não morrer, precisa ser transformado por YESHUA, e depois, precisa obedecer aos Seus mandamentos.
As Escrituras nos dois Testamentos mostram que alma é material, tangível, visível e mortal. A própria Igreja Católica o aceita, embora ensine o contrário. “A New Catholic Encyclopedia (Nova Enciclopédia Católica) diz: “Nepes [né•fesh] é um termo de muito maior extensão do que nossa ‘alma’, significando vida (Êx 21.23; Dt 19.21) e suas várias manifestações vitais: respiração (Gn 35.18; Jó 41.13[21] ), sangue [Gn 9.4; Dt 12.23; Sl 140(141).8 ], desejo (2 Sm 3.21; Pr 23.2). A alma no A[ntigo] T[estamento] significa, não uma parte do homem, mas o homem inteiro — o homem como ser vivente. Similarmente, no N[ovo] T[estamento] significa vida humana: a vida duma entidade individual, consciente (Mt 2.20; 6.25; Lu 12.22-23; 14.26; Jo 10.11, 15, 17; 13.37).” — 1967, Vol. XIII, p. 467.”
Esse tema será motivo de grande controvérsia no final dos tempos. Ele é importante a todos, pois envolve a maior de todas as mentiras.
Fonte das citações: http://pt.wikipedia.org/wiki/Alma - capturado em 28-09-2009
História da adoração – A alma, evolução do conceito II
Capítulo 21
A origem do conceito de alma separável do corpo, como já vimos, vem do tempo do Jardim do Éden, quando Lúcifer mentiu a Eva de que desobedecendo a HELOHIM, isto é, comendo do fruto, mesmo assim não morreriam (Gên. 3:4). Lúcifer andava em busca de um império. Não fazia muito ele perdera a guerra no Céu, fora expulso dali, e agora estava no vazio do Universo a procura de algum planeta habitado para construir seu império. E como conseguiria isso senão mentindo? Por ventura algum ser inteligente o atenderia se dissesse algo assim: ‘olha, eu sou Lúcifer, fui expulso do Céu por rebeldia, me acolham aqui e serei vosso rei’. O que acha? Por isso ele mentiu, levou Eva a desobediência e por essa via conquistou a submissão dela, e logo depois também de Adão. Assim esse planeta passou do governo de HELOHIM para o governo de Lúcifer. E as desgraças que disto resultaram conhecemos bem. O princípio de governo da Terra não é o amor e sim o ódio.
Do Jardim do Éden o conceito de alma sem corpo passou aos antediluvianos e foi retomado pelas pessoas no tempo de Ninrod. De Ninrod, por meio da confusão de línguas, se disseminou pelo mundo, sendo maior o número de pessoas a crer na alma separável do corpo do que as que criam que alma é um corpo que respira. Em seqüência, se desenvolveram religiões coerentes com esse conceito, como as religiões pagãs. Mais tarde a crença da alma imortal entrou até mesmo entre os judeus, o povo de HELOHIM. Segundo a Enciclopédia Judaica, "a crença na imortalidade da alma chegou aos judeus através do contacto com o pensamento grego e principalmente através da filosofia de Platão (427-347 a.C.), seu principal expoente". Apartir de meados do 2.° Século d.C., os primitivos filósofos cristãos adotaram o conceito grego da imortalidade da alma. Nesse tempo a idéia da alma imortal invadiu o cristianismo, e até hoje permanece, mas não em todas as igrejas cristãs. Há cristãos que seguem a explicação da Bíblia, e ela merece ser considerada, afinal, ela é a Palavra de HELOHIM, aquele que nos criou.
Um dos povos que fortaleceu essa crença foram os egípcios. Eles criam que a alma fosse preexistente, que se tratava de apenas um espírito, sem matéria. Criam que esse espírito nunca morre. Eles criam que toda pessoa mais favorecida possuía um espirito protetor, que chamavam ‘ka’, diziam que ele permanecia com a pessoa durante a vida, para a guiar nessa vida por caminhos selecionados e que influenciava no futuro após a morte. Morrendo o egípcio, o seu ka o esperava do outro lado do Grande Rio.
Nos tempos mais antigos, acreditavam que só os reis possuíam o ‘ka’, por isso, os mumificavam e colocavam junto da tumba seus pertences pessoais, para o ‘ka’ os levar junto. Criam que o ‘ka’ dos reis iria para alguma estrela celestial. Por esse motivo os reis construíam pirâmides com uma pequena saída para que essa alma saísse em direção de sua estrela, conforme estudos do ‘National Geografic’. Mais tarde passaram a crer que todas as pessoas possuíam um ‘ka’.
Os hindus imaginaram o ‘atman’ que seria um espírito presente no corpo. Os chineses inventaram outra forma de crer, entendiam que havia dois aspectos no ser humano, o yahg e o yin, a alma e o espírito. Os budistas crêem em reencarnação até atingir o Nirvana, a paz absoluta. Os espíritas, que surgiram no séc. XIX, crêem na reencarnação da alma em busca da perfeição. Enfim, todas as crenças pagãs crêem em alguma forma de alma imortal, variando de uma crença para outra.
Há algo errado nessa forma de crer. Não é admissível que o homem possa ser explicado por inúmeras formas diferentes, e todas corretas. Além disso, essas crenças surgiram da imaginação de seres humanos. É preferível ficar com a Bíblia, explicação dada pelo próprio Criador, que diz que a alma se tornou mortal por causa do pecado.
Capítulo 19
Sobre o assunto da imortalidade da alma, povos e religiões tem crenças diferen-tes. Mas o que os identifica é a crença de que existe uma alma que não morre, ao contrá-rio do que HELOHIM ensina. De Babilônia veio a doutrina, e com a confusão das lín-guas se espalhou na formação das nações do mundo. Assim se desenvolveu uma religi-ão falsa baseada na mentira de Lúcifer aplicada a Eva e seu marido: “É certo que não morrereis” Gên 3:4.
No Irã e no Império Persa os mortos eram enterrados com suas melhores roupas para disporem na outra vida. Os egípcios tinham na imortalidade da alma uma crença fundamental. Osíris era o deus principal do além da vida. Por isso preservavam os cor-pos dos mortos para permitir reencarnação, se fosse o caso. Na Grécia, Pitágoras (ma-temático) defendia que a alma era imortal. Tales de Milleto, o primeiro filósofo conhe-cido achava que a alma era imortal, e ela existia também nos animais e nas plantas, até nas rochas, no vento e no imã. Assim também Sócrates e Platão, e os outros filósofos defendiam existir uma alma imortal. Na Índia é aceita em todas as religiões como no budismo, jainismo, siquismo, hinduísmo, assim em toda Ásia Oriental. “A lei do karma, da causa e efeito, combinada com a imortalidade da alma e a possibilidade de reencar-nação funcionavam perfeitamente como lei moral, anunciando a recompensa ou a puni-ção na próxima vida.” O budismo por exemplo, prega um ciclo de mortes e de renasci-mentos de aperfeiçoamento até atingir a Paz. Com variações às crenças na Índia, na China, Japão e no Tibet aceita-se a imortalidade. No Xintoísmo, por exemplo, se acredi-ta que a alma sobrevive à morte. Os enlutados fazem cerimônias para pacificar a alma do morto que não fosse boa pessoa. Eles tem um culto aos espíritos dos antepassados, e com o tempo a alma pode se tornar um deus e vir a ser um guardião ancestral.
“Para o taoísmo o objetivo da vida é harmonizar a atividade humana com Tao, o “caminho da natureza”. Tao é o princípio governante do Universo, não teve princípio nem terá fim e se a pessoa conseguir viver de modo natural (conforme com a natureza) participa de Tao e se torna eterna, como ele. Os taoístas fazem experiências de medita-ção, exercícios respiratórios e dieta severa em busca do equilíbrio físico e mental que resulta da combinação das forças opostas yin e yang (feminina e masculina).”
O confucionismo, de Kung Fu Tse, preocupa-se com o Além. Faz culto aos an-tepassados e cerimônias em que envolvem os mortos. Até entre os judeus se infiltrou a crença na imortalidade da alma. Filo, um filósofo judeu, influenciado por Platão do qual era discípulo, defendeu a idéia de que na morte a alma retorna ao seu estado pré-natal original. Ela volta ao mundo espiritual. Os rabinos do Talmude (livro das tradições ju-daicas escrito após o século II dC) acreditavam na continuidade da vida da alma após a morte do corpo. Criam na preexistência da alma. A Cabala ensina até a reencarnação.
O judaísmo de YESHUA cria na ressurreição da carne e não na imortalidade da alma. Mas a partir de meados do segundo século da era cristã, a filosofia grega platônica influenciou muitos líderes da igreja, como Orígenes (185–254) e Agostinho de Hippona (354–430), esse neoplatônico. E a crença na imortalidade invadiu o cristianismo, e não foi revogada pelo protestantismo, senão pelo adventismo, no século XIX.
No islamismo, surgido com Maomé em 632 dC, o Corão registra que a alma é imortal, que continua viva após a morte e que as almas premiadas viverão num paraíso após a morte do corpo e as condenadas vão para o inferno.
Assim a mentira que nos fez cair em desgraça continua fazendo o mesmo efeito ao lon-go dos séculos e dos milênios. Se muitas leis não pegam, essa mentira pegou! Satanás é um mestre na mentira, e as pessoas, em maciça maioria acreditam nela. A imortalida-de da alma é uma crença antiga, talvez até de antes do dilúvio. Todos os povos da antiguidade, incluindo os hebreus, criam que numa alma independentemen-te de matéria e que vivia além do corpo. A crença se originou a partir da Babilô-nia dos tempos de Ninrod. O Professor Morris Jastrow Jr., da Universidade de Pensilvânia, EUA, diz que os babilônios antigos criam que a morte era uma pas-sagem para outra espécie de vida que continuava após a morte do corpo. Por isso enterravam objetos junto com o morto, para que os usassem no além. Tal prática se espalhou para muitos lugares do mundo, entre muitos povos. Há eru-ditos a dizer que Ninrod era representado como retornando em reis e imperado-res posteriores, desde que sua esposa, Semíramis teve um filho que teria sido a sua reencarnação. É quase certo que a idéia de uma alma imortal como doutrina venha daqueles tempos. De qualquer forma, essa idéia já fora pregada por sata-nás no Jardim do Éden, como está em Gên. 3:4, quando ele disse: “é certo que não morrereis.” Não é de admirar que cedo se tenha tornado uma crença de to-dos os povos pagãos mundo afora, e que perdure até os nossos dias.
Em Babilônia de Ninrod se fundou um império global contra HELOHIM. Por-tanto, satanás não deixaria por menos, senão em logo introduzir a doutrina falsa que é a base de seu esquema de adoração. Ou seja, se HELOHIM promete a vida eterna a quem O ama, e O obedece, afinal o que satanás tem a prometer? Ele precisa prometer algo em contrafação, para que as pessoas creiam nele, e o ado-rem, mesmo que não percebam o que fazem. Ele passou a prometer algo parale-lo ao que HELOHIM diz, que existe uma alma distinta do corpo, e que essa alma nunca morre, mas vai sendo aperfeiçoada sucessivamente. E o que mais satanás poderia propor? Ele tem que criar um atrativo para as pessoas se ligarem a ele como adoradores. Jamais alguém seguiria ensinamentos falsos só para morrer. As pessoas crêem nessa doutrina sem saberem que ela é falsa, crêem porque ela parece ser bem mais atraente que aquilo que HELOHIM diz. Esse foi o princípio pelo qual Eva deu atenção à serpente, ela acreditou que, diferente do que DEUS dizia, se comesse daquele fruto, não morreria, mas seria ainda mais inteligente, conhecendo o bem e o mal.
A imortalidade da alma é a base doutrinária da rebelião de Lúcifer, e o funda-mento das demais mentiras. Sempre que ele entra em ação em uma situação nova, a primeira coisa que tenta fazer crer é que a alma não morre. E sabe por-quê? Pelo fato de que assim é mais fácil crer nas demais mentiras dele. Veja bem, o que HELOHIM requer, que é muito lógico, é que nos arrependamos para que sejamos perdoados pelo sangue de YESHUA, e salvos por Ele, viveremos eternamente. Isso requer esforço, decisão, mudança de vida e obediência. Não é tão fácil como o simplismo de satanás.
O que satanás ensina é bem mais simples. Ele diz que nós não morremos, que, após a morte do corpo a alma subsiste. E para que a alma não sofra, basta que nessa terra sejamos pessoas boas. Mas se não formos boas, depois da morte re-zas resolvem tudo. Portanto, aquilo que satanás faz crer é bem mais simples que a explicação de HELOHIM. Se a pessoa não morre, ela não tem necessidade de um completo arrependimento, nem de ser santificada, isto é, separado do mun-do, para pela transformação vir a ser totalmente obediente a HELOHIM. Basta ser mais ou menos boa.
As pessoas do mundo inteiro preferem a conotação de alma que não correspon-de à definição bíblica. E os líderes religiosos não se importam em esclarecer o erro, pois eles mesmos estão confundidos, e persuadidos pela mentira de Lúcifer. Tanto o mentiroso original, quanto esses líderes, tem o mesmo inte-resse, manter adeptos sob seu poder, mesmo que seja por meio de um engano fatal. Mas a Bíblia não diz em lugar algum que “temos” uma alma, mas sim, que “somos” uma alma vivente. A simplicidade da expressão bíblia é substituída pela falsidade. As pessoas preferem aceitar que nunca morrem, pois isso é mais con-fortável às suas mentes. É bem mais comprometedor aceitar que, pecando se morre, e que para não morrer, precisa ser transformado por YESHUA, e depois, precisa obedecer aos Seus mandamentos.
Enfim, todas as crenças pagãs crêem em alguma forma de alma imortal, va-riando de uma crença para outra. História da adoração – A alma, evo-lução do conceito I
Capítulo 20
Alma é uma palavra derivada do latim anǐma, que se refere ao princípio que produz o movimento ao que é vivo. Dessa palavra derivam outras, como animal, que se move; animador, que vivifica a um ambiente. Esse conceito é coerente com o que diz a Bíblia. Em Gênesis 2:7, onde diz que alma vivente é a soma de matéria com a respiração. Essa soma produz um ser vivo capaz de se mover.
No entanto, para as religiões, com raras exceções, alma é uma essência vital que nunca morre, e que se separa com a morte apenas do corpo. O fundamento dessa forma de crer se explica por meio de uma passagem bíblica que encontramos em Gênesis 3:4, quando a serpente, que serviu de canal mediúnico a Lúcifer, disse a Eva: “é certo que não morrereis”. Para quase todas as formas de fé, valeu essa palavra, não a que HE-LOHIM pronunciou em Gênesis 2:17, “no dia em que dela comeres, certamente mor-rerás.” O conceito de alma que a maioria das pessoas aceita não vem das escrituras ins-piradas por HELOHIM, mas da mentira mais bem sucedida de todos os tempos, a de Gên 3:4, refinada pela antiga filosofia grega.
“As conotações que o termo "alma" geralmente transmite à mente da maioria das pessoas provêm primariamente, não do uso dos escritores bíblicos, mas da antiga filosofia grega. Os antigos escritores gregos aplicavam psy.khé de vários modos, e não eram coerentes, suas filosofias pessoais e religiosas influenciando seu uso do termo. Segundo os léxicos grego-inglês, fornecem definições tais como "o Eu consciente" ou "ser vivente (humano ou animal)". Até mesmo em obras gregas não-bíblicas, o termo era usado para animais. O termo hebraico para alma é né.fesh. Num sentido literal, exprime a idéia de um "ser que respira" e cuja vida é sustentada pelo sangue. Os termos das línguas originais (hebraico: né•fesh; grego: psy•khé), segundo usados nas Escrituras, mostram que a “alma” é a pessoa, o animal ou a vida que a pessoa ou o animal usufrui.”
As pessoas do mundo inteiro preferem a conotação de alma que não corresponde à definição bíblica. E os líderes religiosos não se importam em esclarecer o erro, pois eles mesmos estão confundidos, e persuadidos pela mentira de Lúcifer. Tanto o mentiroso original, quanto esses líderes, tem o mesmo interesse, manter adeptos sob seu poder, mesmo que seja por meio de um engano fatal. Mas a Bíblia não diz em lugar algum que “temos” uma alma, mas sim, que “somos” uma alma vivente. A simplicidade da expressão bíblia é substituída pela falsidade. As pessoas preferem aceitar que nunca morrem, pois isso é mais confortável às suas mentes. É bem mais comprometedor aceitar que, pecando se morre, e que para não morrer, precisa ser transformado por YESHUA, e depois, precisa obedecer aos Seus mandamentos.
As Escrituras nos dois Testamentos mostram que alma é material, tangível, visível e mortal. A própria Igreja Católica o aceita, embora ensine o contrário. “A New Catholic Encyclopedia (Nova Enciclopédia Católica) diz: “Nepes [né•fesh] é um termo de muito maior extensão do que nossa ‘alma’, significando vida (Êx 21.23; Dt 19.21) e suas várias manifestações vitais: respiração (Gn 35.18; Jó 41.13[21] ), sangue [Gn 9.4; Dt 12.23; Sl 140(141).8 ], desejo (2 Sm 3.21; Pr 23.2). A alma no A[ntigo] T[estamento] significa, não uma parte do homem, mas o homem inteiro — o homem como ser vivente. Similarmente, no N[ovo] T[estamento] significa vida humana: a vida duma entidade individual, consciente (Mt 2.20; 6.25; Lu 12.22-23; 14.26; Jo 10.11, 15, 17; 13.37).” — 1967, Vol. XIII, p. 467.”
Esse tema será motivo de grande controvérsia no final dos tempos. Ele é importante a todos, pois envolve a maior de todas as mentiras.
Fonte das citações: http://pt.wikipedia.org/wiki/Alma - capturado em 28-09-2009
História da adoração – A alma, evolução do conceito II
Capítulo 21
A origem do conceito de alma separável do corpo, como já vimos, vem do tempo do Jardim do Éden, quando Lúcifer mentiu a Eva de que desobedecendo a HELOHIM, isto é, comendo do fruto, mesmo assim não morreriam (Gên. 3:4). Lúcifer andava em busca de um império. Não fazia muito ele perdera a guerra no Céu, fora expulso dali, e agora estava no vazio do Universo a procura de algum planeta habitado para construir seu império. E como conseguiria isso senão mentindo? Por ventura algum ser inteligente o atenderia se dissesse algo assim: ‘olha, eu sou Lúcifer, fui expulso do Céu por rebeldia, me acolham aqui e serei vosso rei’. O que acha? Por isso ele mentiu, levou Eva a desobediência e por essa via conquistou a submissão dela, e logo depois também de Adão. Assim esse planeta passou do governo de HELOHIM para o governo de Lúcifer. E as desgraças que disto resultaram conhecemos bem. O princípio de governo da Terra não é o amor e sim o ódio.
Do Jardim do Éden o conceito de alma sem corpo passou aos antediluvianos e foi retomado pelas pessoas no tempo de Ninrod. De Ninrod, por meio da confusão de línguas, se disseminou pelo mundo, sendo maior o número de pessoas a crer na alma separável do corpo do que as que criam que alma é um corpo que respira. Em seqüência, se desenvolveram religiões coerentes com esse conceito, como as religiões pagãs. Mais tarde a crença da alma imortal entrou até mesmo entre os judeus, o povo de HELOHIM. Segundo a Enciclopédia Judaica, "a crença na imortalidade da alma chegou aos judeus através do contacto com o pensamento grego e principalmente através da filosofia de Platão (427-347 a.C.), seu principal expoente". Apartir de meados do 2.° Século d.C., os primitivos filósofos cristãos adotaram o conceito grego da imortalidade da alma. Nesse tempo a idéia da alma imortal invadiu o cristianismo, e até hoje permanece, mas não em todas as igrejas cristãs. Há cristãos que seguem a explicação da Bíblia, e ela merece ser considerada, afinal, ela é a Palavra de HELOHIM, aquele que nos criou.
Um dos povos que fortaleceu essa crença foram os egípcios. Eles criam que a alma fosse preexistente, que se tratava de apenas um espírito, sem matéria. Criam que esse espírito nunca morre. Eles criam que toda pessoa mais favorecida possuía um espirito protetor, que chamavam ‘ka’, diziam que ele permanecia com a pessoa durante a vida, para a guiar nessa vida por caminhos selecionados e que influenciava no futuro após a morte. Morrendo o egípcio, o seu ka o esperava do outro lado do Grande Rio.
Nos tempos mais antigos, acreditavam que só os reis possuíam o ‘ka’, por isso, os mumificavam e colocavam junto da tumba seus pertences pessoais, para o ‘ka’ os levar junto. Criam que o ‘ka’ dos reis iria para alguma estrela celestial. Por esse motivo os reis construíam pirâmides com uma pequena saída para que essa alma saísse em direção de sua estrela, conforme estudos do ‘National Geografic’. Mais tarde passaram a crer que todas as pessoas possuíam um ‘ka’.
Os hindus imaginaram o ‘atman’ que seria um espírito presente no corpo. Os chineses inventaram outra forma de crer, entendiam que havia dois aspectos no ser humano, o yahg e o yin, a alma e o espírito. Os budistas crêem em reencarnação até atingir o Nirvana, a paz absoluta. Os espíritas, que surgiram no séc. XIX, crêem na reencarnação da alma em busca da perfeição. Enfim, todas as crenças pagãs crêem em alguma forma de alma imortal, variando de uma crença para outra.
Há algo errado nessa forma de crer. Não é admissível que o homem possa ser explicado por inúmeras formas diferentes, e todas corretas. Além disso, essas crenças surgiram da imaginação de seres humanos. É preferível ficar com a Bíblia, explicação dada pelo próprio Criador, que diz que a alma se tornou mortal por causa do pecado.
terça-feira, 24 de maio de 2011
PAGANISMO CRISTÃO
O peixe simboliza o signo de Peixes e também o legendário Rei da Babilônia, Nimrod, que era descrito como um peixe. A pomba simboliza a parceira dele, a Rainha Semiramis, e isto é mais simbolismo reverso. Enquanto a pomba significa paz para a maioria das pessoas, simboliza morte e destruição para a Irmandade. Essas reversões permitem que eles usem seus símbolos em público de uma maneira que ninguém entenda. O Sinn Fein, o braço político do IRA na Irlanda do Norte, tem uma pomba como seu símbolo por esta razão.
A Pomba
Os romanos adoravam uma deidade que eles chamavam de Vênus Columba, Vênus a Pomba. Vênus e pomba são associados com a Rainha Semiramis na Babilônia. A palavra pomba em francês ainda hoje é Colombe. Columba também é uma deusa "Aphrodite" que simboliza o negativo, morte e destruição, aspectos da energia feminina.
A Cruz Maltesa
A cruz alargada ou Maltesa foi achada em cavernas nas antigas terras Fenícias da Cappadocia, agora Turquia, datando pelo menos muitos milhares de anos antes da ocupação Fenícia e se tornou a cruz dos Cavaleiros Hospitaller de St John de Jerusalém (Cavaleiros de Malta), dos Cavaleiros Templários, e dos Nazistas.
Eu sou sua Grande-Mãe, ÍSIS
Ísis, ou Aset, da mitologia egípcia foi a mulher de Osíris, filha do deus da terra, Geb ou Gueb, e da deusa ou rainha do céu ou deusa dos mares e polularmente conhecida como mae de deus
Conhecida como a divina mãe e esposa de Osiris, mãe de Horus; Isis é uma das quatro grandes Deusas protetoras (Bast, Nephytes e Hathor) guardiã de túmulos e urnas mortuárias. Isis é irmã de Nephytes com quem atuava em conjunto como carpidora divina para o morto, e divinamente é representada pela Cruz .No ultimo período Pilasse foi seu principal centro de culto. Ela é conhecida também com Rainha do Céu (similarmente a Astarte) e rege sobre todos os assuntos que concernem a vida, a maternidade e a bruxaria.(curanderismos)
tambem conhecida como grande Diana dos efésios.
o culto à deusa Diana, tão popular na região da Ásia Menor, nos primórdios da Era Cristã. Como podemos conferir, qualquer semelhança com os cultos modernos às chamadas “Nossas Senhoras” não é mera coincidência, mas perpetuação de uma milenar tradição de culto a deusas, hoje disfarçada com matriz cristã. E não estamos falando de uma pequena seita obscura, existente em algum povo atrasado em um país exótico, mas de uma religião que possui milhões de adeptos, com uma força de devoção que chega à beira da loucura: o “marianismo”. culto a maria
ou a imanja ou a fatima dos mulculmanos e outros nomes em outra culturas e o MESMO SER DEMONIACO.
No Ocidente, algumas acabaram associadas à Virgem Maria, mãe do Deus dos cristãos, outras se transformaram em santas... Nos primeiros séculos cristãos, Ísis passou a ser identificada com Maria”. O historiador Will Durant em sua História da Civilização diz: “O povo adorava-a (Isis) com especial ternura e erguia-lhe imagens, consideravam-na Mãe de Deus; seus tonsurados sacerdotes exaltavam-na em sonoros cantos...e mostravam-na num estábulo, amamentando um bebê miraculosamente concebido...Os primitivos cristãos muitas vezes se curvavam diante das estátuas de Ísis com o pequeno Hórus ao seio, vendo nelas outra forma do velho e nobre mito pelo qual a mulher , criando todas as coisas, tornou-se por fim a Mãe de Deus
No Brasil, a chamada “Senhora Aparecida” possui traços raciais negros e seu culto está muito ligado à cultura afro. Seu santuário, na cidade de Aparecida, chega a receber 6,5 milhões de visitantes por ano. Em Portugal, a deusa Maria, conhecida como “Senhora de Fátima”, assume características raciais européias, bem como a “Senhora de Lourdes”, na França. Elas recebem, respectivamente, cerca de 4,2 milhões e 5,5 milhões de visitas por ano. Entre outras divindades nacionais, ainda podemos citar a “Senhora de Guadalupe”, no México, e a “Senhora da Estrela da Manhã”, no Japão.
Não é óbvio presumirmos que as antigas divindades tutelares reverenciadas no passado apenas mudaram de nome? Diana para os efésios, Nun para os ninivitas, Ishtar para os babilônios, Kali para os hindus e, assim, continuam sendo cultuadas por meio de um cristianismo
Curiosa é a descrição da deusa Diana feita por R.N. Champlin. Esse renomado teólogo diz que a deusa Diana e a deusa Maria se confundem, o que torna difícil encontrar a diferença entre a “Diana dos efésios” e a “Maria dos efésios”. Em 431 d.C., a idolatria tornava a entrar pela porta de onde saíra: “Em Éfeso ela recebeu as mais altas honrarias. De acordo com uma inscrição existente no local, ela trazia estes títulos: Grande Mãe da Natureza, Patrocinadora dos Banquetes, Protetora dos Suplicantes, Governanta, Santíssima, Nossa Senhora, Rainha, a Grande, Primeira Líder, Ouvidora...” Mitra - conhecido como
deus de salvação, distribuidor de energia vital, soberano dos exércitos, chamado de deus ou de Sol invicto (Sol invictus). Associado ao deus do Tempo infinito, ele se encontra na origem do universo dos vivos e o dirige. o primeiro ser vivo, cujo sangue disperso fará nascer os vegetais e os animais; era cultualdo na epoca romana largamente pelos soldados romanos largamente pelo imperio
romano , tambem cultuado pelos gregos
data de nacimento 25 de dezembro
O rito principal era um banquete ritual, que aparentemente tinha algumas semelhanças com a eucaristia do cristianismo. Segundo Justino, os alimentos oferecidos no banquete eram o pão e a água, mas alguns achados arqueológicos revelaram que se tratava de pão e vinho. Esta cerimónia era realizada na parte central do mithreum, onde existiam dois bancos onde os participantes se deitavam, conforme o costume romano de comer deitado
Um dos mithraeum mais destacados, que conserva o altar e os bancos de pedra, foi construído por debaixo de uma casa romana e sobrevive na cripta sobre a qual se contruiu a Basílica de S. Clemente em Roma.
As estátuas dos "deuses" de Pânteon são agora encontrados no Museu do Vaticano, com a excepção da grande estátua de Júpiter que foi modificada com um novo título e assentada num trono na Basílica de São Pedro em Roma. Milhares de peregrinos beijam os pés de Júpiter pensando que seja a estátua de Pedro.
Seguindo a conquista da Mesopotâmia pelos Persas, o sacerdócio babilónico se deslocou para Pérgamo na Ásia Menor. Construíram templos nas acrópoles de Pérgamo em honra ao deus Grego Pânteon, mas continuaram a adorar o misterioso deus Babilónico sob o nome de Saturnus.
Os mistérios de Babilónia foram preservados no templo de Zeus em Pérgamo e
transferidos a Roma em 133 A. C. A penetração da religião de Babilónia se tornou tão generalizada que Roma foi chamada de "A Nova Babilónia." espalhada pelo mundo ,
em troca da pompa e orgulho dos sacerdotes e governadores pagãos; e em lugar das ordenanças-mitvot de D-us colocou teorias e tradições humanas. Progredia rapidamente a obra de corrupção afastando se da Torah . O paganismo, conquanto parecesse suplantado, tornou-se o vencedor.
O seu "espírito" domina a igreja. As suas doutrinas, cerimónias e superstições incorporaram-se na fé e no culto dos seguidores de MASHIACH, pois os gentios ou seja os crist~aos se afastaram das raizes judaicas da fe messianica e dos judeus e Israel
O egípcio deus-sol Osiris e mais tarde Serapis, deus da morte, era comido em forma de uma hóstia circular, um símbolo do sol. O deus sol dos Persas Mitra e o Attis Romano eram adorados e comidos em forma de uma hóstia. O sumo (suco) de uva era pensado ser o sangue de Bacchus, deus do vinho e rebeldia. A missa Romana teve sua origem, não na comunhão dos crentes da judeia ou seja no kidish HASHEM , mas nos ritos iniciados nos mistérios antigos da religião pelo qual se envolviam a si próprios nos cultos à fertilidade e no mistério das cerimonias Babilónicas.
Alcançou a sua máxima expansão geográfica nos séculos III e IV d.C, tendo se tornado um forte concorrente do cristianismo. O mitraísmo recebeu particular aderência dos soldados romanos.
A doutrina da "transubstanciação" ou seja, o "poder mágico" que torna a hóstia no corpo de Cristo literalmente, teve sua origem em Babilónia. A sigla encontrada em muitas hóstias católicas lê-se, I. H. S. o que para um cristão significa Iesus Hominum Salvator, Jesus Salvador do Homem. Contudo as mesmas siglas são encontradas em Babilónia e Egipto, por exemplo, como leria um adorador de Isis que vivesse em Roma?
(na época dos imperadores haviam inúmeros adoradores de Isis em Roma) "Isis, Horus,
O culto de Mitra simboliza a regeneração física e psíquica pela energia do sangue, em seguida pela energia solar, e, por fim, pela energia divina.
Cruz Copta (Egipto Etiópia), adoptada do paganismo pela Igreja primitiva Copta.
Cruz egípcia (ankh), símbolo da vida que vem do sol. ?
Fleur-de-lis (Flor de Lis) era usada na cabeça de Isis, deusa da fertilidade do Egipto. Usada também na Tiara do neo-assírio deus com asas (721-705). Muito usada nos desenhos arquitectónicos, roupas e estátuas católicas. Lúcifer é uma palavra latina que significa portador da luz, ou aquele que traz a luz onde ela se faz necessária. Por isso mesmo foi associado ao planeta Vênus, a "estrela matutina" que aparece ao horizonte antes do nascer do Sol.
A confusão começou quando fizeram a versão popular da Bíblia, a chamada Vulgata Romana. Foi feita a mando do Papa por Jerônimo, por volta de 400 d.C, para fazer uma versão simplificada, vulgar e em latim para o povão poder ler. Pela propria definição, não é a bíblia original.
Lúcifer foi o nome usado na tradução da palavra hebraica hêlîl (como era chamado o planeta Vênus), que aparece em Isaías 14:12. Daí para associar Lúcifer aos anjos caídos foi um passo. Ele também foi associado a Samael (o anjo da morte, adversário de Michael), marido de Lilith e líder dos anjos que foram banidos.
A palavra "Diabo" deriva do grego diabolos, que significa o acusador ou agressor. É o equivalente a Satan, que no hebraico significa simplesmente adversário, o que testa. Já em sânscrito Satana quer dizer Causar a queda ou desabamento. "Belzebu" veio do nome do Deus babilônico Baal Zebub, que significa Senhor das moscas. Não por acaso, os babilônios eram inimigos dos Judeus, que consideravam seus deuses demoníacos. Já a descrição do "capeta" (vermelho, com asas e chifres) é criação de Dante Alighieri, na sua Divina Comédia (pág. 121).
A idéia de seres muito avançados que, seja por punição ou por vontade própria são os fundadores da humanidade está bem presente na nossa História. Na lenda (se é que é lenda) da Atlântida; na expulsão do Paraíso e o aparecimento dos gigantes, em Gênesis; Nos anjos Veladores que vieram à Terra para ensinar a vida perfeita e se deixaram seduzir pelas mulheres da Terra, no Livro de Enoque; Nas lendas mexicanas, gregas, japonesas, e nepalesas; Na tradição hindu, revelada por Blavatsky em A doutrina secreta; e nos escritos babilônicos e sumérios.
OBS: Em todas as outras tradições vemos deuses que desceram à Terra, menos no Livro de Enoque. Claro, afinal, como pode uma lenda judia tratar da guerra de deuses se só há um Deus? Então substituíram os deuses por anjos. E o tal anjo jamais poderia se chamar Lúcifer, pois foi escrito em hebraico (Lúcifer é latiBolo de aniversário
PARECE ter surgido na Grécia antiga, em homenagem à deusa da caça, Ártemis, que era reverenciada no dia 6 de todos os meses. Acredita-se que as velas representavam o luar. Segundo a mitologia, era a forma pela qual Ártemis protegia a Terra. O costume permaneceu restrito à Grécia até o século XIII, quando surgiu na Alemanha ( O QUE FAZEMOS NOS DIAS DE HJ). Os camponeses alemães inventaram a moda da Kinderfeste (festa infantil), que começava ao raiar do dia, quando as velas eram acesas e a criança acordada com a chegada do bolo. Havia sempre uma vela a mais do que a idade da criança, que significava a luz da vida. O aniversariante devia apagar as velinhas de uma vez só, fazendo um pedido, que só se realizaria se permanecesse em segredo.m). Os termos "Easter" (Ishtar) e "Ostern" (em inglês e alemão, respectivamente) parecem não ter qualquer relação etimológica com o Pesach(páscoa). As hipóteses mais aceitas relacionam os termos com Eostremonat, nome de um antigo mês germânico, ou de Eostre, uma deusa germânica relacionada com a primavera que era homenageada todos os anos, no mês de Eostremonat, de acordo com o historiador inglês do século VII, Beda.
Ishtar é a deusa dos acádios, herança dos seus antecessores sumérios, cognata da deusa Asterote dos filisteus, de Isis dos egipcios, Inanna dos sumérios e da Astarte dos Gregos. Mais tarde esta deusa foi assumida também na mitologia Nórdica como Easter - a deusa da fertilidade e da primavera.
Esta deusa era irmã gémea de Shamash e filha do importante deus lua - Sin.
Esta deusa é representada pelo planeta Vénus.
Considerados uma das maravilhas do mundo, os Portões de Ishtar, na Babilónia, foram transportados para um museu na Europa -Museu de Berlim. Uma réplica encontra-se no Iraque.
Todo o culto aos deuses é feito através de rituais. Ishtar tinha alguns rituais de carater sexual, uma vez que era a deusa da fertilidade, outros rituais tinham a ver com libações e outras ofertas corporais.
Um ritual importante ocorria no equinócio da primavera, onde os participantes pintavam e decoravam ovos (símbolo da fertilidade) e os escondiam e enterravam em tocas nos campos. Este ritual foi adaptado pela Igreja Católica no principio do 1º milénio depois de cristo, fundindo-a com outra festa popular da altura chamada de Páscoa. Mesmo assim, o ritual da decoração dos ovos de pascoa mantém-se um pouco por todo o mundo nesta festa, na altura do equinocio da primavera. Shalom amados foristas !!!
Vcs conhecem a origem dos nomes dos dias da semana ?
Por que os dias da semana tem "feira" no nome ?
"Feira" vem de feria, que, em latim, significa descanso.
O termo passou a ser empregado no ano de 563, após um concílio da Igreja Católica na cidade portuguesa de Braga - daí a explicação para a presença do termo somente na língua portuguesa. Na ocasião, o bispo Martinho de Braga decidiu que os nomes dos dias da semana usados até então, em homenagem a deuses pagãos, deveriam mudar. Mas espera aí: se féria é dia de descanso, por que se usa "feira" apenas nos dias úteis ? Isso acontece porque, no início, a ordem do bispo valia apenas para os dias da semana santa (aquela que antecede o domingo de Páscoa), em que todo bom cristão deveria descansar. Depois acabou sendo adotada para o ano inteiro, mas só pelos portugueses - no espanhol, no francês e no italiano, os deuses continuam batendo ponto dia após dia. As única exceções assumidas pelos portugueses - e depois incorporadas nas colônias portuguesas - foram sábado e domingo (Prima Feria, na semana santa), que derivam, respectivamente, do hebreu shabbat, o dia de descanso dos judeus, e do latim Dies Dominicius, o "dia do Senhor". Desde 321 os calendários ocidentais começam a semana pelo domingo. A regra foi imposta naquele ano pelo imperador romano, Constantino, que, além disso, estabeleceu definitivamente que as semanas teriam sete dias. A ordem não foi aleatória: embora na época os romanos adotassem semanas de oito dias, a Bíblia já dizia que D'us havoa criado a terra em seis dias e descançado no sétimo e, ao que tudo indica, os babailônios também já dividiam o ano em conjuntos de sete dias.
Espanhol:
Domingo = Dia do Senhor
Lunes = Dia da Lua
Martes = Dia de Marte
Miércoles = Dia de Mercúrio
Jueves = Dia de Júpter
Vierne = Dia de Vênus
Sábado = Dia do Shabbat
Sueco:
Söndag = Dia do Sol
Mandag = Dia da Lua
Tisdag = Dia de Tyr, deus nórdico da guerra
Onsdag = Dia de Woden ou Odin, deus supremo dos nórdicos e pai de Tyr
Torsdag = Dia de Thor, deus nórdico do trovão
Fredag = Dia de Freyja, mulher de Woden e deusa da beleza
Lördag = Dia do Banho (!!!!!)
Alemão:
Sonntag = Dia do Sol
Montag = Dia da Lua
Dienstag = Dia de Tyr
Mittwoch = Média semana
Donnerstag = Dia do trovão
Freitag = Dia de Freyja
Samstag = Dia do Shabbat
Inglês:Sunday = Dia do Sol
Monday = Dia da Lua
Tuesday = Dia de Tyr
Wednesday = Dia de Woden
Thursday = Dia de Thor
Friday = Dia de Freyja
Saturday = Dia de Saturno
Fonte: Revista Mundo Estranho.
Algumas coisas precisam ser ajustadas, mas o texto é bom...
Shalom !!!!! ensina às crianças o caminho por onde andar e quando forem velhas não se desviarão dele..."
"Eu vos digo que qualquer que escandalizar um desses pequeninos melhor seria que se amarrasse uma pedra de mó no pescoço e se jogasse ao mar".....
Mentirinha ou mentirona?
Está na hora de salvarmos nossas crianças dessas mentiras todas...
Será que temos o direito de fechar os olhos para a realidade e deixar nossas crianças conviverem com papai noel, ceias,árvores de natal, "espírito natalino''?
É realmente difícil romper com tradições...mas já rompemos com tantas....
Vc levaria seu filho para uma festa dedicada ao deus sol? faria as vezes de um idolo católico usando o seu artifício de trazer presentes?
Que tal sermos Luz de uma vez por todas?
Nossas crianças pedem socorro.....
Este artigo foi retirado da página principal do UOL. Não foi retirado de site religioso.
Shalom!
A verdadeira história do Natal
A humanidade comemora essa data desde bem antes do nascimento de Jesus. Conheça o bolo de tradições que deram origem à Noite Feliz
Texto Thiago Minami e Alexandre Versignassi
Roma, século 2, dia 25 de dezembro. A população está em festa, em homenagem ao nascimento daquele que veio para trazer benevolência, sabedoria e solidariedade aos homens. Cultos religiosos celebram o ícone, nessa que é a data mais sagrada do ano. Enquanto isso, as famílias apreciam os presentes trocados dias antes e se recuperam de uma longa comilança.
Mas não. Essa comemoração não é o Natal. Trata-se de uma homenagem à data de "nascimento" do deus persa Mitra, que representa a luz e, ao longo do século 2, tornou-se uma das divindades mais respeitadas entre os romanos. Qualquer semelhança com o feriado cristão, no entanto, não é mera coincidência.
A história do Natal começa, na verdade, pelo menos 7 mil anos antes do nascimento de Jesus. É tão antiga quanto a civilização e tem um motivo bem prático: celebrar o solstício de inverno, a noite mais longa do ano no hemisfério norte, que acontece no final de dezembro. Dessa madrugada em diante, o sol fica cada vez mais tempo no céu, até o auge do verão. É o ponto de virada das trevas para luz: o "renascimento" do Sol. Num tempo em que o homem deixava de ser um caçador errante e começava a dominar a agricultura, a volta dos dias mais longos significava a certeza de colheitas no ano seguinte. E então era só festa. Na Mesopotâmia, a celebração durava 12 dias. Já os gregos aproveitavam o solstício para cultuar Dionísio, o deus do vinho e da vida mansa, enquanto os egípcios relembravam a passagem do deus Osíris para o mundo dos mortos. Na China, as homenagens eram (e ainda são) para o símbolo do yin-yang, que representa a harmonia da natureza. Até povos antigos da Grã-Bretanha, mais primitivos que seus contemporâneos do Oriente, comemoravam: o forrobodó era em volta de Stonehenge, monumento que começou a ser erguido em 3100 a.C. para marcar a trajetória do Sol ao longo do ano.
A comemoração em Roma, então, era só mais um reflexo de tudo isso. Cultuar Mitra, o deus da luz, no 25 de dezembro era nada mais do que festejar o velho solstício de inverno – pelo calendário atual, diferente daquele dos romanos, o fenômeno na verdade acontece no dia 20 ou 21, dependendo do ano. Seja como for, esse culto é o que daria origem ao nosso Natal. Ele chegou à Europa lá pelo século 4 a.C., quando Alexandre, o Grande, conquistou o Oriente Médio. Centenas de anos depois, soldados romanos viraram devotos da divindade. E ela foi parar no centro do Império.
Mitra, então, ganhou uma celebração exclusiva: o Festival do Sol Invicto. Esse evento passou a fechar outra farra dedicada ao solstício. Era a Saturnália, que durava uma semana e servia para homenagear Saturno, senhor da agricultura. "O ponto inicial dessa comemoração eram os sacrifícios ao deus. Enquanto isso, dentro das casas, todos se felicitavam, comiam e trocavam presentes", dizem os historiadores Mary Beard e John North no livro Religions of Rome ("Religiões de Roma", sem tradução para o português). Os mais animados se entregavam a orgias – mas isso os romanos faziam o tempo todo. Bom, enquanto isso, uma religião nanica que não dava bola para essas coisas crescia em Roma: o cristianismo.
Solstício cristão
As datas religiosas mais importantes para os primeiros seguidores de Jesus só tinham a ver com o martírio dele: a Sexta-Feira Santa (crucificação) e a Páscoa (ressurreição). O costume, afinal, era lembrar apenas a morte de personagens importantes. Líderes da Igreja achavam que não fazia sentido comemorar o nascimento de um santo ou de um mártir – já que ele só se torna uma coisa ou outra depois de morrer. Sem falar que ninguém fazia idéia da data em que Cristo veio ao mundo – o Novo Testamento não diz nada a respeito. Só que tinha uma coisa: os fiéis de Roma queriam arranjar algo para fazer frente às comemorações pelo solstício. E colocar uma celebração cristã bem nessa época viria a calhar – principalmente para os chefes da Igreja, que teriam mais facilidade em amealhar novos fiéis. Aí, em 221 d.C., o historiador cristão Sextus Julius Africanus teve a sacada: cravou o aniversário de Jesus no dia 25 de dezembro, nascimento de Mitra. A Igreja aceitou a proposta e, a partir do século 4, quando o cristianismo virou a religião oficial do Império, o Festival do Sol Invicto começou a mudar de homenageado. "Associado ao deus-sol, Jesus assumiu a forma da luz que traria a salvação para a humanidade", diz o historiador Pedro Paulo Funari, da Unicamp. Assim, a invenção católica herdava tradições anteriores. "Ao contrário do que se pensa, os cristãos nem sempre destruíam as outras percepções de mundo como rolos compressores. Nesse caso, o que ocorreu foi uma troca cultural", afirma outro historiador especialista em Antiguidade, André Chevitarese, da UFRJ.
Não dá para dizer ao certo como eram os primeiros Natais cristãos, mas é fato que hábitos como a troca de presentes e as refeições suntuosas permaneceram. E a coisa não parou por aí. Ao longo da Idade Média, enquanto missionários espalhavam o cristianismo pela Europa, costumes de outros povos foram entrando para a tradição natalina. A que deixou um legado mais forte foi o Yule, a festa que os nórdicos faziam em homenagem ao solstício. O presunto da ceia, a decoração toda colorida das casas e a árvore de Natal vêm de lá. Só isso.
Outra contribuição do norte foi a idéia de um ser sobrenatural que dá presentes para as criancinhas durante o Yule. Em algumas tradições escandinavas, era (e ainda é) um gnomo quem cumpre esse papel. Mas essa figura logo ganharia traços mais humanos.
Nasce o Papai Noel
Ásia Menor, século 4. Três moças da cidade de Myra (onde hoje fica a Turquia) estavam na pior. O pai delas não tinha um gato para puxar pelo rabo, e as garotas só viam um jeito de sair da miséria: entrar para o ramo da prostituição. Foi então que, numa noite de inverno, um homem misterioso jogou um saquinho cheio de ouro pela janela (alguns dizem que foi pela chaminé) e sumiu. Na noite seguinte, atirou outro; depois, mais outro. Um para cada moça. Aí as meninas usaram o ouro como dotes de casamento – não dava para arranjar um bom marido na época sem pagar por isso. E viveram felizes para sempre, sem o fantasma de entrar para a vida, digamos, "profissional". Tudo graças ao sujeito dos saquinhos. O nome dele? Papai Noel.
Bom, mais ou menos. O tal benfeitor era um homem de carne e osso conhecido como Nicolau de Myra, o bispo da cidade. Não existem registros históricos sobre a vida dele, mas lenda é o que não falta. Nicolau seria um ricaço que passou a vida dando presentes para os pobres. Histórias sobre a generosidade do bispo, como essa das moças que escaparam do bordel, ganharam status de mito. Logo atribuíram toda sorte de milagres a ele. E um século após sua morte, o bispo foi canonizado pela Igreja Católica. Virou são Nicolau.
Um santo multiuso: padroeiro das crianças, dos mercadores e dos marinheiros, que levaram sua fama de bonzinho para todos os cantos do Velho Continente. Na Rússia e na Grécia Nicolau virou o santo nº1, a Nossa Senhora Aparecida deles. No resto da Europa, a imagem benevolente do bispo de Myra se fundiu com as tradições do Natal. E ele virou o presenteador oficial da data. Na Grã-Bretanha, passaram a chamá-lo de Father Christmas (Papai Natal). Os franceses cunharam Pére Nöel, que quer dizer a mesma coisa e deu origem ao nome que usamos aqui. Na Holanda, o santo Nicolau teve o nome encurtado para Sinterklaas. E o povo dos Países Baixos levou essa versão para a colônia holandesa de Nova Amsterdã (atual Nova York) no século 17 – daí o Santa Claus que os ianques adotariam depois. Assim o Natal que a gente conhece ia ganhando o mundo, mas nem todos gostaram da idéia.
Natal fora-da-lei
Inglaterra, década de 1640. Em meio a uma sangrenta guerra civil, o rei Charles 1º digladiava com os cristãos puritanos – os filhotes mais radicais da Reforma Protestante, que dividiu o cristianismo em várias facções no século 16.
Os puritanos queriam quebrar todos os laços que outras igrejas protestantes, como a anglicana, dos nobres ingleses, ainda mantinham com o catolicismo. A idéia de comemorar o Natal, veja só, era um desses laços. Então precisava ser extirpada.
Primeiro, eles tentaram mudar o nome da data de "Christmas" (Christ's mass, ou Missa de Cristo) para Christide (Tempo de Cristo) – já que "missa" é um termo católico. Não satisfeitos, decidiram extinguir o Natal numa canetada: em 1645, o Parlamento, de maioria puritana, proibiu as comemorações pelo nascimento de Cristo. As justificativas eram que, além de não estar mencionada na Bíblia, a festa ainda dava início a 12 dias de gula, preguiça e mais um punhado de outros pecados.
A população não quis nem saber e continuou a cair na gandaia às escondidas. Em 1649, Charles 1º foi executado e o líder do exército puritano Oliver Cromwell assumiu o poder. As intrigas sobre a comemoração se acirraram, e chegaram a pancadaria e repressões violentas. A situação, no entanto, durou pouco. Em 1658 Cromwell morreu e a restauração da monarquia trouxe a festa de volta. Mas o Natal não estava completamente a salvo. Alguns puritanos do outro lado do oceano logo proibiriam a comemoração em suas bandas. Foi na então colônia inglesa de Boston, onde festejar o 25 de dezembro virou uma prática ilegal entre 1659 e 1681. O lugar que se tornaria os EUA, afinal, tinha sido colonizado por puritanos ainda mais linha-dura que os seguidores de Cromwell. Tanto que o Natal só virou feriado nacional por lá em 1870, quando uma nova realidade já falava mais alto que cismas religiosas.
Tio Patinhas
Londres, 1846, auge da Revolução Industrial. O rico Ebenezer Scrooge passa seus Natais sozinho e quer que os pobres se explodam "para acabar com o crescimento da população", dizia. Mas aí ele recebe a visita de 3 espíritos que representam o Natal. Eles lhe ensinam que essa é a data para esquecer diferenças sociais, abrir o coração, compartilhar riquezas. E o pão-duro se transforma num homem generoso.
Eis o enredo de Um Conto de Natal, do britânico Charles Dickens. O escritor vivia em uma Londres caótica, suja e superpopulada – o número de habitantes tinha saltado de 1 milhão para 2,3 milhões na 1a metade do século 19. Dickens, então, carregou nas tintas para evocar o Natal como um momento de redenção contra esse estresse todo, um intervalo de fraternidade em meio à competição do capitalismo industrial. Depois, inúmeros escritores seguiram a mesma linha – o nome original do Tio Patinhas, por exemplo, é Uncle Scrooge, e a primeira história do pato avarento, feita em 1947, faz paródia a Um Conto de Natal. Tudo isso, no fim das contas, consolidou a imagem do "espírito natalino" que hoje retumba na mídia. Quer dizer: quando começar o próximo especial de Natal da Xuxa, pode ter certeza de que o fantasma de Dickens vai estar ali.
Outra contribuição da Revolução Industrial, bem mais óbvia, foi a produção em massa. Ela turbinou a indústria dos presentes, fez nascer a publicidade natalina e acabou transformando o bispo Nicolau no garoto-propaganda mais requisitado do planeta. Até meados do século 19, a imagem mais comum dele era a de um bispo mesmo, com manto vermelho e mitra – aquele chapéu comprido que as autoridades católicas usam. Para se enquadrar nos novos tempos, então, o homem passou por uma plástica. O cirurgião foi o desenhista americano Thomas Nast, que em 1862, tirou as referências religiosas, adicionou uns quilinhos a mais, remodelou o figurino vermelho e estabeleceu a residência dele no Pólo Norte – para que o velhinho não pertencesse a país nenhum. Nascia o Papai Noel de hoje. Mas a figura do bom velhinho só bombaria mesmo no mundo todo depois de 1931, quando ele virou estrela de uma série de anúncios da Coca-Cola. A campanha foi sucesso imediato. Tão grande que, nas décadas seguintes, o gorducho se tornou a coisa mais associada ao Natal. Mais até que o verdadeiro homenageado da comemoração. Ele mesmo: o Sol.
A Pomba
Os romanos adoravam uma deidade que eles chamavam de Vênus Columba, Vênus a Pomba. Vênus e pomba são associados com a Rainha Semiramis na Babilônia. A palavra pomba em francês ainda hoje é Colombe. Columba também é uma deusa "Aphrodite" que simboliza o negativo, morte e destruição, aspectos da energia feminina.
A Cruz Maltesa
A cruz alargada ou Maltesa foi achada em cavernas nas antigas terras Fenícias da Cappadocia, agora Turquia, datando pelo menos muitos milhares de anos antes da ocupação Fenícia e se tornou a cruz dos Cavaleiros Hospitaller de St John de Jerusalém (Cavaleiros de Malta), dos Cavaleiros Templários, e dos Nazistas.
Eu sou sua Grande-Mãe, ÍSIS
Ísis, ou Aset, da mitologia egípcia foi a mulher de Osíris, filha do deus da terra, Geb ou Gueb, e da deusa ou rainha do céu ou deusa dos mares e polularmente conhecida como mae de deus
Conhecida como a divina mãe e esposa de Osiris, mãe de Horus; Isis é uma das quatro grandes Deusas protetoras (Bast, Nephytes e Hathor) guardiã de túmulos e urnas mortuárias. Isis é irmã de Nephytes com quem atuava em conjunto como carpidora divina para o morto, e divinamente é representada pela Cruz .No ultimo período Pilasse foi seu principal centro de culto. Ela é conhecida também com Rainha do Céu (similarmente a Astarte) e rege sobre todos os assuntos que concernem a vida, a maternidade e a bruxaria.(curanderismos)
tambem conhecida como grande Diana dos efésios.
o culto à deusa Diana, tão popular na região da Ásia Menor, nos primórdios da Era Cristã. Como podemos conferir, qualquer semelhança com os cultos modernos às chamadas “Nossas Senhoras” não é mera coincidência, mas perpetuação de uma milenar tradição de culto a deusas, hoje disfarçada com matriz cristã. E não estamos falando de uma pequena seita obscura, existente em algum povo atrasado em um país exótico, mas de uma religião que possui milhões de adeptos, com uma força de devoção que chega à beira da loucura: o “marianismo”. culto a maria
ou a imanja ou a fatima dos mulculmanos e outros nomes em outra culturas e o MESMO SER DEMONIACO.
No Ocidente, algumas acabaram associadas à Virgem Maria, mãe do Deus dos cristãos, outras se transformaram em santas... Nos primeiros séculos cristãos, Ísis passou a ser identificada com Maria”. O historiador Will Durant em sua História da Civilização diz: “O povo adorava-a (Isis) com especial ternura e erguia-lhe imagens, consideravam-na Mãe de Deus; seus tonsurados sacerdotes exaltavam-na em sonoros cantos...e mostravam-na num estábulo, amamentando um bebê miraculosamente concebido...Os primitivos cristãos muitas vezes se curvavam diante das estátuas de Ísis com o pequeno Hórus ao seio, vendo nelas outra forma do velho e nobre mito pelo qual a mulher , criando todas as coisas, tornou-se por fim a Mãe de Deus
No Brasil, a chamada “Senhora Aparecida” possui traços raciais negros e seu culto está muito ligado à cultura afro. Seu santuário, na cidade de Aparecida, chega a receber 6,5 milhões de visitantes por ano. Em Portugal, a deusa Maria, conhecida como “Senhora de Fátima”, assume características raciais européias, bem como a “Senhora de Lourdes”, na França. Elas recebem, respectivamente, cerca de 4,2 milhões e 5,5 milhões de visitas por ano. Entre outras divindades nacionais, ainda podemos citar a “Senhora de Guadalupe”, no México, e a “Senhora da Estrela da Manhã”, no Japão.
Não é óbvio presumirmos que as antigas divindades tutelares reverenciadas no passado apenas mudaram de nome? Diana para os efésios, Nun para os ninivitas, Ishtar para os babilônios, Kali para os hindus e, assim, continuam sendo cultuadas por meio de um cristianismo
Curiosa é a descrição da deusa Diana feita por R.N. Champlin. Esse renomado teólogo diz que a deusa Diana e a deusa Maria se confundem, o que torna difícil encontrar a diferença entre a “Diana dos efésios” e a “Maria dos efésios”. Em 431 d.C., a idolatria tornava a entrar pela porta de onde saíra: “Em Éfeso ela recebeu as mais altas honrarias. De acordo com uma inscrição existente no local, ela trazia estes títulos: Grande Mãe da Natureza, Patrocinadora dos Banquetes, Protetora dos Suplicantes, Governanta, Santíssima, Nossa Senhora, Rainha, a Grande, Primeira Líder, Ouvidora...” Mitra - conhecido como
deus de salvação, distribuidor de energia vital, soberano dos exércitos, chamado de deus ou de Sol invicto (Sol invictus). Associado ao deus do Tempo infinito, ele se encontra na origem do universo dos vivos e o dirige. o primeiro ser vivo, cujo sangue disperso fará nascer os vegetais e os animais; era cultualdo na epoca romana largamente pelos soldados romanos largamente pelo imperio
romano , tambem cultuado pelos gregos
data de nacimento 25 de dezembro
O rito principal era um banquete ritual, que aparentemente tinha algumas semelhanças com a eucaristia do cristianismo. Segundo Justino, os alimentos oferecidos no banquete eram o pão e a água, mas alguns achados arqueológicos revelaram que se tratava de pão e vinho. Esta cerimónia era realizada na parte central do mithreum, onde existiam dois bancos onde os participantes se deitavam, conforme o costume romano de comer deitado
Um dos mithraeum mais destacados, que conserva o altar e os bancos de pedra, foi construído por debaixo de uma casa romana e sobrevive na cripta sobre a qual se contruiu a Basílica de S. Clemente em Roma.
As estátuas dos "deuses" de Pânteon são agora encontrados no Museu do Vaticano, com a excepção da grande estátua de Júpiter que foi modificada com um novo título e assentada num trono na Basílica de São Pedro em Roma. Milhares de peregrinos beijam os pés de Júpiter pensando que seja a estátua de Pedro.
Seguindo a conquista da Mesopotâmia pelos Persas, o sacerdócio babilónico se deslocou para Pérgamo na Ásia Menor. Construíram templos nas acrópoles de Pérgamo em honra ao deus Grego Pânteon, mas continuaram a adorar o misterioso deus Babilónico sob o nome de Saturnus.
Os mistérios de Babilónia foram preservados no templo de Zeus em Pérgamo e
transferidos a Roma em 133 A. C. A penetração da religião de Babilónia se tornou tão generalizada que Roma foi chamada de "A Nova Babilónia." espalhada pelo mundo ,
em troca da pompa e orgulho dos sacerdotes e governadores pagãos; e em lugar das ordenanças-mitvot de D-us colocou teorias e tradições humanas. Progredia rapidamente a obra de corrupção afastando se da Torah . O paganismo, conquanto parecesse suplantado, tornou-se o vencedor.
O seu "espírito" domina a igreja. As suas doutrinas, cerimónias e superstições incorporaram-se na fé e no culto dos seguidores de MASHIACH, pois os gentios ou seja os crist~aos se afastaram das raizes judaicas da fe messianica e dos judeus e Israel
O egípcio deus-sol Osiris e mais tarde Serapis, deus da morte, era comido em forma de uma hóstia circular, um símbolo do sol. O deus sol dos Persas Mitra e o Attis Romano eram adorados e comidos em forma de uma hóstia. O sumo (suco) de uva era pensado ser o sangue de Bacchus, deus do vinho e rebeldia. A missa Romana teve sua origem, não na comunhão dos crentes da judeia ou seja no kidish HASHEM , mas nos ritos iniciados nos mistérios antigos da religião pelo qual se envolviam a si próprios nos cultos à fertilidade e no mistério das cerimonias Babilónicas.
Alcançou a sua máxima expansão geográfica nos séculos III e IV d.C, tendo se tornado um forte concorrente do cristianismo. O mitraísmo recebeu particular aderência dos soldados romanos.
A doutrina da "transubstanciação" ou seja, o "poder mágico" que torna a hóstia no corpo de Cristo literalmente, teve sua origem em Babilónia. A sigla encontrada em muitas hóstias católicas lê-se, I. H. S. o que para um cristão significa Iesus Hominum Salvator, Jesus Salvador do Homem. Contudo as mesmas siglas são encontradas em Babilónia e Egipto, por exemplo, como leria um adorador de Isis que vivesse em Roma?
(na época dos imperadores haviam inúmeros adoradores de Isis em Roma) "Isis, Horus,
O culto de Mitra simboliza a regeneração física e psíquica pela energia do sangue, em seguida pela energia solar, e, por fim, pela energia divina.
Cruz Copta (Egipto Etiópia), adoptada do paganismo pela Igreja primitiva Copta.
Cruz egípcia (ankh), símbolo da vida que vem do sol. ?
Fleur-de-lis (Flor de Lis) era usada na cabeça de Isis, deusa da fertilidade do Egipto. Usada também na Tiara do neo-assírio deus com asas (721-705). Muito usada nos desenhos arquitectónicos, roupas e estátuas católicas. Lúcifer é uma palavra latina que significa portador da luz, ou aquele que traz a luz onde ela se faz necessária. Por isso mesmo foi associado ao planeta Vênus, a "estrela matutina" que aparece ao horizonte antes do nascer do Sol.
A confusão começou quando fizeram a versão popular da Bíblia, a chamada Vulgata Romana. Foi feita a mando do Papa por Jerônimo, por volta de 400 d.C, para fazer uma versão simplificada, vulgar e em latim para o povão poder ler. Pela propria definição, não é a bíblia original.
Lúcifer foi o nome usado na tradução da palavra hebraica hêlîl (como era chamado o planeta Vênus), que aparece em Isaías 14:12. Daí para associar Lúcifer aos anjos caídos foi um passo. Ele também foi associado a Samael (o anjo da morte, adversário de Michael), marido de Lilith e líder dos anjos que foram banidos.
A palavra "Diabo" deriva do grego diabolos, que significa o acusador ou agressor. É o equivalente a Satan, que no hebraico significa simplesmente adversário, o que testa. Já em sânscrito Satana quer dizer Causar a queda ou desabamento. "Belzebu" veio do nome do Deus babilônico Baal Zebub, que significa Senhor das moscas. Não por acaso, os babilônios eram inimigos dos Judeus, que consideravam seus deuses demoníacos. Já a descrição do "capeta" (vermelho, com asas e chifres) é criação de Dante Alighieri, na sua Divina Comédia (pág. 121).
A idéia de seres muito avançados que, seja por punição ou por vontade própria são os fundadores da humanidade está bem presente na nossa História. Na lenda (se é que é lenda) da Atlântida; na expulsão do Paraíso e o aparecimento dos gigantes, em Gênesis; Nos anjos Veladores que vieram à Terra para ensinar a vida perfeita e se deixaram seduzir pelas mulheres da Terra, no Livro de Enoque; Nas lendas mexicanas, gregas, japonesas, e nepalesas; Na tradição hindu, revelada por Blavatsky em A doutrina secreta; e nos escritos babilônicos e sumérios.
OBS: Em todas as outras tradições vemos deuses que desceram à Terra, menos no Livro de Enoque. Claro, afinal, como pode uma lenda judia tratar da guerra de deuses se só há um Deus? Então substituíram os deuses por anjos. E o tal anjo jamais poderia se chamar Lúcifer, pois foi escrito em hebraico (Lúcifer é latiBolo de aniversário
PARECE ter surgido na Grécia antiga, em homenagem à deusa da caça, Ártemis, que era reverenciada no dia 6 de todos os meses. Acredita-se que as velas representavam o luar. Segundo a mitologia, era a forma pela qual Ártemis protegia a Terra. O costume permaneceu restrito à Grécia até o século XIII, quando surgiu na Alemanha ( O QUE FAZEMOS NOS DIAS DE HJ). Os camponeses alemães inventaram a moda da Kinderfeste (festa infantil), que começava ao raiar do dia, quando as velas eram acesas e a criança acordada com a chegada do bolo. Havia sempre uma vela a mais do que a idade da criança, que significava a luz da vida. O aniversariante devia apagar as velinhas de uma vez só, fazendo um pedido, que só se realizaria se permanecesse em segredo.m). Os termos "Easter" (Ishtar) e "Ostern" (em inglês e alemão, respectivamente) parecem não ter qualquer relação etimológica com o Pesach(páscoa). As hipóteses mais aceitas relacionam os termos com Eostremonat, nome de um antigo mês germânico, ou de Eostre, uma deusa germânica relacionada com a primavera que era homenageada todos os anos, no mês de Eostremonat, de acordo com o historiador inglês do século VII, Beda.
Ishtar é a deusa dos acádios, herança dos seus antecessores sumérios, cognata da deusa Asterote dos filisteus, de Isis dos egipcios, Inanna dos sumérios e da Astarte dos Gregos. Mais tarde esta deusa foi assumida também na mitologia Nórdica como Easter - a deusa da fertilidade e da primavera.
Esta deusa era irmã gémea de Shamash e filha do importante deus lua - Sin.
Esta deusa é representada pelo planeta Vénus.
Considerados uma das maravilhas do mundo, os Portões de Ishtar, na Babilónia, foram transportados para um museu na Europa -Museu de Berlim. Uma réplica encontra-se no Iraque.
Todo o culto aos deuses é feito através de rituais. Ishtar tinha alguns rituais de carater sexual, uma vez que era a deusa da fertilidade, outros rituais tinham a ver com libações e outras ofertas corporais.
Um ritual importante ocorria no equinócio da primavera, onde os participantes pintavam e decoravam ovos (símbolo da fertilidade) e os escondiam e enterravam em tocas nos campos. Este ritual foi adaptado pela Igreja Católica no principio do 1º milénio depois de cristo, fundindo-a com outra festa popular da altura chamada de Páscoa. Mesmo assim, o ritual da decoração dos ovos de pascoa mantém-se um pouco por todo o mundo nesta festa, na altura do equinocio da primavera. Shalom amados foristas !!!
Vcs conhecem a origem dos nomes dos dias da semana ?
Por que os dias da semana tem "feira" no nome ?
"Feira" vem de feria, que, em latim, significa descanso.
O termo passou a ser empregado no ano de 563, após um concílio da Igreja Católica na cidade portuguesa de Braga - daí a explicação para a presença do termo somente na língua portuguesa. Na ocasião, o bispo Martinho de Braga decidiu que os nomes dos dias da semana usados até então, em homenagem a deuses pagãos, deveriam mudar. Mas espera aí: se féria é dia de descanso, por que se usa "feira" apenas nos dias úteis ? Isso acontece porque, no início, a ordem do bispo valia apenas para os dias da semana santa (aquela que antecede o domingo de Páscoa), em que todo bom cristão deveria descansar. Depois acabou sendo adotada para o ano inteiro, mas só pelos portugueses - no espanhol, no francês e no italiano, os deuses continuam batendo ponto dia após dia. As única exceções assumidas pelos portugueses - e depois incorporadas nas colônias portuguesas - foram sábado e domingo (Prima Feria, na semana santa), que derivam, respectivamente, do hebreu shabbat, o dia de descanso dos judeus, e do latim Dies Dominicius, o "dia do Senhor". Desde 321 os calendários ocidentais começam a semana pelo domingo. A regra foi imposta naquele ano pelo imperador romano, Constantino, que, além disso, estabeleceu definitivamente que as semanas teriam sete dias. A ordem não foi aleatória: embora na época os romanos adotassem semanas de oito dias, a Bíblia já dizia que D'us havoa criado a terra em seis dias e descançado no sétimo e, ao que tudo indica, os babailônios também já dividiam o ano em conjuntos de sete dias.
Espanhol:
Domingo = Dia do Senhor
Lunes = Dia da Lua
Martes = Dia de Marte
Miércoles = Dia de Mercúrio
Jueves = Dia de Júpter
Vierne = Dia de Vênus
Sábado = Dia do Shabbat
Sueco:
Söndag = Dia do Sol
Mandag = Dia da Lua
Tisdag = Dia de Tyr, deus nórdico da guerra
Onsdag = Dia de Woden ou Odin, deus supremo dos nórdicos e pai de Tyr
Torsdag = Dia de Thor, deus nórdico do trovão
Fredag = Dia de Freyja, mulher de Woden e deusa da beleza
Lördag = Dia do Banho (!!!!!)
Alemão:
Sonntag = Dia do Sol
Montag = Dia da Lua
Dienstag = Dia de Tyr
Mittwoch = Média semana
Donnerstag = Dia do trovão
Freitag = Dia de Freyja
Samstag = Dia do Shabbat
Inglês:Sunday = Dia do Sol
Monday = Dia da Lua
Tuesday = Dia de Tyr
Wednesday = Dia de Woden
Thursday = Dia de Thor
Friday = Dia de Freyja
Saturday = Dia de Saturno
Fonte: Revista Mundo Estranho.
Algumas coisas precisam ser ajustadas, mas o texto é bom...
Shalom !!!!! ensina às crianças o caminho por onde andar e quando forem velhas não se desviarão dele..."
"Eu vos digo que qualquer que escandalizar um desses pequeninos melhor seria que se amarrasse uma pedra de mó no pescoço e se jogasse ao mar".....
Mentirinha ou mentirona?
Está na hora de salvarmos nossas crianças dessas mentiras todas...
Será que temos o direito de fechar os olhos para a realidade e deixar nossas crianças conviverem com papai noel, ceias,árvores de natal, "espírito natalino''?
É realmente difícil romper com tradições...mas já rompemos com tantas....
Vc levaria seu filho para uma festa dedicada ao deus sol? faria as vezes de um idolo católico usando o seu artifício de trazer presentes?
Que tal sermos Luz de uma vez por todas?
Nossas crianças pedem socorro.....
Este artigo foi retirado da página principal do UOL. Não foi retirado de site religioso.
Shalom!
A verdadeira história do Natal
A humanidade comemora essa data desde bem antes do nascimento de Jesus. Conheça o bolo de tradições que deram origem à Noite Feliz
Texto Thiago Minami e Alexandre Versignassi
Roma, século 2, dia 25 de dezembro. A população está em festa, em homenagem ao nascimento daquele que veio para trazer benevolência, sabedoria e solidariedade aos homens. Cultos religiosos celebram o ícone, nessa que é a data mais sagrada do ano. Enquanto isso, as famílias apreciam os presentes trocados dias antes e se recuperam de uma longa comilança.
Mas não. Essa comemoração não é o Natal. Trata-se de uma homenagem à data de "nascimento" do deus persa Mitra, que representa a luz e, ao longo do século 2, tornou-se uma das divindades mais respeitadas entre os romanos. Qualquer semelhança com o feriado cristão, no entanto, não é mera coincidência.
A história do Natal começa, na verdade, pelo menos 7 mil anos antes do nascimento de Jesus. É tão antiga quanto a civilização e tem um motivo bem prático: celebrar o solstício de inverno, a noite mais longa do ano no hemisfério norte, que acontece no final de dezembro. Dessa madrugada em diante, o sol fica cada vez mais tempo no céu, até o auge do verão. É o ponto de virada das trevas para luz: o "renascimento" do Sol. Num tempo em que o homem deixava de ser um caçador errante e começava a dominar a agricultura, a volta dos dias mais longos significava a certeza de colheitas no ano seguinte. E então era só festa. Na Mesopotâmia, a celebração durava 12 dias. Já os gregos aproveitavam o solstício para cultuar Dionísio, o deus do vinho e da vida mansa, enquanto os egípcios relembravam a passagem do deus Osíris para o mundo dos mortos. Na China, as homenagens eram (e ainda são) para o símbolo do yin-yang, que representa a harmonia da natureza. Até povos antigos da Grã-Bretanha, mais primitivos que seus contemporâneos do Oriente, comemoravam: o forrobodó era em volta de Stonehenge, monumento que começou a ser erguido em 3100 a.C. para marcar a trajetória do Sol ao longo do ano.
A comemoração em Roma, então, era só mais um reflexo de tudo isso. Cultuar Mitra, o deus da luz, no 25 de dezembro era nada mais do que festejar o velho solstício de inverno – pelo calendário atual, diferente daquele dos romanos, o fenômeno na verdade acontece no dia 20 ou 21, dependendo do ano. Seja como for, esse culto é o que daria origem ao nosso Natal. Ele chegou à Europa lá pelo século 4 a.C., quando Alexandre, o Grande, conquistou o Oriente Médio. Centenas de anos depois, soldados romanos viraram devotos da divindade. E ela foi parar no centro do Império.
Mitra, então, ganhou uma celebração exclusiva: o Festival do Sol Invicto. Esse evento passou a fechar outra farra dedicada ao solstício. Era a Saturnália, que durava uma semana e servia para homenagear Saturno, senhor da agricultura. "O ponto inicial dessa comemoração eram os sacrifícios ao deus. Enquanto isso, dentro das casas, todos se felicitavam, comiam e trocavam presentes", dizem os historiadores Mary Beard e John North no livro Religions of Rome ("Religiões de Roma", sem tradução para o português). Os mais animados se entregavam a orgias – mas isso os romanos faziam o tempo todo. Bom, enquanto isso, uma religião nanica que não dava bola para essas coisas crescia em Roma: o cristianismo.
Solstício cristão
As datas religiosas mais importantes para os primeiros seguidores de Jesus só tinham a ver com o martírio dele: a Sexta-Feira Santa (crucificação) e a Páscoa (ressurreição). O costume, afinal, era lembrar apenas a morte de personagens importantes. Líderes da Igreja achavam que não fazia sentido comemorar o nascimento de um santo ou de um mártir – já que ele só se torna uma coisa ou outra depois de morrer. Sem falar que ninguém fazia idéia da data em que Cristo veio ao mundo – o Novo Testamento não diz nada a respeito. Só que tinha uma coisa: os fiéis de Roma queriam arranjar algo para fazer frente às comemorações pelo solstício. E colocar uma celebração cristã bem nessa época viria a calhar – principalmente para os chefes da Igreja, que teriam mais facilidade em amealhar novos fiéis. Aí, em 221 d.C., o historiador cristão Sextus Julius Africanus teve a sacada: cravou o aniversário de Jesus no dia 25 de dezembro, nascimento de Mitra. A Igreja aceitou a proposta e, a partir do século 4, quando o cristianismo virou a religião oficial do Império, o Festival do Sol Invicto começou a mudar de homenageado. "Associado ao deus-sol, Jesus assumiu a forma da luz que traria a salvação para a humanidade", diz o historiador Pedro Paulo Funari, da Unicamp. Assim, a invenção católica herdava tradições anteriores. "Ao contrário do que se pensa, os cristãos nem sempre destruíam as outras percepções de mundo como rolos compressores. Nesse caso, o que ocorreu foi uma troca cultural", afirma outro historiador especialista em Antiguidade, André Chevitarese, da UFRJ.
Não dá para dizer ao certo como eram os primeiros Natais cristãos, mas é fato que hábitos como a troca de presentes e as refeições suntuosas permaneceram. E a coisa não parou por aí. Ao longo da Idade Média, enquanto missionários espalhavam o cristianismo pela Europa, costumes de outros povos foram entrando para a tradição natalina. A que deixou um legado mais forte foi o Yule, a festa que os nórdicos faziam em homenagem ao solstício. O presunto da ceia, a decoração toda colorida das casas e a árvore de Natal vêm de lá. Só isso.
Outra contribuição do norte foi a idéia de um ser sobrenatural que dá presentes para as criancinhas durante o Yule. Em algumas tradições escandinavas, era (e ainda é) um gnomo quem cumpre esse papel. Mas essa figura logo ganharia traços mais humanos.
Nasce o Papai Noel
Ásia Menor, século 4. Três moças da cidade de Myra (onde hoje fica a Turquia) estavam na pior. O pai delas não tinha um gato para puxar pelo rabo, e as garotas só viam um jeito de sair da miséria: entrar para o ramo da prostituição. Foi então que, numa noite de inverno, um homem misterioso jogou um saquinho cheio de ouro pela janela (alguns dizem que foi pela chaminé) e sumiu. Na noite seguinte, atirou outro; depois, mais outro. Um para cada moça. Aí as meninas usaram o ouro como dotes de casamento – não dava para arranjar um bom marido na época sem pagar por isso. E viveram felizes para sempre, sem o fantasma de entrar para a vida, digamos, "profissional". Tudo graças ao sujeito dos saquinhos. O nome dele? Papai Noel.
Bom, mais ou menos. O tal benfeitor era um homem de carne e osso conhecido como Nicolau de Myra, o bispo da cidade. Não existem registros históricos sobre a vida dele, mas lenda é o que não falta. Nicolau seria um ricaço que passou a vida dando presentes para os pobres. Histórias sobre a generosidade do bispo, como essa das moças que escaparam do bordel, ganharam status de mito. Logo atribuíram toda sorte de milagres a ele. E um século após sua morte, o bispo foi canonizado pela Igreja Católica. Virou são Nicolau.
Um santo multiuso: padroeiro das crianças, dos mercadores e dos marinheiros, que levaram sua fama de bonzinho para todos os cantos do Velho Continente. Na Rússia e na Grécia Nicolau virou o santo nº1, a Nossa Senhora Aparecida deles. No resto da Europa, a imagem benevolente do bispo de Myra se fundiu com as tradições do Natal. E ele virou o presenteador oficial da data. Na Grã-Bretanha, passaram a chamá-lo de Father Christmas (Papai Natal). Os franceses cunharam Pére Nöel, que quer dizer a mesma coisa e deu origem ao nome que usamos aqui. Na Holanda, o santo Nicolau teve o nome encurtado para Sinterklaas. E o povo dos Países Baixos levou essa versão para a colônia holandesa de Nova Amsterdã (atual Nova York) no século 17 – daí o Santa Claus que os ianques adotariam depois. Assim o Natal que a gente conhece ia ganhando o mundo, mas nem todos gostaram da idéia.
Natal fora-da-lei
Inglaterra, década de 1640. Em meio a uma sangrenta guerra civil, o rei Charles 1º digladiava com os cristãos puritanos – os filhotes mais radicais da Reforma Protestante, que dividiu o cristianismo em várias facções no século 16.
Os puritanos queriam quebrar todos os laços que outras igrejas protestantes, como a anglicana, dos nobres ingleses, ainda mantinham com o catolicismo. A idéia de comemorar o Natal, veja só, era um desses laços. Então precisava ser extirpada.
Primeiro, eles tentaram mudar o nome da data de "Christmas" (Christ's mass, ou Missa de Cristo) para Christide (Tempo de Cristo) – já que "missa" é um termo católico. Não satisfeitos, decidiram extinguir o Natal numa canetada: em 1645, o Parlamento, de maioria puritana, proibiu as comemorações pelo nascimento de Cristo. As justificativas eram que, além de não estar mencionada na Bíblia, a festa ainda dava início a 12 dias de gula, preguiça e mais um punhado de outros pecados.
A população não quis nem saber e continuou a cair na gandaia às escondidas. Em 1649, Charles 1º foi executado e o líder do exército puritano Oliver Cromwell assumiu o poder. As intrigas sobre a comemoração se acirraram, e chegaram a pancadaria e repressões violentas. A situação, no entanto, durou pouco. Em 1658 Cromwell morreu e a restauração da monarquia trouxe a festa de volta. Mas o Natal não estava completamente a salvo. Alguns puritanos do outro lado do oceano logo proibiriam a comemoração em suas bandas. Foi na então colônia inglesa de Boston, onde festejar o 25 de dezembro virou uma prática ilegal entre 1659 e 1681. O lugar que se tornaria os EUA, afinal, tinha sido colonizado por puritanos ainda mais linha-dura que os seguidores de Cromwell. Tanto que o Natal só virou feriado nacional por lá em 1870, quando uma nova realidade já falava mais alto que cismas religiosas.
Tio Patinhas
Londres, 1846, auge da Revolução Industrial. O rico Ebenezer Scrooge passa seus Natais sozinho e quer que os pobres se explodam "para acabar com o crescimento da população", dizia. Mas aí ele recebe a visita de 3 espíritos que representam o Natal. Eles lhe ensinam que essa é a data para esquecer diferenças sociais, abrir o coração, compartilhar riquezas. E o pão-duro se transforma num homem generoso.
Eis o enredo de Um Conto de Natal, do britânico Charles Dickens. O escritor vivia em uma Londres caótica, suja e superpopulada – o número de habitantes tinha saltado de 1 milhão para 2,3 milhões na 1a metade do século 19. Dickens, então, carregou nas tintas para evocar o Natal como um momento de redenção contra esse estresse todo, um intervalo de fraternidade em meio à competição do capitalismo industrial. Depois, inúmeros escritores seguiram a mesma linha – o nome original do Tio Patinhas, por exemplo, é Uncle Scrooge, e a primeira história do pato avarento, feita em 1947, faz paródia a Um Conto de Natal. Tudo isso, no fim das contas, consolidou a imagem do "espírito natalino" que hoje retumba na mídia. Quer dizer: quando começar o próximo especial de Natal da Xuxa, pode ter certeza de que o fantasma de Dickens vai estar ali.
Outra contribuição da Revolução Industrial, bem mais óbvia, foi a produção em massa. Ela turbinou a indústria dos presentes, fez nascer a publicidade natalina e acabou transformando o bispo Nicolau no garoto-propaganda mais requisitado do planeta. Até meados do século 19, a imagem mais comum dele era a de um bispo mesmo, com manto vermelho e mitra – aquele chapéu comprido que as autoridades católicas usam. Para se enquadrar nos novos tempos, então, o homem passou por uma plástica. O cirurgião foi o desenhista americano Thomas Nast, que em 1862, tirou as referências religiosas, adicionou uns quilinhos a mais, remodelou o figurino vermelho e estabeleceu a residência dele no Pólo Norte – para que o velhinho não pertencesse a país nenhum. Nascia o Papai Noel de hoje. Mas a figura do bom velhinho só bombaria mesmo no mundo todo depois de 1931, quando ele virou estrela de uma série de anúncios da Coca-Cola. A campanha foi sucesso imediato. Tão grande que, nas décadas seguintes, o gorducho se tornou a coisa mais associada ao Natal. Mais até que o verdadeiro homenageado da comemoração. Ele mesmo: o Sol.
O NOME JESUS E SUA ORIGEM ANT-SEMITA
4.1. A Septuaginta, tradução dos livros do Antigo Testamento do hebraico para o grego, feita no terceiro século antes de Cristo, tornou os escritos bíblicos acessíveis não só aos judeus da diáspora -- que viviam fora de Israel e já não falavam nem entendiam o hebraico nem o aramaico --, mas também a todos os cidadãos do mundo greco-romano de então. Por outro lado, diminuiu a força dos nomes bíblicos, porque, pela transliteração, retirou deles o poder de seu significado.As genealogias, por exemplo, perderam toda a sua importância, a ponto de muitos de nós, hoje, fazermos apenas uma leitura superficial delas, ou mesmo saltá-las, quando realizamos o chamado Ano Bíblico. Mas veja que jóias preciosas podem ser encontradas em listas de nomes que não parecem ter importância alguma:Na genealogia de Adão a Noé, que encontramos em Gênesis 5, cada nome tem um significado e a seqüência destes nomes constitui uma profecia incrivelmente minuciosa acerca da Salvação Divina.
Adão = Homem, feito de barro
Sete = é apontado como
Enos = mortal
Cainã = triste e infeliz
Maalalel = o Deus bendito
Jarede = irá descer
Enoque = ensinar
Metusalém = em sua morte irá trazer
Lameque = aos desesperados
Noé = conforto e descanso. Quando você lê o significado desses nomes, você descobre que eles formam a seguinte frase: "O homem, feito de barro, é pontado como mortal, triste e infeliz. O Deus bendito irá descer e ensina e, em sua morte, irá trazer aos desesperados, conforto e descanso." O Evangelho em uma genealogia! Essa preciosidade foi descoberta por uma judia chamada Sharon Allen. Quando percebeu essa mensagem divina oculta numa genealogia, ela imediatamente se converteu ao cristianismo e aceitou Yehoshua como o Messias prometido e seu Salvador pessoal. 4.2. A transliteração do nome Yehoshua (reduzida para "Yeshua") ou Josué, para (Iesous, em grego), embora já fosse comum no terceiro século antes de Cristo, permitiu que o nome Iesous fosse ridicularizado, uma vez que sua sonoridade da palavra em grego associada ao significado hebraico de suas sílabas possibilitava o trocadilho Iê (Deus)+Sus (Cavalo). Os romanos não faziam diferença entre judeus e cristãos. Para eles, o cristianismo era apenas uma ramificação do judaísmo. Por isso, para ridicularizar os cristãos, faziam piada com eles, afirmando que adoravam a um deus-cavalo! Como evidência disto, podemos citar a inscrição de zombaria contra um cristão chamado Alexamenos, que viveu no segundo século. Foi encontrada em 1857, na cidade de Roma, no muro de um dos palácios dos Césares na colina Palatina.
Essa caricatura maldita mostra um homem ajoelhado diante de uma cruz, em que se vê alguém com cabeça de cavalo (burro ou asno) crucificado! E logo abaixo, a frase: "Alexamenos adora o seu deus!"
Os romanos, que, segundo os historiadores, zombavam dos judeus, dizendo que haviam fugido do Egito seguindo um burrico de nome Moisés, agora ridicularizavam também os cristãos, afirmando que adoravam a um deus, metade homem, metade cavalo, que morreu crucificado.A calúnia da onolatria ou culto-ao-asno, atribuída por Tácito e outros escritores aos judeus foi assim trasferida posteriormente aos cristãos (Tac., I, v, 3, 4; Tert., Apol., xvi; "Ad nationes", I, 14).Tertuliano conta que, por volta do ano 197, um judeu apóstata desfilou pelas ruas de Cartago carregando um boneco, com orelhas e cascos de burro, vestido com um roupão. E ele dizia que aquela monstruosidade era o Deus Christianorum Onocoetes (o deus dos cristãos, gerado por um burro.) "E as pessoas acreditavam na infâmia desse judeu", diz Tertuliano.4.3. Zombarias desse tipo somadas a medidas repressivas contra o cristianismo por conta de sua associação com o judaísmo levaram cristãos do primeiro e segundo séculos a trocar definitivamente o nome Yehoshua com toda a sua significação pelo equivalente greco-latino ou Iesus.Como revela o pesquisador Samuele Bacchiocchi, as freqüentes revoltas judaicas que explodiram em muitas partes do império, a partir do ano 66, provocadas pelo ressurgimento de suas expectativas messiânicas, levaram o governo romano a impor graves medidas repressivas de natureza militar, política e fiscal, contra os judeus."Essas medidas repressivas foram intensamente sentidas em Roma, conforme indicam comentários antijudaicos sarcásticos de escritores como Sêneca (morto em 65 AD), Pérsio (34-62 AD), Petrônio (ca. 66 AD), Quintiliano (ca. 35-100 A.D ), Marcial (ca. 40-104 AD ), Plutarco (ca. 46-119 AD), Juvenal (125 AD) e Tácito (ca. 55-120 AD), todos eles habitantes de Roma na maior parte da vida profissional," informa Bacchiocchi. Esses homens zombavam dos judeus racial e culturalmente, citando a observância do sábado e a circuncisão como exemplos de desprezíveis superstições, e, como já vimos, por causa também do suposto culto judaico-cristão a um deus-cavalo, ou deus-asno.As medidas repressivas antijudaicas atingiram seu clímax durante o reinado do Imperiador Adriano, que foi do ano 117 a 138. "Após três anos de sangrentas lutas (132-135 AD), a fim de esmagar a segunda grande rebelião judaica palestina — chamada segundo o seu líder, a revolta de Barcocheba — o Imperador Adriano em 135 AD adotou as medidas mais repressivas contra os judeus. Ele não só destruiu a cidade de Jerusalém e proibiu que os judeus entrassem na cidade, como também pôs fora da lei categoricamente a prática da religião judaica em geral", conta Bacchiocchi."Para evitar a repressiva legislação romana antijudaica, muitos cristãos seguiram a liderança do bispo de Roma em mudar o tempo e o modo de observar as duas instituições associadas ao judaísmo, ou seja, o sábado e a Páscoa. O sábado foi mudado para o domingo, e a Páscoa para o Domingo de Páscoa." Além disso, gradualmente foi também abandonado o uso do nome hebraico Yehoshua para referir-se ao Salvador. "O que facilitou essas mudanças históricas foi o desenvolvimento na época de uma teologia 'cristã' de desprezo pelos judeus. Todo um corpo de literatura cristã Adversus Judaeos ('Contra todos os judeus') começou a aparecer nesse tempo. Seguindo o rumo de escritores pagãos, autores cristãos desenvolveram uma teologia 'cristã' de separação dos judeus e desprezo a eles", esclarece Bacchiocchi.As motivações antijudaicas são claramente expressas por Constantino em sua carta aos bispos cristãos no Concílio de Nicéia (325 AD), revela Bacchiocchi. Nesse documento, "o Imperador insta todos os cristãos a seguirem o exemplo da Igreja de Roma por adotar o Domingo de Páscoa, porque, escreveu ele, 'não devemos portanto ter nada em comum com os judeus, pois o Salvador nos mostrou outro caminho. ... Ao unanimemente adotarmos esta maneira desejamos, queridíssimos irmãos, separar-nos da detestável companhia dos judeus'."A adoção definitiva no nome Iesous (grego) ou Iesus (latim) em substituição ao hebraico Yehoshua resulta, portanto, da mesma apostasia que deu origem à observância do domingo em lugar do sábado. 4.4. O uso do nome Jesus de maneira exclusiva pela Igreja Cristã revela uma tentativa de ruptura de nossos laços com o judaísmo. É como se prentendêssemos que o Novo Testamento nada tenha a ver com o Antigo Testamento, uma tentativa de descontinuidade do Plano da Salvação, que se desenvolve desde a queda no Éden.
Continua.
Adão = Homem, feito de barro
Sete = é apontado como
Enos = mortal
Cainã = triste e infeliz
Maalalel = o Deus bendito
Jarede = irá descer
Enoque = ensinar
Metusalém = em sua morte irá trazer
Lameque = aos desesperados
Noé = conforto e descanso. Quando você lê o significado desses nomes, você descobre que eles formam a seguinte frase: "O homem, feito de barro, é pontado como mortal, triste e infeliz. O Deus bendito irá descer e ensina e, em sua morte, irá trazer aos desesperados, conforto e descanso." O Evangelho em uma genealogia! Essa preciosidade foi descoberta por uma judia chamada Sharon Allen. Quando percebeu essa mensagem divina oculta numa genealogia, ela imediatamente se converteu ao cristianismo e aceitou Yehoshua como o Messias prometido e seu Salvador pessoal. 4.2. A transliteração do nome Yehoshua (reduzida para "Yeshua") ou Josué, para (Iesous, em grego), embora já fosse comum no terceiro século antes de Cristo, permitiu que o nome Iesous fosse ridicularizado, uma vez que sua sonoridade da palavra em grego associada ao significado hebraico de suas sílabas possibilitava o trocadilho Iê (Deus)+Sus (Cavalo). Os romanos não faziam diferença entre judeus e cristãos. Para eles, o cristianismo era apenas uma ramificação do judaísmo. Por isso, para ridicularizar os cristãos, faziam piada com eles, afirmando que adoravam a um deus-cavalo! Como evidência disto, podemos citar a inscrição de zombaria contra um cristão chamado Alexamenos, que viveu no segundo século. Foi encontrada em 1857, na cidade de Roma, no muro de um dos palácios dos Césares na colina Palatina.
Essa caricatura maldita mostra um homem ajoelhado diante de uma cruz, em que se vê alguém com cabeça de cavalo (burro ou asno) crucificado! E logo abaixo, a frase: "Alexamenos adora o seu deus!"
Os romanos, que, segundo os historiadores, zombavam dos judeus, dizendo que haviam fugido do Egito seguindo um burrico de nome Moisés, agora ridicularizavam também os cristãos, afirmando que adoravam a um deus, metade homem, metade cavalo, que morreu crucificado.A calúnia da onolatria ou culto-ao-asno, atribuída por Tácito e outros escritores aos judeus foi assim trasferida posteriormente aos cristãos (Tac., I, v, 3, 4; Tert., Apol., xvi; "Ad nationes", I, 14).Tertuliano conta que, por volta do ano 197, um judeu apóstata desfilou pelas ruas de Cartago carregando um boneco, com orelhas e cascos de burro, vestido com um roupão. E ele dizia que aquela monstruosidade era o Deus Christianorum Onocoetes (o deus dos cristãos, gerado por um burro.) "E as pessoas acreditavam na infâmia desse judeu", diz Tertuliano.4.3. Zombarias desse tipo somadas a medidas repressivas contra o cristianismo por conta de sua associação com o judaísmo levaram cristãos do primeiro e segundo séculos a trocar definitivamente o nome Yehoshua com toda a sua significação pelo equivalente greco-latino ou Iesus.Como revela o pesquisador Samuele Bacchiocchi, as freqüentes revoltas judaicas que explodiram em muitas partes do império, a partir do ano 66, provocadas pelo ressurgimento de suas expectativas messiânicas, levaram o governo romano a impor graves medidas repressivas de natureza militar, política e fiscal, contra os judeus."Essas medidas repressivas foram intensamente sentidas em Roma, conforme indicam comentários antijudaicos sarcásticos de escritores como Sêneca (morto em 65 AD), Pérsio (34-62 AD), Petrônio (ca. 66 AD), Quintiliano (ca. 35-100 A.D ), Marcial (ca. 40-104 AD ), Plutarco (ca. 46-119 AD), Juvenal (125 AD) e Tácito (ca. 55-120 AD), todos eles habitantes de Roma na maior parte da vida profissional," informa Bacchiocchi. Esses homens zombavam dos judeus racial e culturalmente, citando a observância do sábado e a circuncisão como exemplos de desprezíveis superstições, e, como já vimos, por causa também do suposto culto judaico-cristão a um deus-cavalo, ou deus-asno.As medidas repressivas antijudaicas atingiram seu clímax durante o reinado do Imperiador Adriano, que foi do ano 117 a 138. "Após três anos de sangrentas lutas (132-135 AD), a fim de esmagar a segunda grande rebelião judaica palestina — chamada segundo o seu líder, a revolta de Barcocheba — o Imperador Adriano em 135 AD adotou as medidas mais repressivas contra os judeus. Ele não só destruiu a cidade de Jerusalém e proibiu que os judeus entrassem na cidade, como também pôs fora da lei categoricamente a prática da religião judaica em geral", conta Bacchiocchi."Para evitar a repressiva legislação romana antijudaica, muitos cristãos seguiram a liderança do bispo de Roma em mudar o tempo e o modo de observar as duas instituições associadas ao judaísmo, ou seja, o sábado e a Páscoa. O sábado foi mudado para o domingo, e a Páscoa para o Domingo de Páscoa." Além disso, gradualmente foi também abandonado o uso do nome hebraico Yehoshua para referir-se ao Salvador. "O que facilitou essas mudanças históricas foi o desenvolvimento na época de uma teologia 'cristã' de desprezo pelos judeus. Todo um corpo de literatura cristã Adversus Judaeos ('Contra todos os judeus') começou a aparecer nesse tempo. Seguindo o rumo de escritores pagãos, autores cristãos desenvolveram uma teologia 'cristã' de separação dos judeus e desprezo a eles", esclarece Bacchiocchi.As motivações antijudaicas são claramente expressas por Constantino em sua carta aos bispos cristãos no Concílio de Nicéia (325 AD), revela Bacchiocchi. Nesse documento, "o Imperador insta todos os cristãos a seguirem o exemplo da Igreja de Roma por adotar o Domingo de Páscoa, porque, escreveu ele, 'não devemos portanto ter nada em comum com os judeus, pois o Salvador nos mostrou outro caminho. ... Ao unanimemente adotarmos esta maneira desejamos, queridíssimos irmãos, separar-nos da detestável companhia dos judeus'."A adoção definitiva no nome Iesous (grego) ou Iesus (latim) em substituição ao hebraico Yehoshua resulta, portanto, da mesma apostasia que deu origem à observância do domingo em lugar do sábado. 4.4. O uso do nome Jesus de maneira exclusiva pela Igreja Cristã revela uma tentativa de ruptura de nossos laços com o judaísmo. É como se prentendêssemos que o Novo Testamento nada tenha a ver com o Antigo Testamento, uma tentativa de descontinuidade do Plano da Salvação, que se desenvolve desde a queda no Éden.
Continua.
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